Oi, gente!

oi, rafa! 


Tudo bem com vocês? Há um tempo houve um post aqui no blog com os 5 gêneros literários que caíram no esquecimento. E, relendo aquele post, resolvi fazer um contrário. Os gêneros literários mais populares no último ano, e aqueles que estão em ascenção. Talvez o seu favorito esteja aqui, e é ótimo achar vários livros que gostamos nas prateleiras. Talvez ele tenha sido esquecido, e eu sinto muito HAHAHA Mas, enfim, vamos lá?!

Dando uma olhada pelo instagram, os gêneros literários que mais saltam nas fotos e nas TBR e Lidos do Mês dos leitores são: 

1º Romance de Época



Desde que a Julia Quinn foi lançada aqui no Brasil, o gênero ganhou MUITA popularidade. Antigamente, eram lançados muitos romances de época, mas não eram lidos por jovens, pois eram os chamados "Romances de Banca", e tinham capas chamativas para o apelo sexual e meio... bregas. Então esses livros eram meio esquecidos (tanto é que os livros da Julia Quinn começaram a ser lançados originalmente em 1999 e no começo dos anos 2000, até hoje em dia), mas agora voltaram com tudo! Você já leu algum? 

2º Temáticas feministas


Eu gostaria de ouvir um "amém". Amém! Para mim, os livros da autora Chimamanda (principalmente Sejamos Todos Feministas, um livro super curtinho que eu até fiz um post aqui no Blog sobre) abriram portas para que os leitores mais jovens buscassem livros com temática feminista. Li livros incríveis cercando o tema, mostrando um futuro onde as mulheres perderam novamente todos os direitos (Vox) e abordando os absurdos da sociedade feminista; ou mostrando uma sociedade onde só existem mulheres e o mundo é uma utopia, quase um sonho de sociedade (Terra das Mulheres). E essa onda não termina com esses livros. Os livros de poemas da Rupi Kaur abordam temas feministas, o livro O Conto da Aia, da Margareth Atwood o livro O Poder, de Naomi Alderman, etc. Muitos desses já li, e os outros quero muito ler!

Oi, gente!

oi, Rafa!

Tudo bem com vocês?



Há uns dois meses, li o livro do Stephen King que se tornou um favorito DA VIDA. Como escritora, esse livro tinha tudo para gritar que eu ia amar, e não sei porque demorei tanto para ler. Resolvi não fazer resenha, porque ia ser um post de 1000 palavras minhas falando bem do King. Mil adjetivos para descrever a maravilha que é esse livro. Mas eu também não queria ficar sem falar dele aqui no blog. Por isso, selecionei os 10 melhores quotes do livro (que eu marquei, sem brincadeira, umas 100 passagens) para vocês. Espero que gostem!

10 quotes de Sobre a Escrita, de Stephen King:


Vamos deixar uma coisa bem clara agora, pode ser? Não existe um Depósito de Ideias, uma central de Histórias nem uma Ilha de Best-Sellers Enterrado; as ideias para boas histórias parecem vir, quase literalmente, de lugar nenhum, navegando até você direto do vazio do céu: duas ideias que, até então não tinham qualquer relação, se juntam e viram algo novo sob o sol. Seu trabalho não é encontrar essas ideias, mas reconhece-las quando aparecem. — página 36 
 Escrever é um trabalho solitário. Ter alguém que acredita em você faz muita diferença. Eles não precisam fazer discursos motivacionais. Basta acreditar. — página 68 

 Estou convencido de que o medo é a raiz de toda má escrita. Se você escreve por prazer, o medo pode ser moderado — timidez é a palavra que usei aqui. Se, no entanto, estiver trabalhando sob pressão, com o prazo apertado — um trabalho escolar, um artigo ode jornal, uma redação do vestibular —, o medo pode ser grande. Dumbo aprendeu a voar com a ajuda da pena mágica; você pode precisar usar a voz passiva ou algum desses lamentáveis advérbios pela mesma razão. Lembre-se, porém, antes de recorrer a estes artifícios, de que Dumbo não precisava da pena, a mágica estava nele. — página 113. 
 Do meu ponto de vista, histórias e romances se dividem em três partes: narração, que leva a história do ponto A para o ponto B e, por fim, até o ponto Z; descrição, que cria uma realidade sensorial para o leitor; e diálogo, que dá vida aos personagens através do discurso. — página 141. 
 Quase todo mundo se lembra de quando perdeu a virgindade, e a maioria dos escritores lembra do primeiro livro que lhe trouxe à mente o pensamento: “Eu consigo fazer melhor que isso. Porra, eu já estou fazendo melhor que isso!” Nada mais encorajador para o escritor novato do que perceber que seu trabalho é inquestionavelmente melhor do que o de alguém que é pago para escrever. — página 127. 

 É justo que você faça todo o trabalho e queime a cachola até altas horas da noite, porque o cara com o charuto e as asinhas tem o saco de magias. Tem coisas ali que podem mudar sua vida. Acredite em mim, eu sei. — página 126. 
 Começa assim: coloque sua mesa em um canto e, todas as vezes em que se sentar para escrever, lembre-se da razão de ela não estar no meio da sala. A vida não é um suporte à arte. É exatamente o contrário. — página 91. 
 Gostaria de sugerir que, para escrever com o máximo de suas habilidades, convém construir sua própria caixa de ferramentas, e depois trabalhar a musculatura para carrega-la com você. Assim, em vez de topar com um trabalho difícil e desanimar, talvez você saiba pegar a ferramenta certa e partir para o trabalho imediatamente. — página 101. 

 As ferramentas mais comuns ficam em cima. A mais comum de todas, o pão da escrita, é o vocabulário. Nesse caso, você pode guardar alegremente o que tem sem qualquer traço de culpa ou inferioridade. É como a puta disse ao marinheiro tímido: “não é o que você tem, amorzinho, é como você usa”. — página 102. 
 Quando escrevo, estou no parque de diversões. E mesmo s três piores horas que passo escrevendo ainda são muito boas. — página 133.

É isso, gente!

Esse foi, com certeza, um dos melhores livros que li este ano - e em muito tempo. Todo mundo, mesmo quem não escreve, deveria ler. É um insight na mente do Stephen King, e é uma mente que vale a pena mergulhar. 





Oi, gente!

oi, Rafa!

Como estão?

O ano não está sendo o MELHOR em número de leituras para mim. A média por mês é 3, o que é bem pouco comparado ao ano passado, ou pior ainda, 2016, quando eu lia uma média de 7/8 por mês. Mas enfim! Isso está melhorando, eu espero. Esse mês eu li 5, e em agosto só está parecendo que esse número vai aumentar. 

Essas foram minhas leituras do mês (clique na capa para ler a resenha)

When Dimple Met Rish 


 O Curioso Caso do Cachorro Morto 



 Anne of Green Gables

 Geekerella



 Younger 




Foi um ótimo mês de leituras. A maioria dos livros eu amei, e o único que não entrou para os queridinhos, pelo menos foi gostoso de ler. Não perdi tempo com nenhuma das leituras, e espero continuar assim. 

E você, o que leu esse mês?



Oooi! 

Por um longo tempo fiquei sem postar no blog por muitos fatores e um deles foi por grande parcela de culpa do meu TCC e foi ele que me inspirou a estar escrevendo aqui. 
Meu TCC teve como tema "A mulher no mercado de trabalho" (faço técnico em administração), e hoje mesmo ao terminar com ele li algo sobre o "chick-lit", um gênero literário que está ganhando muito espaço no mundo dos livros. Numa tradução rápida, o gênero tende a focar em uma protagonista do gênero feminino e "chick" é uma forma de se referir a alguma mulher e comumente usado pelos gringos como "xingamento" (tal como aquele cara "MULHERZINHA"). O caso é: eu li aleatória e rapidamente algo sobre um tal de "sick-lit" que seria uma forma satirizada de se referir ao gênero já citado acima (vide que "sick" significa doente), dado que o nome seria especialmente por se tratar, em opiniões alheias, de um gênero literário passageiro, modinha e sem importância. E com uma ligeira opinião digo que o mundo chick-lit não veio para mostrar um mundo cor-de-rosa a todos e sim tratar de problemas seríssimos, mas pouco retratados e mais comum com mulheres. 
Foi aí que decidi trazer a todos uma lista com 6 mulheres fortes da ficção (livros/filmes).

Katniss Everdeen (Jogos vorazes) 
Resultado de imagem para Katniss EverdeenUma heroína que não está para agradar todos e que faz aquilo que acha correto, que mata quando é preciso e tem piedade quando necessário (e seja talvez por isso que, ironicamente, faça com que a maioria das pessoas amem ela; por outro lado é o mesmo motivo por não gostarem, aliás, onde já se viu uma heroína sem os famigerados decotes? Além de que ela como foco de tudo chega a ficar meio forçado... ~~ tom de ironia).

Daenerys Targaryen (As crônicas de gelo e fogo)
Resultado de imagem para daenerys targaryen dragons



A vida toda sempre sofreu com o apoderamento de seu irmão cruel para com ela e no começo de seu casamento - forçado - com o Drogo sofria frequentemente de abusos. Porém tudo isso só fez com que a mesma ressurgisse forte, corajosa e decidida, além de ser respeitada e admirada por muitos.


                    Princesa Leia (Star Wars)
Resultado de imagem para Princesa LeiaEla foi praticamente a única personagem feminina dos primeiros filmes de Star Wars com um papel realmente importante. Principalmente em "O Império Contra-Ataca" e "O Retorno de Jedi", pois Leia é muito participativa em vários momentos decisivos (vamos tentar ignorar a cena do biquíni dourado, foi desnecessário desfocalizar a Leia Heroína para a Leia-a-musa-de-todos-os-nerds, erotizar a mulher em momentos que não cabem nunca será bem vindo). "Não seja uma escrava como eu era. Lute pelo seu figurino. Continue lutando contra o traje de escrava", relembre dessa frase da Carrie Fisher sempre que reassisti-la com um biquíni dourado e acorrentada pelo pescoço pelo Jabba.

       Beatrix Kiddo (Kill Bill)
Resultado de imagem para Beatrix Kiddo

Beatrix é um exemplo para todas as pessoas que têm que aturar situações inconvenientes. Após sua vida ter sido arruinada ela se vingou, mas o ponto é: ela é realmente uma grande imagem de uma mulher forte.











      
      Éowyn (Senhor dos Aneis)

Imagem relacionada

Mesmo proibida, Éowyn foi para a guerra e o irônico é que se ela não estivesse lá tudo se transformaria em desastre. Além disso, ela expressa que não vai ser qualquer coração partido a sua "kriptonita". Essa é uma mensagem bem hard de ser cumprida, é meio difícil, mas serve como concelho.










       Mathilda (O profissional)

Resultado de imagem para Mathilda
Aos 12 anos já possuía uma personalidade forte (o que já diferenciava da própria família) e, ao acontecer uma tragédia em sua vida, é aí que a mesma se liberta e se esforça para fazer o que realmente quer: dar início a sua vingança. Mas tenho que admitir que o que realmente interessa é o fato de que é uma personagem que insinua ter a dependência em suas mãos.

E é isso aí! Voltamos com tudo! Até o próximo post.



Oi, gente!


O post de hoje é só uma atualizaçãozinha boba que eu quis fazer, para mostrar para vocês quais são meus livros favoritos, e o porquê. É uma coisa bem "aleatória" mas eu senti que queria falar um pouco sobre esses livros, e lembrar como foi lê-los. Alguns eu li há bastante tempo então me perdoem se eu não lembrar 100% do enredo. O que importa, nesse caso aqui, é o que o livro me fez e faz sentir até hoje. O que eu lembro quando penso no livro e o que eu gostei neles, independente se lembro aquela primeira frase da página 127 ou não. Enfim, vamos?! vamos.

A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak


Esse livro foi o primeiro que eu li e pensei: AI, MEU DEUS. Eu li sem parar. Foi uma obsessão tão grande, que, para vocês terem ideia, eu não fazia mais nada além de ler, ir para a escola (ler na escola, inclusive no intervalo que supostamente eu deveria estar conversando com meus amigos), assistia os jogos da copa do mundo, dormia e lia mais. Essa foi minha rotina por cinco dias em que eu li esse livro. Eu lembro disso porque eu me senti muito dentro do livro. Eu senti, na época, e essa é uma das coisas que fica, como se aqueles personagens fossem reais, e eu estivesse lendo suas histórias de vida, contadas para mim por uma personagem incomum - que, se você não sabe, é a morte. Eu tinha 14 anos quando li o livro, em 2010, e eu me apaixonei por cada palavra escrita ali. Eu li e li e li, e me emocionei com cada passagem do livro. Até hoje, cinco anos depois, eu pego o livro, releio algumas passagens, aprendo coisas novas e me sinto novamente como se eu estivesse no meio da copa do mundo de 2010, entre a segunda guerra mundial e um jogo da Alemanha. 
O sentimento se mantém até hoje. É uma coisa que eu nunca, nunca vou perder. Esse livro foi o primeiro a qual eu dei o posto de "meu livro favorito". 

Casório?! - Marian Keyes


Muitos dizem que esse é um dos piores livros da Marian Keyes, mas, é claro, eu discordo. 
Esse foi o primeiro livro que li da Marian, e isso pode influenciar para minha decisão, sim, mas, como eu falei em A Menina que Roubava Livros: o que vale é o que senti enquanto lia, e eu me senti mais fisgada pela estória ainda. Também faz um pouco de tempo... talvez uns cinco anos, também. Eu li o livro emprestado de uma amiga da minha mãe, que não tinha lido ainda e me emprestou para que eu a dissesse o que achei do livro. Eu comecei a ler, e sendo um livro grande (+/- 700 páginas) eu demorei um pouco para finalizar, mas, o negócio é EU NÃO QUERIA FINALIZAR. E essa foi uma coisa que senti com mais livros da Marian Keyes. Como se isso fosse uma coisa que ela fizesse comigo. Eu nunca quero finalizar seus livros. As estórias são grandes, mas são grudentas. Elas pedem para serem lidas. O cotidiano dos personagens são tão bem descritos e correm de maneira tão corriqueira, que, como um bom livro sempre faz, a gente se sente amiga da personagem principal. 
Tudo o que eu queria enquanto estava lendo esse livro, era agarrar minhas cobertas, encher uma xícara de café e passar o dia inteiro de inverno lendo sobre a vida de Lucy Sullivan.