Oi, gente!

oi, rafa!

Eu juro que nesse post não vou indicar Stranger Things, ou Santa Clarita Diet, nem La Casa de Papel ou Chilling Adventures of Sabrina... vamos falar de séries da Netflix que são INCRÍVEIS mas poucas pessoas falam sobre? Vamos, porque esse é meu tipo favorito de entretenimento HAHAHAH amo descobrir coisas novas e forçar TODO MUNDO a assistir. 

Vamo lá!
A Primeira é um AMOR meu, já até falei aqui no blog. É romance, é britânico, é super engraçado e é original Netflix, então tá completa no catálogo (até agora)! 

1. Lovesick [trailer]

Lovesick, que não era originalmente Netflix mas foi resgatada (amém, Netflix!), e agora é oficial no catálogo, conta a história de Dylan, um rapaz que descobre que tem clamídia (doença venéria) e tem que entrar em contato com todas as pessoas com quem já dormiu, para certificá-las de que... está tudo bem com elas. HAHA Parece uma premissa muito QUÊ? mas faz sentido, é bem original, tem uma linha do tempo não linear, o que nos faz sempre ficar ligados na tela, e personagens pra lá de cativantes. Vale super a pena. ♥

2. Plan Couer (Amor Ocasional) [trailer]

Você quer fugir de série americana? então vem aqui em Amor Ocasional ♥ Uma série francesa muito gostosinha de assistir, com 3 amigas fortes e engraçadas, cheias de histórias para contar e loucuras para fazer. A série fala sobre Elsa, uma mulher em seus quase 30 anos que está tendo dificuldades em aceitar que o ex-namorado de anos e anos agora está noivo de uma mulher que "mal conhece", então as amigas fazem um plano para que ela saia com um cara perfeito. Só que... né? Tudo é um grande mal entendido, e quando Elsa se apaixona pelo "cara perfeito", as coisas começam a ir muito mal. É deliciosa de assistir, tem 1 temporada completa e já foi renovada pra a segunda ♥

3. Explicando [trailer]

Essa é a primeira da lista que não é de Ficção. Explicando é uma série documental sobre... tudo. Sobre o que você quer saber? K-Pop? Temos. Quer aprender como funciona a bolsa de valores? Temos. Orgasmo Feminino, como que isso acontece? Então, assiste Explicando que eles vão te explicar. HAHAHA De forma direta e dinâmica, a série conta com episódios curtos para que a gente entenda rapidinho o que acabaram de explicar ali. É basicamente isso. Quer aprender? Eles explicam.

4. Nailed It! [trailer]

Ah, sério, Renata? Mais um Reality Show de cozinha... pffft. É, então! Mas é o seguinte... o diferencial de Nailed It é que... os participantes ali não entendem muito bem de cozinha não! HHAHAH E todo episódios são 3 participantes diferentes disputando 10 mil reais. Quem replicar melhor um doce/bolo super complicado, leva! E aí, quem se arrisca? HAHAHA

5. Atypical [trailer]

Ai, meu Deus. Quer uma série para morrer de amor? Vem, vamos assistir Atypical juntos! A série fala sobre um garoto dentro do espectro autista, e recebe o conselho da terapeuta de sair mais, talvez encontrar alguém para um encontro, uma namorada... e é isso que Sam vai em ubsca, na 1ª temporada, e descobre muito mais sobre si mesmo do que apenas o que gosta em garotas. É uma série sobre descobertas, liberdade, novas fases, e amor de família. É muito, muito boa. Recomendo para qualquer público!

6. Quee Eye [trailer]

Ok, talvez Queer Eye seja a mais conhecida aqui da lista, mas eu tinha que trazer, pelo menos como um bônus! É uma série onde 5 homens gays trabalham por uma semana na vida de uma pessoa a fim de melhorar seu estilo, não só de roupa, mas sua convivência no mundo, as maneiras, as relações, tudo! é aquela série para rir muito, se apaixonar e no final acabar chorando. Não tem escapatória! Vai logo assistir. I'm not crying. You're crying! 
E aí, você já assistiu alguma dessas? Já ouviu falar? Se não assistiu, vai assistir quando? HAHAH é isso, gente! até a próxima ♥

xoxo

Oi, gente!


Como estão?

Todo mundo sabe que a Netflix está dominando a internet e deixando as horas de downloads de lado. Facilitou a vida de muita gente, e depois que a Netflix começou a produzir seus próprios filmes e séries, o sucesso foi absoluto. Hoje em dia, a variedade de conteúdo original da rede é gigante, e cresce a cada temporada. Mal acabamos uma série e já tem outra, ou um filme, documentário, enfim! A quantidade realmente só vai para a frente. E isso é maravilhoso! Só que nos faz ter cada vez mais séries na fila, cada vez mais coisas atrasadas, tsc. 


Mais como uma lista pessoal, um lembrete, do que um post útil (ops!), vim trazer para vocês uma lista de cinco séries que PRECISO assistir, e todas têm algo em comum: são produções Originais Netflix. 

Love

A descarada Mickey (Gillian Jacobs) e o nerd bonzinho Gus (Paul Rust) são bem diferentes um do outro. Enquanto se recuperam dos relacionamentos fracassados, eles acabam precisando lidar com os altos e baixos da intimidade, do comprometimento e da vida adulta. Love é "um olhar inflexível, hilário e dolorosamente honesto sobre o amor", narrando as dificuldades de se criar (ou desfazer) laços da vida moderna.

Grace & Frankie


Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin) estão encarando a temida "3ª idade", mas não da forma que imaginavam. Quando os seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro, e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo. Agora, elas estão ligadas eternamente por esse acontecimento e, já rivais, descobrirão que podem ter que tomar conta uma da outra.

Easy


Diferentes residentes de Chicago vivem suas vidas peculiares na cena cultural-tecnológica-amorosa-sexual da cidade dos ventos.

The Ranch

Um jogador  de futebol americano famoso decide se aposentar. Agora, ele tem em mente retornar a sua terra natal no Colorado, onde planeja tomar as rédeas do negócio da família no rancho onde vive.


Orphan Black


Sarah presenciou o suicídio de uma mulher desconhecida e extremamente parecida com ela. Para fugir de sua vida, Sarah decide assumir a identidade da vítima. Ela só não imaginava que estaria entrando em uma situação arriscada e aterrorizante.



The Crown

Aos 25 anos Elizabeth II (Claire Foy), acaba de se casar e recebe a mais importante missão de sua vida: se transformar na rainha da Inglaterra. Essa não será tarefa fácil, pois precisa enfrentar relações difíceis com políticos como o primeiro-ministro Sir Winston Churchill (John Lithgow) e em casa com o marido, Príncipe Philip (Matt Smith), que acha humilhante ter de se curvar diante da esposa-rainha.


Com um "currículo" de séries nada em dia, provavelmente só começarei a ver essas quando todas as outras tiverem suas seasons finalizadas, mas estou ansiosa. The Crown é uma das que mais quero assistir, tô quase atropelando as outras, rs. 

E vocês, o que esperam para assistir na Netflix? Conta aí. :) 

xoxo
até a próxima!
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Oi, gente!


Como vão?


Há alguns meses, talvez um ano, conheci uma série que me fez mudar o olhar quanto a séries Médicas. Eu não sou tão fã assim de séries inteiramente passadas em hospital (só assisti alguns episódios de House MD até hoje e nada de Greys Anatomy), mas TNS me deixou apaixonada e me fez mudar bastante esse pensamento/gosto.

A noite cai, o dever chama.

A série segue uma equipe de médicos que trabalham no horário noturno do pronto socorro (de meia-noite às 8h) no San Antonio Medical Center, um hospital do Texas. Além de focar no dia a dia do profissional de saúde, a série mostra a batalha constante que eles vivem entre salvar vidas e manter a política de gerenciar um hospital urbano.

THE NIGHT SHIFT estreou na TV em 27 de maio de 2014 e, sinceramente, não fez o estrondo necessário. Para mim, pelo menos, a série só apareceu quando terminei de assistir Merlin e pesquisei sobre os atores. Eoin Macken, que fazia o papel de Sr. Gwaine em Merlin, aparece em TNS como o personagem principal, o encrenqueiro, inteligente e adorável TC Callahan, um ex soldado do exército, já mandado para a guerra como soldado e médico do exército, e nessas experiências, sofreu traumas irreparáveis, além de ter quebrado relacionamentos importantes em sua vida, de todos os níveis.

Embora a série acompanhe a vida de TC, com flashbacks da época de guerra ou de seu relacionamento com Jordan - chefe da enfermaria do San Antonio Memorial, a série também conta a história de outros médicos, alguns também voltados da guerra - o hospital é cercado de médicos ex-soldados prestando serviço depois da volta do combate - como Topher e Drew, além de enfermeiros que moldam sua história dentro do SA Memorial. 

Com um clima eletrizante, envolvendo bombardeios e casos de acidentes graves, doenças quase desconhecidas (por mim) e somando tudo isso ao fato de que tudo acontece à noite, a série promete não deixar você parar. É um episódio melhor do que o outro, já recheando três temporadas de 8, 14 e 13 episódios, respectivamente. 

Tiroteio, ataque terrorista no hospital, tentativa de assassinato, suborno e situação de reféns, doutor/soldado homossexual, relacionamento complicado, personagens autodestrutivos, lutando contra depressão, contra racismo, pressão social, traumas do passado, etc., etc., tudo isso você encontra em The Night Shift. Pode parecer que não, falando de forma tão direta, mas, em meio a tanta tragédia, o bom humor nunca deixa de caminhar pelos corredores do SAM, divertindo os personagens e os telespectadores. 

Trata-se de uma série dramática, depois de tudo, e que surpreende. Seja porque não estamos acostumados a vê-la por aí em qualquer feed de notícias ou porque é só mais uma série médica, mas o principal aqui é: The Night Shift se destaca em vários aspectos, e se mostra diferente em pelo menos uma base do enredo. Você precisa assistir!

E, se nada do que escrevi aqui te convenceu de assistir ao seriado, que tal esse elenco?

Eoin Macken como TC Callahan.
Brendan Fehr e Luke Macfarlane como Dr. Drew e o soldado Rick.
Brendan Fehr (Dr. Drew), Jeananne Goossen (Krista) e Jill Flint (Dr. Alexander)
Jill Flint, Jeananne Goossen, Robert Bailey Jr (Dr. Paul) 
Jill Flint, Jeananne Goossen, Brendan Fehr e Freddy Rodriguez.
Jeananne, Robert Bailey Jr., Jill Flint, Brendan, Eoin, J. R. Lemon (Kenny) e Ken Leung (Dr. Topher)
Elenco unido é garantia de boa química no set, e bons momentos na série. 50% de um bom projeto começa com as pessoas certas, e em TNS conseguimos ver bem como isso passa para a tela. É mágico. s2

Recomendo altamente. 
Arruma a almofada, estoura a pipoca e traz uns lencinhos. Vai ser preciso enquanto a maratona rola. <3

Bem, gente, é isso!
Espero que gostem da recomendação e assistam. Vale mesmo a pena. 

Xoxo, até a próxima. 

Oi, gente!

Como estão? Prometo trazer resenhas e dicas de livros nos próximos dias, mas hoje preciso falar de The Real O'Neals. A série me chamou a atenção pois uma de suas personagens principais é interpretada pela Martha Plimpton, que eu conhecia do seriado Raising Hope (Virginia ♥)


Sinopse: A família perfeita. Entretanto, tudo vira de cabeça para baixo quando o filho mais novo resolve assumir que é gay. O que parece ser o fim do ideal familiar, na verdade acaba sendo o início de uma bela jornada, quando todos param de fingir ser perfeitos e mostram como realmente são.
Ano de estreia: 2015
Nº de Temporadas: 1 (renovada para a 2ª)
Criadores: David Windsor, Casey Johnson, Joshua Sternin
Gênero: Comédia || Duração: 22 minutos



The Real O'Neals é uma típica série de comédia. Se você gosta de passar o tempo assistindo a uma sitcom de vinte e poucos minutos com histórias que não devem ser muito levadas a sério, acompanhe esta. Só que tenha em mente que as coisas serão um pouquinho mais desastrosas do que o habitual. 


Saindo um pouco daquele loop Reunião-De-Amigos-Relacionamento-Etc, TRO fala sobre relações em família, aceitação, religião e adolescência. O centro das atenções é Kenny, um adolescente que acaba de assumir ser gay para sua família extremamente católica. Sua mãe, Eileen, a chefe da família, tem problemas em aceitar a opção do filho por conta da religião, por ser um pecado perante Deus, mas ela mesma não está agindo como diz na Bíblia. Seu casamento de anos com Pat está acabando em divórcio e toda aquela felicidade no café da manhã não passava de fingimento. 

É a partir daí que a família perfeita que frequentava as missas aos domingos começa a se deteriorar. Tudo vai por água abaixo, cada um com sua cota de pecados a pagar. 


Além de Kenny, o personagem central, quem começou com toda essa onda de assumir os "pecados", temos os irmãos dele: Jimmy e Shannon. A garota, a caçula da família é esperta e usa isso para o mal, sem negar a que veio. Shannon trás uma boa dose de cinismo para o seriado, sendo a adolescente em fase de transição que questiona tudo. Um dos episódios em que passei a gostar mais dela foi quando se recusou a ir ao catecismo pois tinha questões não respondidas sobre a religião, e ninguém nunca parecia querer satisfazê-la com respostas coerentes. Gostei disso pois foi muito do que eu passei quando comecei a questionar certos ensinamentos bíblicos. 

Os personagens Pat (pai) e Jimmy (irmão mais velho) são coadjuvantes na série, pelo menos nessa primeira temporada foi assim. Um é aquele que está morando no porão e tenta ter uma vida normal depois do divórcio inesperado e o outro é o filho mais velho, valentão e um pouco cabeça de vento que sempre faz besteiras e age como um bobão, sendo sensível ao extremo, o que traz mais um pouco de comédia para todo esse caos que ronda a casa dos O'Neals.
E para fechar o resumo de personagens, temos Eileen, a mãe super religiosa, protetora, paranoica e um pouco fora de controle, que não aceita ter sua vida exposta para todo mundo, como num seriado de TV (ha-ha). Quando descobre que um de seus filhos é gay, a filha mais nova não acredita em Deus e o casamento está indo por água abaixo, decide tomar medidas extremas, como se qualquer coisinha fosse resolver problemas que não têm realmente solução. Mas a religiosidade cega de Eileen começa a se dissolver episódio por episódio, e isso é gostoso de ver. O preconceito implantado em sua mente depois de tantos anos acreditando que "tal" e "tal" coisa eram erradas é levemente lavado, mandado embora, depois de ver que em sua própria família existem pessoas "fora do padrão", mas ainda assim, pessoas. E ainda assim ela os ama, independente da decisão que aqueles tomaram para suas vidas. Creio que nas próximas temporadas Eileen se mostrará uma personagem muito mais divertida que a "maníaca" de hoje, mais suave e aceitando ainda melhor o que se passa em sua casa. 

Eu subestimava o seriado antes mesmo de assistir. Achava que seria só mais uma comédia exagerada, mas eu estava enganada. Ainda bem! The Real O'Neals tem muito o que mostrar, trazendo para dentro da cabeça de cada um o que é ser "fora do padrão" diante de uma sociedade ainda tão preconceituosa. Mostra também que temos que ser quem somos, independente de religião ou o que quer que seja. Não somos pecadores nem iremos sofrer na eternidade por tomar escolhas que nos fazem felizes. Tudo isso numa dose de comédia surreal, é claro (do jeito que eu gosto).

Recomendo a todos que assistam essa primeira temporada. É composta de apenas 13 episódios e dá para assistir em um ou dois dias. E tem legendada no SeriesHub. Clique no botão abaixo para assistir!
Bem, é isso, gente! Espero que tenham gostado da dica de série. 
Até o próximo post do BEDA (que está acabando ai meu deus)
xoxo ♥


Oi, gente! como estão?


Estou feliz de, pela terceira vez, estar trazendo esse "quadro" aqui pra vocês. 
Eu sei que não é nada demais, mas tenho um histórico nesse sentido aí. Sempre abandono coisas legais pela metade. ): Então é uma coisa linda eu estar aqui novamente! E continuarei fazendo esses posts por quanto tempo eu ver filmes/séries. HAHAHA Enfim, vamos lá. 

Como vocês sabem, é aqui que venho para lhes mostrar os filmes, séries, documentários que vi na semana. É uma forma também de me organizar e tudo mais, e ainda aproveito para dar dicas de filmes àqueles que estão procurando. ♥


Filmes:



Comecei a semana com o tão premiado Clube de Compra Dallas (2013)


Sinopse: Não recomendado para menores de 16 anos.
Em 1986, o eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com AIDS e logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica. Procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México...

Esse drama baseado em fatos reais me fez entender melhor o drama dos portadores de AIDS nos anos '80, como o surgimento dessa doença afetou o mundo e como eram as coisas na época. Foi um filme bem 'informativo' e emocionante. Por ser uma história real, tem toda uma carga maior... é muito, muito bom. Recomendo à todos. E os prêmios (Melhor ator e Melhor Ator Coadjuvante) foram MAIS QUE MERECIDOS. Parabéns ao Matt e ao Jared. 

Oi, gente!


 The middle é um série de televisão americana, iniciada em 2009 e conta hoje com seis temporadas (2014).
Primeiramente quero dizer: the middle é bom por que é simples. Não há segredo nenhum na série, simplesmente o dia-a-dia de uma família nada normal, mesmo que pareça. 
Mãe, Pai, três filhos. Um talentoso, uma sem sorte e um inteligentíssimo! Em ordem. 
Adivinhe qual é qual! HAHAHA
Frankie Heck é a mãe. Mulher de meia idade e chefe da família, Frankie trabalha numa concessionária tentando vender carros. Coisa que ela não é muito boa, não. Além de todas as dificuldades no trabalho, Frankie tem que cuidar de três filhos que não são nada fáceis: Sue, Axl e Brick. 
De todos, o meu favorito é o Brick. Ele é o caçula, mas vou começar por ele. Sabe por quê? Veja se você se identifica com alguma dessas frases/cenas:
Eu não tenho muito amigos. Eu tenho livros. Você não lê, então você não entende como é ser transportado para mundos e ir em aventuras com pessoas que você conhece melhor que sua família. Morrer e viver com eles.
Mas eu gosto de livros. Eu gosto de sentir o papel em minhas mãos. 
<3 <3 <3
A segunda é a que mais me identifico. Já tive amigas me dizendo que viam o seriado e lembravam de mim com as coisas do Brick. Eu fico feliz com isso HAHAHAH 
Um garotinho prodígio, que lê até Outdoor. Brick não se sente confortável com a família que tem, por que sinceramente, são todos uns inúteis (comparados a ele). 
Sue Heck é a do meio. Uma garota que, sério, eu admiro. Ela não desiste nunca! E sempre perde em tudo, sempre se dá mal. Mesmo estudando na mesma escola desde sempre, ela é tida como a invisível. Ninguém a nota. Chega a dar agonia! Deus do céu, olha ela ali!! A própria família vive esquecendo da pobre Sue, como por exemplo, no episódio que esquecem do seu aniversário (!!!!). Sue consegue um namorado, que, surprise-surprise, é gay! Mas só ela não consegue ver isso hahaha são cenas simples que tornam o seriado muito, mas muito engraçado. 

Ahhh, o Axl. Se dá bem em tudo, consegue as melhores namoradas, mesmo não estudando nada consegue as melhores notas e é bom em esportes. O orgulho da família, o primogênito, o bonito, o esperto, o tudo. Axl é isso tudo que eu disse, acrescentando: irritante. 
Não que eu ache, mas eu sei que se eu convivesse com uma pessoa como ele, eu iria querer socá-lo na parede até esmagar os miolos do seu cérebro. Sério. Ele é insuportável. Mas como irmão e filho. Como personagem ele é demais! 
Vamos aos pais, Mike e Frankie. São um casal normal, como todo outro. Mike sustenta a família e quase nunca cuida das questões com os filhos. Sempre que tentam algo novo, como uma viagem em família, dá errado. Além de sempre esquecerem a sacola com comida. Como no episodio do acampamento. Imaginem acampar na chuva. Pois é. 
Esses e vários acontecimentos é frequente em The Middle, mas no final, nós sempre rimos. 
O seriado fala de família, de apoiar uns aos outros e sempre aguentar aquilo que nos foi dado. Afinal, família não se escolhe. É a unica coisa da vida que já nascemos com. E quem somos nós para negá-los? Sempre vamos estar lá com eles, querendo ou não. Sempre teremos memórias, boas ou desastrosas com nossa família. E se não lembrarmos disso, The Middle tá ai pra não nos fazer esquecer. 
Um seriado, como eu disse no começo, simples, mas muito bem feito. Inteligente, engraçado e ousado. The Middle se tornou um dos meus seriados favoritos por ser cativante. E agora eu vou até o fim com eles. :) 

Beijos e até a próxima!