oi, rafa.

Pensar.
Planejar.
Ler.
Reler.
Pesquisar.
Encarar a parede por duas horas pensando em todos os furos no roteiro.
Acordar no meio da noite com uma cena pronta na cabeça e perder o sono às quatro da manhã.
Pensar. Pensar mais um pouco e parar no meio da hora do almoço, com o garfo no meio do caminho, pensando mais.

Eu amo processos criativos. Processos de escrita, e saber a rotina de um escritor (ou de qualquer artista, na verdade). Sou apaixonada! Se você conhecer algum livro de um escritor contando sobre sua vida de escritor (como Sobre a Escrita, do Stephen King; ou O Zen e a Arte da Escrita, do Ray Bradbury) eu vou AMAR. Sério, sou fascinada por isso. Assisto vlogs de escrita no YouTube sempre, e não importa se são de dez minutos ou de uma hora. Quanto maior, melhor. Eu amo processos criativos, o meu ou o de qualquer outra pessoa, literalmente. Se eu não soubesse como alimentar meu cérebro criativo, provavelmente essa seria a maior frustração da minha vida. Mas, que bom que eu aprendi.

Aprendi de verdade.






Oi, gente!

Oi, Rafa!
Tudo bem com vocês?
A resenha de hoje é de um dos livros mais gostosos que eu li nos últimos tempos, de uma autora que eu gosto demais e vocês com certeza já ouviram falar: Rainbow Rowell. E esse também é um dos meus 12 livros para 2019, que está lá no canal. Clica aqui pra ver o vídeo!



Título Original: Landline || Autora: Rainbow Rowell || Páginas: 319 || Sinopse: Georgie McCool sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura. Talvez sempre esteve em segundo plano. Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças. Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo. Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer… Será que é isso mesmo o que ela deve fazer? Ou ambos estariam melhor se o seu casamento jamais tivesse acontecido?
          Georgie tem quase quarenta, duas filhas, um casamento o.k e uma oportunidade de conseguir o emprego dos sonhos -- a realização, finalmente, de ter sua própria sitcom, junto com seu amigo desde a faculdade, Seth. Eu diria que tudo está indo bem na vida de Georgie. Só que não está. 
Na superficie, pode parecer que sim, mas no fundo... qualquer pessoa que "deixa" o marido viajar sozinho para o outro lado do país, no natal, com as filhas, e meio que volta a morar com a mãe nesse período, tudo para trabalhar dias seguidos e muito atarefados no que quer que seja... está dando sinais de que algo não vai bem. E esse algo é o casamento de Georgie. O que ela descobre ser a coisa mais importante de sua vida. 
              O que Georgie não esperava era ter a segunda chance. Aquela que todo mundo fala merecer, mas ninguém sabe o que fazer para conseguir. Georgie tem sorte. Ao pegar o velho telefone amarelo na casa da sua mãe, aquele no seu quarto de adolescente, o mesmo que ligava para o agora marido, Neal -- na época namorado de faculdade -- Georgie descobre que o telefone é mágico. Ele simplesmente consegue conectá-la a Neal de 15 anos atrás, Neal jovem, Neal que ainda não a havia pedido em casamento, numa época em que não haviam as filhas, o cansaço, a responsabilidade. E são nessas ligações que ela encontra a sua segunda chance para fazer o casamento dar certo. Para consertar o que nem ela sabe que precisa de conserto.
Um. Telefone. Mágico. 
Não precisa de mais nada. 
Foi aí que a Rainbow me ganhou com esse livro. 
E eu realmente não sei por que demorei tanto tempo pra ler! Já li os outros da Rainbow na minha estante, e amo cada um deles de um jeito, mas nunca tinha parado e pensado em ler Ligações. Até que o coloquei na minha lista de 12 livros para 2019, e de repente vi que era a hora. E foi mesmo a hora certa. 

Depois de já ter lido, como eu disse, 3 outros livros da autora, eu já sabia que gostava da Rainbow. Eu já sabia o que esperar da sua escrita, e foi deliciosa como sempre. Se você nunca abriu um livro da Rainbow Rowell, bem... se prepare para sutileza, detalhes pequenos que ajudam a construir os personagens e fazem toda a diferença, diálogos incrivelmente bem construídos, mesmo que sobre a coisa mais banal, e cenas inusitadas, mas bem colocadas e interessantes, como o parto de uma cachorrinha pug. É. Isso tudo. E eu fui fisgada desde a primeira página

Rainbow escreve sobre adolescentes e sobre adultos, como na sua biografia dos livros, ela escreve sobre pessoas que falam demais e sentem que sempre estragam tudo. Aqui em Ligações Rainbow escreve sobre personagens já adultos, com a vida encaminhada, casamento e problemas mais sérios. Eu descobri que gosto mais quando ela faz isso. Adoro Young Adult, e Fangirl é um dos meus favoritos, mas nada como ler sobre adultos que não sabem muito bem o que estão fazendo, e parecem muito mais relacionáveis do que adolescentes naquela fase confusa. Porque quando viramos adultos, ainda continuamos sentindo que estragamos tudo o tempo inteiro, e ler sobre isso é uma delícia. 

O final do livro era o que eu esperava. Algo digno de Rainbow, sem muita enrolação ou grandiosidade. Como se fosse um capítulo fechado, a conclusão de um problema que estava no livro e pronto, fim. Eu adoro isso. O final aqui não é em aberto, mas chega perto disso. E pra mim foi perfeito. 

Recomendo para quem quer passar o tempo debaixo das cobertas num final de semana frio, quem gosta de personagens cativantes e umas boas risadas. Ah! E telefones mágicos



Oi, gente!


O post de hoje é diferente. Não é indicação, nem resenha, ou sobre séries e filmes... é só um desabafo sobre Ressaca Literária. Ou só sobre a vontade de fazer tudo menos ler. 

Quando a gente está tão inserida no mundo literário, fica difícil imaginar que aquele momento em que a gente não consegue pegar nenhum livro sem se frustrar porque não consegue ler 10 páginas, pode ser simplesmente a vontade de ler que está muito longe, e não ressaca literária. Eu entendo sobre ressaca, sobre querer muito ler aquele livro ou um livro na mesma vibe de um livro incrível que terminamos há pouco tempo. Isso já aconteceu diversas vezes, mas passa logo. É só um tempinho em que estamos nos recuperando de uma leitura muito boa (ou muito ruim). Mas... pegar 20 livros seguidos e não conseguir ler 10 páginas sem se distrair, se frustrar ou dormir... não. E eu demorei bastante tempo pra perceber que a única explicação é que eu eu não queria ler

E quando eu percebi isso, parei de me cobrar. Em março não li nem um livro. E no começo do mês eu estava irritada com isso, e até triste. Mas quando me dei conta que eu não sou obrigada a ler, e que há muito mais para fazer do que siplesmente ler... eu parei e deixei a vontade ir. Sabia que ela voltaria uma hora. Assisti filmes, séries, não toquei num livro por dias. E não era porque eu, de repente comecei a odiar livros. Eu queria conhecer as histórias, estava frustrada porque queria ler tudo da minha estante, queria sim, mas... não agora. Sabe?

É difícil saber quando é ressaca e quando a gente simplesmente não quer ler. No começo da semana, abri o kindle sem expectativas e dei continuidade a uma leitura que tava gostando muito. Li sem sentir, sem nem me dar conta. A vontade voltou por conta própria. 

E vai ficar, eu sei. Até dar outra pausa. 

E assim vai. Aprendi que é normal. E deixar de se cobrar por qualquer coisinha pequena foi tão importante. Parece bem bobo, mas na era do bookstagram, a gente se cobra demais. E pode ser diferente, né? Daqui em diante vai ser diferente, pelo menos pra mim. 

É isso, gente. Espero que vocês não se cobrem tanto também!

Beijos <3


Se inscreva no canal!



Oi, gente!

oi, rafa!

Eu juro que nesse post não vou indicar Stranger Things, ou Santa Clarita Diet, nem La Casa de Papel ou Chilling Adventures of Sabrina... vamos falar de séries da Netflix que são INCRÍVEIS mas poucas pessoas falam sobre? Vamos, porque esse é meu tipo favorito de entretenimento HAHAHAH amo descobrir coisas novas e forçar TODO MUNDO a assistir. 

Vamo lá!
A Primeira é um AMOR meu, já até falei aqui no blog. É romance, é britânico, é super engraçado e é original Netflix, então tá completa no catálogo (até agora)! 

1. Lovesick [trailer]

Lovesick, que não era originalmente Netflix mas foi resgatada (amém, Netflix!), e agora é oficial no catálogo, conta a história de Dylan, um rapaz que descobre que tem clamídia (doença venéria) e tem que entrar em contato com todas as pessoas com quem já dormiu, para certificá-las de que... está tudo bem com elas. HAHA Parece uma premissa muito QUÊ? mas faz sentido, é bem original, tem uma linha do tempo não linear, o que nos faz sempre ficar ligados na tela, e personagens pra lá de cativantes. Vale super a pena. ♥

2. Plan Couer (Amor Ocasional) [trailer]

Você quer fugir de série americana? então vem aqui em Amor Ocasional ♥ Uma série francesa muito gostosinha de assistir, com 3 amigas fortes e engraçadas, cheias de histórias para contar e loucuras para fazer. A série fala sobre Elsa, uma mulher em seus quase 30 anos que está tendo dificuldades em aceitar que o ex-namorado de anos e anos agora está noivo de uma mulher que "mal conhece", então as amigas fazem um plano para que ela saia com um cara perfeito. Só que... né? Tudo é um grande mal entendido, e quando Elsa se apaixona pelo "cara perfeito", as coisas começam a ir muito mal. É deliciosa de assistir, tem 1 temporada completa e já foi renovada pra a segunda ♥

3. Explicando [trailer]

Essa é a primeira da lista que não é de Ficção. Explicando é uma série documental sobre... tudo. Sobre o que você quer saber? K-Pop? Temos. Quer aprender como funciona a bolsa de valores? Temos. Orgasmo Feminino, como que isso acontece? Então, assiste Explicando que eles vão te explicar. HAHAHA De forma direta e dinâmica, a série conta com episódios curtos para que a gente entenda rapidinho o que acabaram de explicar ali. É basicamente isso. Quer aprender? Eles explicam.

4. Nailed It! [trailer]

Ah, sério, Renata? Mais um Reality Show de cozinha... pffft. É, então! Mas é o seguinte... o diferencial de Nailed It é que... os participantes ali não entendem muito bem de cozinha não! HHAHAH E todo episódios são 3 participantes diferentes disputando 10 mil reais. Quem replicar melhor um doce/bolo super complicado, leva! E aí, quem se arrisca? HAHAHA

5. Atypical [trailer]

Ai, meu Deus. Quer uma série para morrer de amor? Vem, vamos assistir Atypical juntos! A série fala sobre um garoto dentro do espectro autista, e recebe o conselho da terapeuta de sair mais, talvez encontrar alguém para um encontro, uma namorada... e é isso que Sam vai em ubsca, na 1ª temporada, e descobre muito mais sobre si mesmo do que apenas o que gosta em garotas. É uma série sobre descobertas, liberdade, novas fases, e amor de família. É muito, muito boa. Recomendo para qualquer público!

6. Quee Eye [trailer]

Ok, talvez Queer Eye seja a mais conhecida aqui da lista, mas eu tinha que trazer, pelo menos como um bônus! É uma série onde 5 homens gays trabalham por uma semana na vida de uma pessoa a fim de melhorar seu estilo, não só de roupa, mas sua convivência no mundo, as maneiras, as relações, tudo! é aquela série para rir muito, se apaixonar e no final acabar chorando. Não tem escapatória! Vai logo assistir. I'm not crying. You're crying! 
E aí, você já assistiu alguma dessas? Já ouviu falar? Se não assistiu, vai assistir quando? HAHAH é isso, gente! até a próxima

xoxo

Oi, gente!

Oi, rafa!

Como estão? Hoje trago a resenha de mais um thriller -- o que eu tô amando ler! Quem Era Ela, de Jp Delaney (pseudônimo), publicado pela editora intrínseca.

Autor: JP Delaney || Ano: 2017 || Editora: Intrínseca || Gênero: Thriller psicológico || Sinopse: É preciso responder a uma série de perguntas, passar por um criterioso processo de seleção e se comprometer a seguir inúmeras regras para morar no nº 1 da Folgate Street, uma casa linda e minimalista, obra-prima da arquitetura em Londres. Mas há um preço a se pagar para viver no lugar perfeito. Mesmo em condições tão peculiares, a casa atrai inúmeros interessados, entre eles Jane, uma mulher que, depois de uma terrível perda, busca um ponto de recomeço. Jane é incapaz de resistir aos encantos da casa, mas pouco depois de se mudar descobre a morte trágica da inquilina anterior. Há muitos segredos por trás daquelas paredes claras e imaculadas. Com tantas regras a cumprir, tantos fatos estranhos acontecendo ao seu redor e uma sensação constante de estar sendo observada, o que parecia um ambiente tranquilo na verdade se mostra ameaçador.


Eu estava buscando thrillers na amazon, na loja Kindle, quando me deparei com esse, que eu nunca tinha ouvido falar. Juro que não conhecia, mas a capa, título e o comecinho da sinopse me intrigaram. Eu adoro livros/filmes que giram em torno de algo, uma coisa que prende o interesse de todos os envolvidos, e é envolta em mistérios. O caso aqui é a casa, do endereço Folgate Street, n 1. Enigmática como só ela, cheia de mistérios envolvendo-a, possíveis crimes e pessoas esquisitas rondam essa casa, e mesmo assim, chove inscrições para ser o novo morador. Ah, é. Para morar ali o interessado deve responder a uma série de perguntas, e no final ainda convencer o proprietário. Eu mesma já sairia correndo... tudo isso para morar numa casa que ainda por cima é cheia de exigências? Não podem haver crianças, animais, objetos no chão ou bagunça. Sim, a casa é monitorada 24hrs por dia, há câmeras em todos os cômodos e Edward, o dono e arquiteto que colocou o projeto de pé, está sempre por lá. Oh, que maravilha! HAHA Com essa premissa no mínimo interessante, começamos a cavar mais nas terras da Folgate Street, n 1, até descobrirmos os cadáveres...




O livro já começa deixando algo no ar. A gente sabe que algo aconteceu e que não estamos vendo toda a verdade. Somos introduzidos ao casal, Emma e ----, de Antes, e logo depois a Jane, de Depois. É importante ressaltar o antes e depois, pois o livro é contado desses dois pontos de vista, no mesmo endereço, Folgate Street, Nº 1. Sabemos, logo de cara, que Emma morreu naquela casa, onde Jane se candidata para morar, e consegue, mesmo todo mundo lhe dizendo como o proprietário, Edward, é um homem misterioso e exigente. 

Desde o primeiro capítulo do livro, eu estava investida. Não queria largar por um só minuto, pois todo novo capítulo revelava algo que me deixava intrigada. Foi realmente um jogo de pistas que levava até um caminho, mas no fim desse caminho, existiam outras diversas alterantivas. Muito difícil, durante a leitura, identificar quem era o mocinho e quem era o vilão, ou a vilã, ou o que de fato havia acontecido naquela casa. Vamos descobrindo mais de uma morte esquisita no endereço, vamos desvendando a vida de Edward, o proprietário misterioso, e também das mulheres que decidem morar lá, Emma, Antes, e Jane, Depois

O jogo de Edward com as duas é mostrado como perigoso, e o tempo inteiro achamos que sabemos o que está acontecendo, só para descobrirmos, no final, que fomos feitos de bestas. E não é isso que um bom thriller deve proporcionar? Passamos por todos os estágios de desconfiança. Será que Emma morreu mesmo? Será que foi assassinato? Acidente? Suicídio? Será que ela sabia de alguma coisa que ninguém mais sabia? Será que todos estão contando a verdade? Com certeza, não!

Quem Era Ela? é um livro de mistério que cumpre sua proposta, nos deixa ávidos por respostas, e surpreende no final. Recomendo a leitura, para quem gosta de thriller psicológico cheio de reviravoltas.



    É isso, gente!
  Espero que tenham gostado da resenha. 
até o próximo!

xoxo


Oi, gente!

oi, rafa!

Faz MUITO tempo que não faço uma playlist aqui no blog. Não lembro nem qual foi a última... talvez tenha sido na época que as músicas que vou postar hoje foram lançadas, tipo 15 anos atrás HAHAHAH Eu não lembro mesmo. Mas isso é ótimo, porque posso ~inovar~ isso daqui com um post diferente. Vamo lá?

A Playlist de hoje é inspirada 100% na Nostalgia que senti, essa semana passada, ao perceber que já tenho 23 anos, e que dez anos atrás eu estava em um momento musical totalmente diferente. Com 13 anos eu ouvia basicamente dois polos diferentes: Rock (de tudo) e McFly. HAHAHA É, eu sei, os dois meio que não se misturam, ainda mais que em 2009 McFly era quase o que One Direction foi em 2013, então a fan base Rock/McFly não se misturava. Mas tinha eu, ali no meio :D Heheh Enfim, tirando McFLy um pouquinho do quadro... a cena do rock nacional em meados dos anos 2000 era bem forte, e praticamente todo dia eu conhecia música nova, ficava por dentro de bandas que falavam a minha língua e cantavam o que eu estava sentindo, tudo aqui dentro do Brasel. A MTV fez um ótimo trabalho divulgando essas bandas, e aumentando nosso interesse na música brasileirinha. Foi a última vez que isso aconteceu com o Rock, e, quando eu parei pra ouvir tantas músicas boas, que me trouxeram memórias incríveis, não pude evitar sentir essa nostalgia boa. 

Então, vamo pra a playlist, que eu já tô me coçando pra ouvir tudo de novo e ser transportada para o passado.




Com certeza eu ouvia muito NXZero, mas numa época ainda antes dessa. Das minhas bandas favoritas eu posso apontar 2OIS e Fresno. Eu amava/amo a vibe engraçadinha das músicas da 2OIS, #Volta2 AHAHA A minha letra favorita é de O Morno, do Nevilton. "Rezava, mas esquecia de crer, queria o bem, mas só levava a mal, e quando, então, o papo era fazer preferia voltar só no final.
Pois sempre foi mais fácil esperar e ver as flores no jardim dos outros, esperar para ver no que vai dar... e se for legal, por que não fazer igual?
A música nacional tem muita coisa boa. Ainda que hoje o rock não esteja em evidência, há coisas além do Funk e o Sertanejo que dominam o cenário hoje em dia. É só catar pra ver!


E vocês, ouviam alguma dessas músicas? Lembram da época em que o Rock Nacional estava em evidência? Porque eu lembro e QUERO de novo. 



Você provavalmente conhece a Soirse da adaptação do livro da Stephanie Meyer, mesma autora de Crepúsculo, A Hospedeira. Foi um filme bem falado em 2013, não sei se pelo bom ou pelo ruim, já que não assisti, pois não li o livro, e sinceramente não fazia meu estilo. Quando vi anunciando esse filme, não percebi que já conhecia a Saoirse de algum lugar, e foi só depois de rever os filmes dela que percebi. Veio aquele sininho: nossa, é aquela atriz. E depois disso eu passei a prestar mais atenção na Ronan. A atriz sempre fez filmes que me chamaram atenção (com exceção de A Hospedeira), e eu gosto da atuação da irlandesa. Por isso, depois de reunir meus 3 filmes favoritos com a atriz, eu resolvi voltar com o "quadro" 3 Filmes Para Conhecer. Vamo lá?


Saoirse Una Ronan é uma atriz irlandesa radicada nos Estados Unidos. Levantou-se ao estrelado ainda criança e ganhou destaque internacional em 2007, após coestrelar o filme Atonement, pelo qual ganhou suas indicações para o prêmio BAFTA de Melhor Atriz coadjuvante em cinema, o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante e um Óscar, também de Melhor Atriz Coadjuvante. Saoirse foi indicada ao Oscar 2016 na categoria de melhor atriz pelo filme Brooklyn. Venceu o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical por sua atuação no filme Lady Bird.



Desejo e Reparação


Quando você olha a capa desse filme, com certeza você se lembra da Keira Knightley e do James McAvoy, mas cadê a Saoirse aí? Então, pode não parecer, mas a Saoirse está lá, e o papel dela é fundamental na adaptação do romance de Ian McEwan. É ela quem desencadeia os acontecimentos principais da história, e em um ponto de vista, é a protagonista. Ou antagonista? Bem, você precisa assistir para tirar as conclusões. Esse filme quebrou meu coração em milhões de pequenos pedaços, jogou tudo num ensopado e bebeu de canudinho. Sério, se prepara, leva um lencinho, ou talvez uma caixa. É um romance que te deixa no chão. 

Lady Bird: a Hora de Voar


Lady Bird ganhou meu coração logo de cara. O filme se passa nos anos 2000 e fala sobre a adolescência/descoberta da vida adulta de uma garota no interior dos Estados Unidos, querendo abraçar o mundo e ganhar independencia, mesmo que todos a digam o contrário. Autointitulada de Lady Bird, Christine deixa claro sua vontade de querer ser livre, descobrir quem é e voar com as próprias asas. O filme foi indicado ao Oscar em 2018 e rendeu a Ronan um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical. Vale muito a pena, principalmente se você tinha a mesma faixa de idade da Christine em 2005/2006. O filme aquece nosso coração e gera muita identificação por tratar de assuntos típicos do fim da adolescência, como namoro, virgindade, "primeiras vezes" e os próximos passos para o futuro. É pessoalmente um dos meus favoritos. Vale ressaltar que é dirigido pela incrível Greta Gerwig, atriz de Frances Ha e Mistress America.

Um Olhar do Paraíso


Com certeza você conhece esse filme. Um dos primeiros que colocou de vez a jovem Saoirse, The Lovely Bones é um filme de 2009 que conta a trágica história de Susie Salmon (como o peixe) que é sequestrada e morta enquanto voltava da escola. O longa nos leva numa jornada junto com a personagem, para lhe trazer justiça e ajudar aos que ficaram na terra a descobrir quem fez uma coisa dessas com uma garota tão adorável quanto Susie. O filme é adaptação do livro de mesmo nome, de Alice Sebold. 


Saoirse Ronan é, para mim, uma das melhores atrizes dessa geração talentosa, cheia de filmes grandes nas costas, indicação ao Oscar e prêmios importantes na prateleira. Se você não a conhecia, da uma chance a um desses filmes! Não vai se arrepender.

⭐ Menções Honrosas 


É isso, gente!
Espero que tenham gostado do post. 

Já viu algum filme com a Saoirse? 

Está intrigado sobre como se pronuncia o nome dela? Clica aqui pra aprender! hehe É tipo "Sôrcha" e significa "liberdade". 


Beijos! até o próximo,