Oi, gente!

Oi, Rafa!


Tudo bem com vocês?
No Canal do Youtube eu fiz um unboxing da caixa de assinatura do Clube Skoob, tema Colégio, do mês de Janeiro. Vou deixar o vídeo abaixo para vocês verem Aqui vim mostrar qual foi o livro e falar um pouco sobre ele!

O livro do mês:



Kay Donovan é uma jogadora de futebol cujo grupo de lindas e populares amigas comanda uma escola particular, mas guarda segredos sombrios que se esforça para não respingarem no presente. No entanto, quando o corpo de uma garota é encontrado no lago da instituição, a vida cuidadosamente construída de Kay começa a desmoronar.
Repleta de escândalos e tragédias, esta narrativa apresenta uma visão sombria e emocionante sobre amizades femininas, as pressões para alcançar sucesso acadêmico e também sobre saúde mental. Garotas como nós é uma história clássica, assustadora e com um final surpreendente.





As pessoas nos conhecem. As pessoas nos temem.




O livro foi lançamento de Janeiro da editora Universo dos Livros. 








Oi, gente!


Oi, Rafa!

Que tal uma TAG literária que combina dois amores: Netflix e Livros? Não precisa nem explicar o título AHAHAH A tag consiste em relacionar as categorias da netflix com um livro e recomendar leituras baseadas nisso para vocês. Acho que todo mundo já viu essa TAG, não é nova... eu vi no canal A Clockword Reader, e vocês podem conferir clicando aqui. 

Agora, vamos às perguntas!



1. Recentemente assistidos: o último livro que você terminou de ler.
O Zen e a Arte da Escrita, de Ray Bradbury. É um livro sobre escrita, do mesmo autor de Fahrenheit 451, um dos meus livros favoritos, então eu adorei. 

2. Principais escolhas para você: um livro recomendado a você baseado em suas leituras anteriores.
A Garota do Trem. Como estou na vibe de thrillers, esse é um bem recomendado, e acho que será uma das minhas próximas leituras.

3. Adicionados recentemente: o último livro que você comprou ou ganhou.
Comprei Uma Dama Fora dos Padrões, da Julia Quinn <3 Entrei na Saraiva a fim de comprar uns dois livros com R$30 (iludida) e saí com um só, no valor de 29,90. E nem foi na Saraiva, na verdade. :/

4. Em alta: livros que todo mundo conhece (1 que você leu e 1 que você quer ou não ler).

Que eu já li
: Tartarugas até lá embaixo. (já li)
Que eu não li: Garota Exemplar. (quero muitíssimo ler!)

5. Comédias: um livro engraçado.
Qualquer um da Sophie Kinsella!

6. Dramas: um personagem que seja muito dramático.
Não consegui pensar em nenhum. </3

7. Animações: um livro com desenhos na capa.

Como Treinar o Seu Dragão. Tanto na capa quanto na diagramação, o livro é cheio de ilustrações. E é perfeito pra essa categoria, já que foi adaptado para os cinemas como animação, e também como série na própria netflix!

8. Assistir novamente: um livro ou série que você deseja reler.

 A Resposta. Eu. Amo. Esse. Livro! Não gosto muito de releituras, o único que reli várias vezes foi A Menina Que Roubava Livros. Mas "A Resposta" eu preciso.

9. Documentários: um livro de não-ficção que você recomenda a todos.
Sejamos Todos Feministas, da Chimamanda. Tem post sobre ele aqui.

10. Ação e Aventura: um livro cheio de ação.


Caixa de Pássaros. Embora curto, é um livro que prende nossa respiração a cada capítulo. (lido no Kindle)

11. Novos lançamentos: um livro que acabou de ser lançado ou que está próximo de ser e que você não vê a hora de ler.
Um Marido de Faz de Conta, da Julia Quinn <3 É a sequência de Uma Dama Fora dos Padrões, e eu não vejo a hora de ler os dois!
Bem, gente, foi isso! Espero que tenham gostado. A TAG é bem curta, mas foi divertida. E vocês, já responderam? Deixa aqui no comentário uma das suas respostas :) ♥ 

xoxo, até a próxima! 

Categorias:

Oi, gente!

Oi, Rafa. 
Tudo bem?! Hoje vim trazer a resenha de um livro que devorei em pouco mais de 24 horas, e precisava falar com alguém sobre. Talvez isso não queira dizer que o livro foi cinco estrelas, excepcional... então, como será que foi essa leitura? Segue lendo a resenha pra descobrir



Título Original: A Simple Favor || Ano: 2017 || Editora: BertrandBrasil || Autora: Darcey Bell || Gênero: Thriller || Sinopse: Quando sua melhor amiga, Emily, pede a Stephanie para buscar seu filho Nicky na escola, ela alegremente concorda. Nicky e seu filho, Miles são melhores amigos — exatamente como ela e Emily. Mas Emily não volta. Ela não atende ao telefone ou responde às mensagens. Stephanie sabe que algo está terrivelmente errado. Aterrorizada, ela busca ajuda nos leitores do seu blog. Até que ela e Sean, marido de Emily, recebem notícias chocantes: Emily está morta. O pesadelo de seu desaparecimento finalmente chegou ao fim. Ou será que não?

Quando sua melhor amiga some, você naturalmente entra em desespero. É o que Stephanie faz ao perceber que Emily, sua amiga e mãe do melhor amigo do seu filho está desaparecida há dias, depois de lhe pedir que cuidasse de Nicky por uma noite antes que ela voltasse de uma emergência no trabalho. Seria só mais um pedido normal, mas algo estranho está acontecendo —  Stpehanie sente isso. E ela começa a escrever em seu blog sobre o sumiço da amiga. Antes, só escrevendo com a inicial E., agora Stephanie se vê na obrigação de contar a suas "mães-amigas" o que está acontecendo, e fornecer o máximo de informações possíveis para que alguma de suas leitoras possam ajudá-la a encontrar Emily. 

Ao decorrer da histórias, passamos a conhecer um pouco mais sobre Stephanie - uma mãe solitária que encontrou em Emily a amiga que precisava, depois que seu marido morreu e ela se viu sem ninguém para dividir a vida com o filho, Miles. Descobrimos o passado de Stephanie, e como ela guarda diversos segredos sórdidos, e como via em Emily um espelho de comportamento e de mãe. A amizade de Stephanie e Emily, pelos olhos da primeira - em seu blog - é pintada como perfeita. Mas, no blog, Stephanie pincela tudo com um toque de perfeição. Será que aquilo é mesmo verdade? Será que a perfeita e elegante Emily não tem seus segredos sujos? Será que Stephanie está mesmo simplesmente preocupada com a amiga, ou há outros interesses por baixo do pano?
Bem, agora às minhas impressões. 

O livro começou muito promissor, com uma história que eu estava investida e muito disposta a ler e me surpreender. A metade do livro, a parte 1, é contada pelo ponto de vista somente da Stephanie, e a gente começa a perceber alguns furos no caráter da personagem depois de alguns capítulos, mas ainda acreditamos em toda sua "pureza" — será que podemos dizer assim? — e continuamos querendo saber o que diabos aconteceu com a Emily

Talvez tenha sido isso — o fato de o livro ter revelado o mistério na metade — 
que fez tudo desandar. Depois que descobrimos o que aconteceu com Emily, a melhor amiga perfeita, esperamos algo inovador, uma bomba atrás da outras... mas isso não acontece. Temos então o ponto de vista agora de três personagens: Stephanie, Emily e Sean, o marido de Emily. E também um pouco dos posts no blog de Stephanie. 

É cansativo, porque tudo o que os personagens fazem é se explicar. Explicar por que fizeram isso, por que pensaram aquilo, por que achavam isso outro. A gente já sabe, agora queremos a vingança. Cadê? O livro promete essa personagem forte, foda, destemida e imperdoável, Emily, mas nos dá uma pessoa que faz telefonemas no meio da noite, de dentro da mata, como um jeito de assustar a "melhor amiga" que achava que ela estava morta. Boo. Em vez de uma personagem foda, temos alguém que forjou a própria morte para viver felizes para sempre com o marido + o dinheiro do seguro (2 milhões) em algum país tedioso da Europa. Temos alguém com a mente doentia, que nos faz prender a respiração sempre que aparece, mas no final, se continuarmos nos privando do ar, vamos morrer asfixiados, pois nada acontece. 

Não posso dizer que o livro foi difícil de ler, porque não foi. Foi envolvente, porque eu sempre estava esperando algo, e por isso me senti quase traída ao não receber um final digno. Foi decepcionante ler com tanta adrenalina pra nada demais. Nos envolve, nos prende, a escrita é gostosa — mas, cuidado, não vá esperando um crime impressionante, um thriller de tirar o fôlego — ele até tira, mas não te devolve mais.



Sobre a autora:

Darcey Bell nasceu em 1981 e cresceu em uma fazenda de gado leiteiro no oeste de Iowa, Estados Unidos. Ela é professora de pré-escola em Chicago. "One Simple Favor" é seu primeiro romance.

É isso, gente!
Espero que tenham gostado. Você já leu o livro? Ou viu o filme? Me conta aqui! 
beijos, 
até o próximo!



Oi, gente!


Como cês estão? Hoje vim trazer o famoso ''wrap up'' do mês, com as minhas leituras de janeiro, e falar um pouquinho só de cada. As que tiverem resenha, vou deixar o link ♥

O Mês foi recheado, e com ele vieram muitas surpresas. Algumas boas, uma decepção, e alguns livros só bons, mas que valeram a pena a leitura. Eu geralmente começo o ano com muita energia pra ler, mas, mesmo nos anos anteriores, eu não li tanto assim. Participei de maratonas, li com amigos próximos, fiz vários sprints de leitura e consegui engatar vários livros. O número se aproximou de 10, o que é um ótimo número para mim, e embora qualidade seja mais priorizada do que quantidade por aqui, eu li livros que queria ler e que estava a fim, não apenas livros rápidos para aumentar o número. Enfim, vamos ver o que eu li esse mês?

1. Caixa de Pássaros

Comecei o ano já no meio dessa leitura, que tinha começado no dia 31/12. Então, esse foi o primeiro livro que finalizei em 2019, mas não o primeiro que comecei a ler em 2019! HAHAHA Não fiz resenha dele, mas falei um pouco sobre a leitura no vlog, é só clicar aqui e ver. Em geral, gostei bastante. 

2. Por Isso A Gente Acabou. 


Esse sim foi minha primeira leitura iniciada no ano. E não podia ter sido melhor! Me apaixonei pela leitura, e já tem resenha no blog! Clica aqui pra ler. ♥

3. Azeitona


Ih, essa foi a primeira grande decepção do ano, e talvez até a maior em muito tempo. O que ferrou tudo foram minhas expectativas. Sabe o que dizem, né? Nunca faça nada com expectativas muito altas. Foi o que eu fiz com esse livro e me dei mal. Detestei, sinceramente. :/ Cada página foi um sufoco e eu terminei de ler arrastando o máximo, pulando parágrafos e páginas. Uma pena. 

4. Terra das Mulheres

Depois de uma decepção, uma maravilha. Esse livro me salvou de entrar naquela ressaca infeliz depois de Azeitona, e assim que ele chegou na caixa dos correios, já comecei a ler. Eu estava a fim havia um bom tempo, depois de ouvir a Bia Paludetto falando tão bem dele, e não me arrependi. Esse foi um caso em que a expectativa encontrou a realidade e eu adorei o resultado! 

5. O Sorriso da Hiena, de Gustavo Ávila


Quem diria que Thrillers se tornariam meu gênero favorito? Só quero ler isso, só quero saber de resolver mistérios e encontrar os assassinos HAHAHA O Sorriso da Hiena foi o primeiro thriller nacional que li, e que começo incrível! Cinco estrelas sem nem pensar duas vezes. Só digo uma coisa: leiam!

6. Vox

Bem, esse livro eu comecei em janeiro, mas parei na melhor parte, porque estava muito presa àquele mundo, e eu precisava de um pouco de ar. Ainda não o finalizei (enquanto escrevo o post), mas não tenho a intenção de abandonar. Até agora (página 172) está sendo uma leitura cinco estrelas; eu só precisava de um tempinho pra absorver os acontecimentos do livro, que estavam me deixando com raiva e angustiada, até voltar. HAHA 


7. Um Pequeno Favor


Aqui está a resenha. Um livro que li em pouco mais de 24horas, me prendeu no sofá até não poder mais, que me fez ler cada página com mais vontade que a outra, mas que me decepcionou um pouquinho no final. Acabou sendo uma leitura três estrelas, mas que valeu a pena o investimento de tempo. Me diverti lendo e com as expectativas do que aconteceria. Pena que não foi LÁ ESSAS COISAS. 


8. O Verão que Mudou Minha Vida. 


Quem diria que eu iria gostar de um livro da Jenny Han? Depois de "Olho Por Olho", "Dente Por Dente" e "Lara Jean" (não gostei de nenhum) eu devia ter abandonado a autora... mas que bom que persisti! O Verão que Mudou Minha Vida foi a leitura levinha que eu precisava pra encerrar o mês cheio de tramas brutais. Adorei a leitura, voou num piscar de olhos e eu fiquei de coração quentinho, querendo pular numa piscina ou sentir a areia nos pés. 

Foi isso, gente! E vocês, o que leram esse mês? Foi um bom mês de leituras? Me conta aqui!


Oi, gente!

Oi, Rafa!

Tudo bem?! Hoje vim trazer aqui a resenha de um livro que estava na minha Lista de leituras há muito tempo, e desde que o achei num sebo, fiquei me preparando para ler. Eu sabia que ia gostar do livro desde que o abri no ônibus, na volta pra casa, e só fechei quando quase perdi meu ponto. Foi aí que eu me apaixonei pela Min, e pela sua - trágica - história com o Ed. Aqui vai a resenha de Por isso a Gente Acabou, do Daniel Handler. 

Titulo original: Why We Broke Up || Ano: 2012 ||  Editora: Cia das Letras || Sinopse: Por isso a gente acabou trata, com a comicidade típica de Daniel Handler, nome verdadeiro de Lemony Snicket, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, tristeza e incerteza que essa vivência pode gerar. Min Green e Ed Slaterton estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação. Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas desse romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou.
"Por Isso a Gente Acabou" conta a história de um relacionamento que já chegou ao fim, e nos deixa a par dos porquês deste mesmo não ter tido um "felizes para sempre". Final feliz seria um pouco como pedir demais para um livro com esse título, né? A gente já entra na narrativa da personagem sabendo aonde aquilo vai parar, mas não querendo hora nenhuma frear a leitura. 

"Estou contando por que a gente acabou, Ed. Estou escrevendo, nesta carta, toda a verdade sobre o que aconteceu. E a verdade é que, porra, eu te amei demais"

A Mim está a cargo da narrativa, e é ela que nos conta os porquês desse relacionamento não ter ido para a frente, por meio de cartas que escreve ao próprio Ed, antes de colocá-la numa caixa e despejar em frente à porta do ex-namorado, junto a todos os pertences que a faz lembrar desses motivos. 

Do começo ao fim, o livro nos dá a sensação de estar conversando com uma amiga, ouvindo-a contar sobre todas as coisas que deram certo e que deram errado naquele relacionamento, querendo por vezes consolá-la e abraçá-la. A forma em cartas de conduzir o livro ajuda nessa sensação de proximidade com a protagonista, pois nos sentimos lendo as cartas como se as tivéssemos achado em algum lugar e começado a ler despretensiosamente, para já no final estarmos nos mordendo para saber o que foi o estopim daquele namoro adolescente que, desde o início, já dava indícios de ruir rapidamente, mas que para quem estava dentro - a própria Mim - parecia um conto de fadas moderno.

"Você nunca viu de verdade os filmes da minha cabeça, Ed, e foi por isso que a gente acabou"


A Mim é apaixonada por cinema antigo, e muitas vezes isso entra na narrativa, quando ela conta sobre os filmes que já viu, e como aquilo que aconteceu com ela e o Ed se parece com tal filme, ou aquele outro de 1937. Pessoalmente, eu adorei esse toque "vintage" que o autor colocou na personagem, pois quando eu era adolescente (e até hoje, sim), eu era apaixonada por filmes, e sempre adorei a história do cinema. Já o Ed é o típico adolescente popular, cheio de ex-namoradas e amigos do futebol, que sabe todas as festas badaladas, vive falando sobre tecnicalidades de jogos, e acha que tudo com um pouco de sentimento é "gay demais". É o tipo oposto de Mim, mas como a famosa frase diz: os opostos se atraem, e às vezes a gente não entende bem o porquê disso. Só acontece. E na maioria das vezes - como aqui - o final não é bonito.

"Eu te amava e aqui vão as suas coisas, para longe da minha vida onde você deve ficar, o sorriso é por isso"

Como disse o próprio autor do livro, numa entrevista engraçadíssima, esse livro é a triste história de duas pessoas que eram simplesmente diferentes, não se entendiam. Com uma boa dose de realidade, Daniel Handler nos mostrou todas as facetas de um relacionamento, desde o início incerto, passando pela felicidade apaixonada, até o final conturbado e as razões complicadas, tudo isso com o adicional drama e paixões adolescentes.  É um livro engraçado, ao mesmo tempo que muito real. Todo mundo já teve um Ed na vida, todo mundo já foi a Min, todo mundo já quis escrever uma carta para o(a) ex explicando todos os mínimos detalhes e lembranças daquele namoro que poderia ter dado certo, mas acabou em pedaços. 

A narrativa em cartas da Min é direta, às vezes se prolongando em uma cena ou outra, mas nem isso me fez largar o livro e me sentir cansada. Vi algumas resenhas no Skoob falando sobre esse aspecto, e apontando como algo ruim, mas eu vi apenas como a autenticidade da personagem ao não medir palavras para expor suas lembranças e sentimentos. Ao escrever a carta, Min está vulnerável e cansada - cansada de ter que carregar tudo aquilo para si, e escreve mesmo tudo o que já sentiu e o que está sentindo, todos os detalhes do que está dentro dela. E eu simplesmente adorei isso. 

Foi o primeiro livro que li no ano, e já entrou para meus favoritos. Recomendo para quem já se apaixonou alguma vez, e viu esse mesmo paixão se deteriorar. Você provavelmente vai se identificar com a Min. Quem não?


É isso, gente! Espero que tenham gostado. 
Até a próxima!


Oi, gente!

Oi Rafa.

Hoje vim aqui falar sobre a série mais comentada durante esse finalzinho de outubro + novembro: Chilling Adventures Of Sabrina, a série DARK da meia-bruxa Sabrina, que se tornou uma personagem muito conhecida pela Sitcom dos anos '90, Sabrina The Teenage Witch (1996–2003). Já vou logo adiantando: a série não tem nada a ver com a Sabrina inocente e engraçada dos anos noventa – isso já dá para ver só pelos trailers, mas vale ressaltar. 
Primeiro, vamos começar com: de onde surgiu SABRINA?

Uma série de quadrinhos muito conhecida é ARCHIE, da Archie Comics.


Archie (também conhecido como Archie Comics) é uma série de histórias em quadrinhos da Archie Comics, com o personagem Archie Andrews. O personagem apareceu pela primeira vez em Pep Comics #22 (capa de dezembro de 1941). Archie provou ser popular o suficiente para garantir sua própria série de livros em quadrinhos em andamento, que começou a ser publicada no inverno de 1942 e durou até junho de 2015.

A mesma coisa que aconteceu com Archie, que ganhou sua própria revista de quadrinhos, aconteceu com a Sabrina. A personagem apareceu pela primeira vez numa das edições de Archie, e foi tão adorada que ganhou suas próprias páginas.


Pulando trinta anos na história, chegamos a 1996, o ano de estreia da sitcom Sabrina: Aprendiz de Feiticeira (no Brasil), que faria Melissa Joan Hart brilhar como a bruxinha adolescente, e apaixonar toda uma geração de crianças e adolescentes. Baseada nos quadrinhos, a série trazia o mesmo tom leve das páginas ilustradas e os mesmos personagens já conhecidos pelos fãs da HQ (Sabrina, tia Hilda e Zelda, o gato Salem, etc.). Se você não lembra das reprises de Sabrina, the Teenage Witch nas tardes da Record, você muito provavelmente não é uma criança dos anos '90. HAHAHAHA 





Sabrina Spellman é uma adolescente com poderes mágicos que vem de uma longa linhagem de feiticeiras. Até ir para a faculdade, ela mora com suas tias bruxas, que a ensinam a usar a magia.
Ano: 1996 - 2003
A série fez tanto sucesso que ganhou dois filmes, além de um Spin-off em animação chamado "A Bruxinha Sabrina".



Vinte anos depois, a personagem que primeiro apareceu nos anos '60 e foi "revivida" nos anos 90, ganhou uma repaginada na nova série de quadrinhos da Archie Comics, focando num enredo mais sombrio e dark para personagens já conhecidos e amados -- não só Sabrina, mas o próprio Archie e seus amigos (Betty, Veronica, Jughead, etc). Em 2013 foi criada a nova série Afterlife with Archie, e não demorou muito para Sabrina também ganhar sua versão obscura com Chilling Adventures of Sabrina. 

Chilling Adventures of Sabrina


A série HQ, lançada em 2014, foi o que serviu de base para a série original Netflix. Aliás, essa imagem acima pode ser vista na abertura de CAOS, além de outras referências aos quadrinhos. O mundo sombrio de Sabrina faz parte dessa "renovação" do universo Archie, reimaginando esses personagens numa cidade mais caótica, onde nada é simplesmente inocente ou divertido. 

Diferenças dos quadrinhos para a série:

A maior diferença, para mim, foi o personagem Edward Spellman, pai da Sabrina. Na série da netflix ainda não sabemos muito bem o que aconteceu com os pais da Sabrina, se realmente morreram, se foi acidente ou não, se estão por aí, se é algum personagem reencarnado... Nos quadrinhos, lemos sobre Edward e sobre a mãe de Sabrina logo no começo, já tendo um vislumbre do que aconteceu com ambos. 

Outro personagem com uma história um tanto quanto diferente no HQ/Netflix: Harvey. Ele continua sendo namorado da Sabrina, encantador e apaixonado, mas seu destino é diferente nas páginas ilustradas. *Spoiler dos HQs, se você não quiser saber, não leia* Em uma das primeiras edições, onde Sabrina irá realizar seu Batismo Sombrio, conhecemos o fim do Harvey. Ele segue a garota e acaba espiando o ritual com as bruxas, e fica aterrorizado. Então é atacado por uma das bruxas que destroça seu corpo e o deixa na floresta para Sabrina ver, a mando de Madame Satan (na série, Ms. Wardwell). 


O que esperar da série, baseando-se nos quadrinhos:

Eu, que li e adorei os HQs, espero uma história mais desenvolvida sobre o pai da Sabrina, nas próximas temporadas. Ele é um personagem muito "icônico" para ser simplesmente alguém que morreu e bye bye! Queria que levassem o arco "Edward-Madame Satan" para a série. Seria ótimo ver esse relacionamento mais a fundo. Afinal, como conta os quadrinhos, Edward e a "sr. Wandwell" eram apaixonados antes do bruxo conhecer a mortal mãe da Sabrina. 

Salem:
Todo mundo ficou esperando que o gato familiar da Sabrina falasse, como na Sitcom com a Melissa Joan Hart, onde ele é um dos melhores personagens, com seu humor sarcástico e apetite infinito. Bem, até agora, não temos Salem falante na série sombria da Sabrina, mas, quem sabe? Nos HQs, temos uma edição inteiramente dedicada ao gato, onde conhecemos sua história e o porquê de ele ter se transformado em Familiar. Conhecemos Samuel, um jovem em seus vinte e poucos anos que cometeu um erro e foi amaldiçoado por bruxas, mais de quatrocentos anos atrás. 

Crossover com Riverdale?

Eu sei, eu sei, está todo mundo falando disso! Mas é bem capaz que aconteça! As HQs são do mesmo universo, Sabrina surgiu dentro de uma HQ do Archie (personagem principal de Riverdale) e, em sua própria história, os alunos de Brexter high interagem com os alunos do Riverdale High em uma determinada ocasião. Seria legal ver esse crossover, mesmo que em algo pequeno. 

Leia os quadrinhos de graça:

Uhu! Os quadrinhos de Chilling Adventures of Sabrina estão disponíveis DE GRAÇA no Kindle Unlimited. Quando vi, baixei praticamente todos e comecei a ler :O Além do mais, são curtos (35-40 páginas), a linguagem não é difícil (só está disponível em inglês) e é uma boa leitura para quem amou a série. Recomendo!

É isso, gente! Espero que tenham gostado. 
xoxo
até o próximo <3


Título Original: Younger || Autora: Pamela Redmond Satran || Editora: Record || Páginas: 319 || Gênero: Chick-lit || Ano: 2015 || Sinopse: Alice sempre pareceu mais nova do que realmente era, apesar de alguns fios de cabelo branco e do jeito despojado de dona de casa de Nova Jersey. Ou melhor: ex-dona de casa. Agora que o marido a deixou e que a filha já não é mais criança, ela precisa refazer sua vida. Então deixa que sua melhor amiga, Maggie, transforme seu visual na véspera do Ano-Novo. Graças às maravilhas da tintura de cabelo e de um par de jeans colado ao corpo, Alice se vê com uma aparência mais jovem, fato atestado num bar de Manhattan: à meia-noite, ela beija um cara que ainda usava fraldas quando ela já cursava o ensino médio. A mentirinha que contou a Josh a faz acreditar que, se ninguém perguntar sua idade, ninguém vai descobrir a verdade. Então Alice se candidata a um cargo na editora em que trabalhou brevemente antes de se tornar mãe em tempo integral – e consegue o emprego. Aos poucos, Josh se apaixona perdidamente por Alice, uma mulher muito mais interessante que as da idade dele. Para ele, Alice tem 29 anos – e pela primeira vez desde os 29 ela tem a sensação de que a vida é um mar de possibilidades. Mas, infelizmente, uma delas é ser desmascarada.

A vida de Alice mudou bastante no último ano. Sua mãe morreu, seu casamento acabou e sua filha se mudou para o outro lado do mundo. Divorciada, sozinha e morando ainda na mesma casa no subúrbio de Nova Jersey, Alice começa a pensar em voltar ao mercado de trabalho. O problema? Ninguém a aceita, já que ela passou duas décadas dedicando sua vida à filha, zero trabalho. Sem experiência no mercado editorial - sua área de trabalho - no mundo atual, Alice está convencida de que nunca mais voltará à ativa e está destinada a passar os dias como dona de casa sozinha em New Jersey mesmo. Para dar uma animada, ela vai passar a virada de ano em Nova York, no apartamento de sua melhor amiga desde a infância, Maggie, uma pintora autêntica e independente, que abraçou a Big Apple há muito tempo, e nunca pensou em se casar. É Maggie que coloca na cabeça de Alice que el aparece muito mais jovem do que é, e que, se ninguém perguntar sua idade, Alice pode muito bem se passar por alguém mais jovem - 27 anos, talvez? E aí, depois de uns retoques da amiga - guarda-roupa novo e maquiagem em dia - Alice vai para a noite nova iorquina decidida a provar esse experimento: ela pode mesmo se passar por alguém mais jovem?

Ai, meu Deus. Até que enfim! Um livro que eu tinha expectativas, e foram alcançadas! Mesmo não esperando que esse fosse o melhor livro da minha vida Younger é tudo o que eu esperava: um chick-lit engraçado, com personagens cativantes, Nova York pulsando ao fundo, um romance delicioso e uma história interessante. Depois de já ter assistido à série, eu fiquei muito instigada a ler o livro, e não é que a transição livr-tv/tv-livro foi ótima? Eu adoro a adaptação para a tevê de Younger, e gostei igualmente do livro. 

Alice (na série mudaram para Liza ?_?) sabe que tem muito potencial no mercado editorial e não quer deixar ninguém lhe contradizer. Frustrada com as negativas que recebe, assim que decide não revelar a idade ou a parte do seu passado que denuncia o número acima de 40 em sua certidão de nascimento, Alice recebe uma proposta de emprego numa editora onde já trabalhou antes - arriscado, mas ao mesmo tempo reconfortante voltar ao lugar onde tudo começou. Além do novo emprego, Alice começa a dividir o apartamento com sua amiga de infância, Maggie, e ainda consegue um romance com um rapaz bem mais novo - embora ele não saiba disso. Vivendo uma segunda chance como alguém no alto dos seus vinte e poucos anos, Alice nos introduz à sua vida de felicidades, tristezas, arrependimentos e escolhas. Ela nos mostra como é a vida de uma pessoa de quarenta e poucos anos, as crises e as diferenças com essa geração "millenial", dentro do mercado de trabalho ou até mesmo nas relações amorosas. Alice não tem medo de falar sobre seus sentimentos e não coloca o pé no freio quando percebe que está indo rápido demais nesse negócio de fingimento. Ela quer uma nova vida, e está conseguindo, mesmo que esteja enganando algumas pessoas no processo. É incrível acompanhar a vida de uma pessoa como ela, que estaria no fundo do poço por causa apenas de um número num documento.
“Só nós mesmas temos o poder de transformar nossos sonhos em realidade.”
Preciso dizer, uma personagem que me surpreendeu muito no livro foi a Maggie. Eu consegui imaginá-la exatamente como a atriz que a interpreta na série: forte, determinada, sem papas na língua. Mas há uma diferença na Maggie livro para a Maggie tevê: essa Maggie literária tem vontade de ter filhos, por fertilização ou adoção, e esse tema é abordado no livro com sutileza e leveza. Ela é uma mulher lésbica de quarenta e poucos anos, nunca foi casada e está ouvindo ao desejo de ser mãe. As dificuldades existem, e nós vemos o constraste entre ela e Alice: uma, mãe dentro do casamento com uma filha de vinte anos, que não imagina mais passar por isso nem em um século. A outra, torcia o nariz para fraldas e chupetas, agora sentindo finalmente a vontade de experimentar dividir a vida com alguém que ainda não sabe nem falar. Amei esse constraste na série, e as conversas de Alice com Maggie sobre tudo isso.

Outro personagem que me surpreendeu foi o Josh: ele é a pessoa mais engajada no relacionamento, apaixonado pela Alice, Josh faz de tudo para mantê-la por perto, e acaba com aquele mito de que pessoas mais jovens não querem relacionamentos sérios. Alice achou que sua "saída" com alguém vivendo seus vinte e poucos anos seria algo casual, e acabou entrando em algo mais sério do que esperava. Um romance delicioso de ler sobre.

O livro foi uma surpresa agradável, e eu me apeguei demais à história e aos personagens. Um típico chick-lit, focado inteiramente na vida de mulheres incríveis e diferentes. Passou rapidinho, apesar de suas mais de 300 páginas.

Recomendo para quem gosta de Marian Keyes, Sophie Kinsella e Nova York.


Se você quiser ler sobre a série, já tem post aqui no blog! 

Clica na imagem para ler!




Oi, gente!

oi, rafa!

Tudo bem com vocês?!

Se tem uma coisa que eu amo, são livros únicos. Uma história que começa e acaba em um livro só e pronto, pá! Não precisa de cotinuação, trilogia, série, 10 livros para me fazer gastar dinheiro e me apegar aos personagens HAHAHAH 

Então, essa TAG é perfeita para mim. Foi criada pelo Vitor, do canal Geek Freak. Todo mundo conhece, né? hehe Vamos lá às perguntas da TAG Livros Únicos. 



1. Um livro único que te deixou querendo mais ou querendo continuação.
O Estranho Caso do Cachorro Morto. Ai, gente, eu queria muito saber mais sobre o Chris, sobre o que ele encontrou, sobre o que acontece depois do fim.

2. Um livro que conseguiu cumprir sua proposta; um livro que foi suficiente.
A Resposta <3 O livro já é grande, a história é incrível, eu adorei ada página, mas um só foi suficiente. Um dos favoritos da vida!

3. Um livro único com personagens únicos:
Além da Magia, da Tahereh Mafi. A personagem principal não tem cor! O livro é todo único hahaha 

4. Um livro único com cara de trilogia ou série. 
Gente, 0 livro me vem a mente nessa.

5. Um livro único que você leu super rápido e não parou até terminar de ler. 
Como Viver Eternamente. Foi o primeiro livro que li em um dia, menos de 24h. Lembro da sensação até hoje HAHAHA Fiquei impressionada; tinha pegado o livro de repente e quando vi, acabou.

6. Um livro único de um de seus autores favoritos. 
Tem Alguém Aí?, da Marian Keyes! 

7. Um livro único que você recmomendaria a todos.
Toda Luz que Não Podemos ver. O livro é lindo, se passa no meio da guerra, mas não fala MUITO sobre a guerra; é de um ponto de vista totalmente diferente. A guerra é o pano de fundo, e a leitura é muito gostosa, emocionante e linda. 

8. Um livro único que te fez chorar. 
Extraordinário. Ah, gente, chorei no livro, no filme, em tudo.

9. Um livro único fora da sua zona de conforto. 
Não sei. Acho que não houve um. A maioria dos livros fora da minha zona de conforto são de fantasia, e esses sempre fazem parte de séries... então, não tem um livro para essa categoria :/ *sorry*
oi. esse é o Júnior.
Então, essas foram as perguntas da TAG! Não vou marcar ninguém, porque acho que todo mundo já respondeu hahahaha a tag não é nova, então, é isso. Espero que tenham gostado <3