Sim! Depois de muito enrolar sobre isso, eu decidi participar do NaNoWriMo! <3



O Nacional Novel Writing Month começou em 1999, reunindo escritores amadores e profissionais com o objetivo de escrever  50 (cinquenta) mil palavras em trinta dias, durante o mês de novembro, todos os anos. 

Hoje em dia, o "projeto" está mais conhecido, e a cada ano mais e mais pessoas se juntam à esses sonhadores. 

Você acha que não é possível? Se desafie! É uma pressão boa, uma motivação para escrever. Escritoras como Meg Cabot já começaram seus livros no NaNoWriMo, para você ver que é possível!
Todos os dias é possível deixar registrado o quanto você escreveu, saber quantas palavras faltam para você alcançar o objetivo, quanto você deve escrever por dia, etc.
É desafiador e ao mesmo tempo excitante. Quem escreve, é uma ótima oportunidade de começar um livro a sério, de terminar um projeto ou colocar em prática sua escrita, mesmo sem finalizar os cinquenta mil. 

Quem quiser acompanhar meu desempenho, CLIQUE AQUI.

Quem quiser ler a estória que estou escrevendo, CLIQUE AQUI.

Bem, é isso gente! Se o blog parar um pouco, já sabem que estou com projetos distintos ahahaha

#KeepWriting 

xoxox

<3 <3




Oi, gente!


Como estão?

Esse O que Andei Vendo será só com os filmes que vi essa semana. Pensei que assistiria tudo pelo Popcorn Time, mas ele ainda anda com frescuras... Então a Netflix foi a solução! Abençoe a netflix. HAHAHAHA

Enfim, vamos lá!

Os filmes não foram os melhores do mundo, e o gênero foi bem bobo, mas são filmes que eu gosto de ver quando estou sozinha, sentindo falta de algo, querendo que o tempo passe logo. E esses filmes são ótimos só para passar o tempo mesmo. 

O primeiro foi:

Recém Formada (2010)


Sinopse: A jovem Ryden Malby (Alexis Bledel) acaba de se formar na universidade e tem um plano para o futuro: arrumar um bom emprego, curtir com seu melhor amigo e encontrar o par perfeito. Mas o plano da garota vai por água abaixo quando ela é forçada a voltar a morar com os seus pais (Jane Lynch e Michael Keaton). Ela começa a procurar o emprego dos sonhos e aos poucos percebe que nada é significante sem as pessoas que ama.

Apesar de eu já ter assistido ao filme - em pedaços - na Sessão da Tarde (risos), eu gostei muito de ter assistido completo. O filme é bem adolescente e trata de um assunto comum entre os jovens: a incerteza sobre o futuro. Gostei até que bastante. É o típico filme passatempo mesmo. hahaha


Meu Namorado do Futuro (2011)


Sinopse: Um arqueologista (Barry Watson) de mais de mil anos no futuro encontra um livro escrito no nosso tempo. Curioso, ele volta no tempo para descobrir sobre essa coisa chamada "amor" perguntando à autora do livro (Sara Rue).

Não sei porque assisti a esse filme. De verdade, eu sabia que nada nele seria 100%. Mas sabe os Guilty Pleasures? Aqueles filmes/livros/séries que a gente meio que tem vergonha de assumir que gosta? Então. Exatamente isso está acontecendo comigo e esse filme. HAHAHA Eu gostei do filme, apesar dos pesares. Achei o plot bom, as atuações são... razoáveis, e eu já conhecia a Sara de seriados, e adorei vê-la como principal em um filme. ☺ 



O Que Nós Fizemos No Nosso Feriado (2014)

Sinopse: Doug e Abi estão levando seus três filhos em uma viagem para a Escócia para uma grande reunião de família. Eles estão no meio de um divórcio difícil, e pediram às crianças para mantê-lo em segredo do restante da família. Porém uma mudança inesperada dos acontecimentos acaba trazendo outros problemas à tona e obrigando a família a colocar de lado suas diferenças e trabalhar juntos sob o risco de perder o que mais lhes importa.

Sabe aqueles filmes, que pela capa e nome, a gente pensa que é uma coisa, mas quando a gente assiste, a gente vê que é outra coisa, totalmente diferente? Eu achei que esse filme seria uma coisa bem sessão da tarde. Uma comédia de família, com partes extremamente engraçadas de uma forma boba, ou situações ridículas. O que eu encontrei foi um filme de drama com partes engraçadas e desastrosas, mas que vence pelo formato, pelos diálogos, pelas interpretações e pela história, que se desenrola de uma maneira totalmente inesperada. Com certeza é um filme que verei novamente, e em breve, e dos três citados até agora, o que mais recomendo! Vale a pena tirar uma hora e meia (só!) do dia e conferir o longa. :)





Magia Além das Palavras (2011)


Sinopse: Filme biográfico não-autorizado para televisão, antigamente intitulado "Strange Magic", que conta a história de JK Rowling, a autora mais vendida do mundo, com mais de 400 milhões de cópias até Junho de 2008, desde a infância até alcançar a fama por ter escrito os livros sobre o jovem bruxo Harry Potter.

Eu nunca fui a maior fã de Harry Potter. Não li os livros, e minha infância não foi inundada por bruxinhos e feitiços. Só assisto aos filmes um pouco mais tarde, quando já estava no quarto ou quinto. A partir daí eu passei a gostar, como gostava de qualquer coisa. Mas, algo em biografias (sejam elas cinematográficas ou literárias) me faz querer sempre conhecer mais a vida de qualquer pessoa, seja ela de qualquer área. Por isso, quando vi uma cinebiografia da J.K Rowling, eu corri para assistir. E não me arrependi. 
O filme não é o melhor de todos os tempos, e nem sei se todos os fatos são 100% verdadeiros, mas adorei cada minuto - que passaram como um piscar de olhos.
Admito que chorei de soluçar, mais para o final da história... questões pessoas, mas que me emocionaram muito. Recomendo o filme para os fãs e os admiradores da JK. Vale a pena conhecer a magia por trás da escritora. 

Bem, gente, foi isso!

Espero que tenham gostado das "indicações". É só deixar nos comentários se você já assistiu ou se interessou de assistir algum! 

Beijos, e até a próxima. xoxo

O Halloween está chegando, e para comemorar escolhi postar uma resenha de acordo com o tema. Diferente dos outros livros que resenhei para blog — totalmente desconhecidos por mim — este é um que tenho na estante há um bom tempo, e que hora ou outra me pego lendo outra vez.



Título: Grafias Noturnas
Autor: L. F. Riesemberg
Editora: biblioteca24horas
Ano: 2009
ISBN: 978-85-7893-324-1

Sinopse: “Abrem-se as portas do Inferno, e criaturas hediondas são liberadas na Terra para promover o caos e confundir os humanos. Assim têm início as histórias de Grafias Noturnas. Um pequeno objeto descoberto enterrado no jardim pode levar o mundo a um colapso. Distintos cavalheiros do século XIX resolvem pregar uma peça no amigo, com consequências funestas. Um escritor encontra uma forma infalível para que não percebam que suas obras são, na verdade, plágios. Um jovem que, de tão obcecado pelos filmes violentos que assiste, resolve incorporar a persona de Charles Bronson e fazer justiça com as próprias mãos. Relatos de pessoas comuns que se deparam com uma passagem para outro mundo uma região além de onde a mente humana já conseguiu chegar. Grafias Noturnas é uma coletânea de 21 contos fantásticos, que passeiam entre o natural e o sobrenatural, o amanhecer e o crepúsculo, conversando com Deus e com o Diabo, e remetendo a canções de ninar e a perversas maldições.”

Por ser uma coletânea de contos, quero salientar desde o princípio que não pretendo abordá-los individualmente. Apenas me limitarei a fazer uma análise geral.

Ao contrário de muitos autores de suspense e terror, Riesemberg não parece estar totalmente obcecado em assustar o leitor a todo custo. Suas histórias fluem de modo natural,com uma ambientação envolvente que acaba te prendendo do começo ao fim. Há certa aura de mistério em sua narrativa, e grande parte dos contos pode deixar o leitor com uma sensação de desconforto — uma “pulga atrás da orelha”, que talvez acabe com o seu sono à noite.

Acredito que essa capacidade de mexer com o imaginário das pessoas é muito mais interessante do que o ato de simplesmente assustá-las. Se você é fã de The Twilight Zone (Além da Imaginação, no Brasil), entenderá o que quero dizer. E provavelmente irá gostar deste livro!

Meus contos favoritos são:

O Guarda-Chuva: Ambientado no século XIX, tem um toque que me faz lembrar Edgar Allan Poe.

O Botão: Uma história contemporânea que aborda o peso de nossas decisões e as consequências da ambição.

No Bordel, Depois da Meia-Noite
: Uma boa história de vampiros.

Você pode ler estes contos, e mais muitos outros, no site do autor. Se você gosta de literatura fantástica, sugiro que confira!

E você, caro leitor, conhecia o autor? Gostou da resenha? Quer dar sugestões de livros para próximas postagens? Não aguenta de vontade de deixar sua opinião? Deixe seu comentário!





Oi, gente!


Como estão vocês?
Hoje vim trazer mais uma resenha ao blog. E uma resenha de um livro diferente do que eu estava lendo ultimamente. É um livro de uma história real, quase uma autobiografia. Vamos lá?!



Título Original: The Boy on the Wooden Box || Nota: ★★★★★ || Páginas: 253 || Lançamento: 2013 || Brasil: 2014 || Sinopse: Um pequeno vilarejo, os irmãos, os amigos, as corridas nos campos, os banhos de rio: essa é a verdadeira história de Leon, a história de um mundo despedaçado pela invasão dos nazistas. Quando em 1939 o exército alemão ocupou a Polônia, Leon tinha apenas dez anos. Logo ele e sua família foram confinados no gueto de Cracóvia junto a milhões de outros judeus. Com um pouco de sorte e muita coragem, o menino conseguiu sobreviver ao inferno e foi contratado para trabalhar na fábrica de Oskar Schindler, o famoso empreendedor que conseguiu salvar mais de mil e duzentos judeus dos campos de concentração.
Neste testemunho que ficou por tanto tempo inédito, Leon Leyson nos conta sua extraordinária história, na qual, graças à força de um menino, o impossível se tornou possível. O Menino da Lista de Schindler é um legado de esperança e um chamado para que todos nós nos recordemos daqueles que não tiveram a chance do amanhã.



O Menino da Lista de Schindler pode até ter o nome parecido com O Menino do Pijama Listrado, e embora seja uma história também sobre a segunda guerra mundial, O Menino da Lista de Schindler se destaca por ser um pouquinho mais cruel na narração dos fatos, e óbvio, por ter uma história 100% verdadeira. 

O Menino da Lista de Schindler é Leon Leyson, o garoto mais jovem salvo por Oskar Schindler. 

No livro, narrado pelo próprio Leon, é retratada a infância de uma criança polonesa, sem nada a temer, até que os boatos da guerra começaram a se espalhar. 

Leon relata os fatos sem rodeios. O livro não é longo, embora tenha um número de páginas até elevado - na medida, o livro tem o espaçamento grande e as letras também são de tamanho maiores do que o "normal". 

Em algumas passagens do livro é possível sentir a dor e a aflição que os judeus sentiam. Os sofrimentos que eles passavam e a tortura que era acordar dia após dia, com aquelas atrocidades acontecendo, e eles estando de mãos atadas. 

No começo do livro, somos apresentados à um menino inocente e carinhoso, de apenas 10 anos, que ama passar o tempo com a mãe e os irmãos. Leon era esse garoto, que nem em um milhão de anos poderia imaginar que passaria por situações tão aterrorizantes quanto passou. A guerra foi anunciada, e logo no começo, os poloneses não sofreram tanto. Uma invasão no prédio de Leon foi o início de tudo, onde seu pai foi agredido por soldados, e nem ele nem seus irmãos puderam fazer nada a respeito. No livro, ele até diz que se sentiu tremendamente amedrontado naquela situação, mas, pouco ele sabia que aquilo seria o pior de seus sofrimentos. 

Os anos em que a Alemanha teve os judeus em suas mãos foram agoniantes. O livro sendo narrado por uma pessoa que REALMENTE passou por tudo aquilo nos dá uma visão bem verdadeira e cruel dos fatos. As surras, os xingamentos e as juras de morte... os esconderijos, as escapadas, o choro... tudo isso nos deixa muito aflitos. 

A única parte boa, e eu reforço com muita ênfase no ÚNICA PARTE BOA é a intromissão de Oskar Schindler na vida dos judeus. Ele teve um papel fundamental na vida de Leon. Ele só sobreviveu por sua causa. Schindler foi uma figura importantíssima na salvação dos Judeus, no meio de toda aquela guerra. Mesmo sendo um personagem um tanto quanto contraditório, ele não poupou esforços - nem dinheiro - para ver todos aqueles trabalhadores vivos, no final. 

O Menino da Lista de Schindler é um livro leve, apesar de seu conteúdo triste, que nos prende e nos faz sentir muito, muitíssimo por toda aquela gente perdida no meio daquele caos. 

Eu recomendo muitíssimo a leitura. Em um ou dois dias é possível finalizar a leitura, ficando totalmente imerso(a) na história dos Judeus da Polônia. 

Espero que leiam. É um livro recomendado para crianças e adultos. 

É isso, gente! 
Quem já leu o livro, o que achou? E quem não leu, despertou a curiosidade?
Até a próxima. xoxo

Muito obrigado a todos pela carinhosa recepção aqui no blog! Tenho me divertindo muito lendo e analisando novos livros para vocês, queridos leitores, e pretendo continuar procurando por mais autores iniciantes com boas histórias. Mesmo que um pouco atrasado, cá estou com uma nova resenha.



Título: Gerra de Gelo
Autora: Carolina Marquês
Editora: Autografia
Ano: 2015
Sinopse: “... Você quer o que todo mundo quer... Quer um amor que a consuma, quer uma paixão, uma aventura e até um pouco de perigo.”
Todos os Quatro Reinos de Serafia, o País Encantado, estão em festa, pois a primeira princesa será oficialmente coroada, naquele que é um dia maravilhoso, onde o clima e o baile exalavam perfeição! Mas nas sombras há também um reino amaldiçoado, onde uma terrível bruxa está presa.
Assim que Melinda foi coroada, as danças começaram conforme a tradição e no decorrer da festa ela deveria escolher seu príncipe. Este era seu único dever. Era o que todos achavam. Mas, no meio de tanta alegria, repentinamente surge à bruxa Yohana, cantarolando uma maldição... A maldição mais temida... Aquela nunca vista, somente lida!
Agora não só Melinda, que carrega a joia mais preciosa em sua coroa, mas todas as futuras princesas precisam correr contra o tempo para combater a maldição, caso contrário, um aterrador inverno jamais visto, congelará a tudo e a todos!
Conseguirá ela salvar os Quatro Reinos e encontrar o verdadeiro amor? Mais importante... Haverá amor no caos?
Todos os Quatro Reinos de Serafia, o País Encantado, estão em festa, pois a primeira princesa será oficialmente coroada, naquele que é um dia maravilhoso, onde o clima e o baile exalavam perfeição! Mas nas sombras há também um reino amaldiçoado, onde uma terrível bruxa está presa.Assim que Melinda foi coroada, as danças começaram conforme a tradição e no decorrer da festa ela deveria escolher seu príncipe. Este era seu único dever. Era o que todos achavam. Mas, no meio de tanta alegria, repentinamente surge à bruxa Yohana, cantarolando uma maldição... A maldição mais temida... Aquela nunca vista, somente lida!Agora não só Melinda, que carrega a joia mais preciosa em sua coroa, mas todas as futuras princesas precisam correr contra o tempo para combater a maldição, caso contrário, um aterrador inverno jamais visto, congelará a tudo e a todos!Conseguirá ela salvar os Quatro Reinos e encontrar o verdadeiro amor? Mais importante... Haverá amor no caos?
 
Guerra de Gelo é um romance fantástico que mistura características tradicionais com um grande toque de fantasia moderna. A história tem uma pegada bem adolescente, com conflitos e preocupações muito típicas desta faixa etária somados à uma temática de conto de fadas que provavelmente irão agradar aos leitores mais jovens.

Fãs mais hardcore de livros de fantasia — aqueles que se acostumaram à ler sagas com milhares de páginas — no entanto, poderão se decepcionar um pouco com o tamanho da história, que é um pouco curta. A autora tem um ritmo de escrita acelerado e sem muitas descrições, que deixa a narrativa muito rápida — até afoita — em certos momentos. Em muitos gêneros literários esta não é necessariamente uma característica negativa, porém, sendo uma ficção fantástica, senti falta de uma ambientação mais detalhada daquele universo.

A história em si é um pouco clichê — qual conto de fadas não é? — mas os pontos de conflito são bem interessantes, e gostei da reflexão sobre como nem tudo é o que parece. O mal, portanto, é relativo.

Em resumo, é um romance que faz parte desta onda de fantasia revisitada, e pode agradar muito aos jovens interessados em uma ótica diferente. Se você gostou de Frozen e Malévola, provavelmente irá gostar desse livro!

E vocês, caros leitores, o que pensam desta nova forma de contar fantasias? Querem saber mais sobre o livro? Tem algum livro para sugerir? Não aguentam de vontade de dar suas opiniões? Deixem seus comentários!

Oi, gente!


Sumi com o O Que Andei Vendo, sei disso, mas ultimamente até pra assistir filmes tá difícil... Fora que meu Popcorn Time parou de funcionar, tive que baixar outro, e ah, meu Deus, enfim... hahahaha

 Sendo assim, eu desisti de Popcorn Time e entrei no Vejo Séries para atualizar os seriados que assisto. O que aconteceu? Eu acabei baixando uns 7 seriados novos para assistir! Só por causa do Vejo Séries. Se você quiser ver meu perfil (novo, sem nenhum amigo hehe) é só clicar aqui!

Agora vamos as series! 


Young & Hungry 


 Na história, Josh (Jonathan Sadowski, de $#*! My Dad Says), um empresário da área de tecnologia, contrata Gabi (Emily Osment, de Hannah Montana), uma blogueira especializada em culinária, para ser sua chef. Gabi está desesperada por um emprego mas, para mantê-lo, ela terá que provar ser capaz de criar receitas melhores que as de um famoso chef, o favorito do secretário de Josh, interpretado por Rex Lee (Entourage).
Para ajudá-la nesta missão, Gabi conta com o apoio de Sofia (Aimee Carrero), sua melhor amiga, e da empregada de Josh, interpretada por Kym Whitley (Animal Practice). No elenco também está a veterana Annie Potts (Designing Women, GCB), em participações recorrentes.

Eu já via esse seriado no Popcorn Time há um tempo... mas quando eu ia assistir, nunca carregava. Cansada de esperar, comecei a baixar os episódios. A primeira temporada tem só 10 ep., e a segunda, 20. Dá pra perceber, de uma temporada à outra, que a série evoluiu muitíssimo. É engraçada, heartwarming e os personagens são muito carismáticos. Indico para quem gosta de comédia para relaxar. Eu viciei total! (E não sei porque a Gabi tá tirando uma selfie na imagem promocional. Não tem nada a ver com a série, wtf).


Grandfathered


 A história acompanha a vida de Jimmy (Stamos), um homem conquistador que um dia descobre ter um filho e uma neta.O filho Gerald (Josh Peck) é o oposto do pai. Um amável especialista em computadores que agora está desempregado, razão pela qual ele procura por Jimmy. Com ele está sua filha de dois anos, fruto de uma noite de sexo que ele teve com Vanessa (Christina Milian), uma jovem destrambelhada que, ao conhecer Jimmy, se sente instantaneamente atraída por ele. Situação que não agrada Gerald.Jimmy é proprietário de um restaurante onde tem Annalise (Kelly Jenrette) como sua assistente. Seu melhor amigo é Ken (Ravi Patel), um sujeito que adora festas, embora raramente seja convidado para uma.


A série foi uma surpresa para mim. Eu não sabia da existência dela até vê-la no Vejo Séries, e o que me atraiu foi o John Stamos e o Josh Peck  (de Drake&Josh hahaha). O seriado só tem 5 episódios até agora, mas está cumprindo seu papel de entreter. Tem um plot engraçado e várias coisas ainda estão por acontecer. Espero que seja renovada para uma season 2, pois eu quero muito ver como vai se desenvolver, e acredito que tenha um potencial enorme para ser melhor ainda!

Life in Pieces

 Esta é a história de uma família narrada por cada membro, formando quatro histórias curtas em um único episódio. A família é formada por Joan (Dianne Wiest, de In Treatment) e John Short (James Brolin, de Marcus Welby e Pensacola), pais de três filhos. Ela é uma mulher capaz de fazer qualquer coisa por seus filhos, desde ela que concorde com o que eles estão fazendo. Já John é um homem de 70 anos que passa por uma crise existencial.

A série gira em torno dessa família enorme e super unida, que passa, individualmente, por situações complicadas, divertidas e as vezes embaraçosas (como em toda família). Pode ter um plot parecido com Modern Family... mas a dinâmica é diferente. Os episódios são "abordados" de forma diferente, e é claro, os personagens são bem únicos. Eu adorei, e espero que seja renovada, também. Ainda tem cinco episódios.

800 Words


Criada por Maxine Fleming e James Griffin (The Almighty Johnsons), a história acompanha a vida de George Turner (Erik Thomson, de Hércules/Xena e The Code) que, após a morte da esposa, larga seu emprego como um popular colunista de um jornal de Sydney para morar em Weld, uma cidade costeira da Nova Zelândia. Ele impulsivamente adquire uma casa através da Internet e se muda para lá com os dois filhos adolescentes, Shay (Melina Vidler) e Arlo (Benson Jack Antonhy).

Eu, pelo menos, nunca tinha parado para assistir à uma série australiana. Primeiro, achei que seria uma comédia de 30 minutos sobre um escritor, ou algo assim. A série é bem mais. Primeiro nos minutos. Episódios de mais ou menos 45 minutos preenchem a série - que já foi renovada para uma segunda temporada - e o tempo passa que nem sentimos. É um drama que mistura comédia, mas não é aquele tipo de comédia obvio. Me vi rindo de situações de puro desespero. Deve ser algo com o humor australiano, something like that. O que importa é que eu gostei. Pretendo continuar assistindo e adorei saber da segunda temporada! Agora é só esperar!


E então, gente? você assistem algumas dessas séries? São novas (a mais "velha" é Young And Hungry, 2 temporadas), e eu espero que, se vocês ainda não viram, vejam! Vale a pena!

Beijos! e até a próxima
xoxo

Ela é uma vaca ruiva e eu a odeio!


Wow. Gente! 
Como estão?

Venho aqui hoje com MAIS UM livro da Becky Bloom, a minha eterna consumista favorita

É mais que gostoso ler um livro da Sophie, ainda mais, para mim, a série Becky Bloom. Há quem diga que já está perdendo a graça, mas pra mim, Becky sempre será a Número Um.

Título Original: Shopaholic & Baby
Ano: 2003 || Brasil: 2007
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
Páginas: 505
Sinopse: A vida de nossa querida Becky Bloom vai muito bem, obrigada! Além de estar trabalhando numa loja como compradora pessoal, ela e Luke estão à procura de uma casa nova (um lugar bem espaçoso, com direito a um closet só para guardar os sapatos!) e…Becky está grávida!!! Nossa amiga gastadora não poderia estar mais feliz – sobretudo porque descobriu que fazer umas comprinhas é ótimo para enjôos matinais. E tudo tem de estar perfeito para o bebê – a decoração do quarto, o carrinho de última geração e a obstetra mais badalada da cidade. Mas surge um probleminha – a doutora famosa nada mais é que uma ex-namorada de Luke. Ao que parece, a gravidez de Becky não vai ser tão tranqüila…

Eu estava com tantas saudades da Becky!
Li os quatro livros anteriores quase seguidos, assim, sem respirar. Esperei um pouco pra ler esse, pois o #7 será lançado esse ano e eu queria maratonar o #5, #6 e #7, mas não resisti. Folheei o livro sem querer, e quando vi, estava passando da página 100 e sem conseguir parar. 

A sinopse do livro não diz nem o comecinho do que essas mais de 500 páginas guardam. Esse é, talvez, o livro da Becky com mais carga emocional, além, é claro, do lado cômico que está em todas as páginas e situações. Mas Becky está grávida, e isso exige um pouquinho mais da nossa personagem favorita. E não só para ela! Luke, seu marido, também está passando por maus bocados. E para melhorar tudo, Becky ainda desconfia que sua médica está dando em cima dele. O que uma gravidez pode reservar para uma mulher, além de uns kg a mais e um marido tendo um caso?

Becky Bloom começou sua jornada lá no primeiro livro, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, onde conheceu seu atual marido, Luke Brandon, um poderoso empresário, rico e bonito. Era tudo o que Becky queria. 
No segundo livro, vemos os dois em NY, depois acompanhamos seu casamento, vemos a irmã da Becky, e agora ela está aí, com a maior barriga de grávida, com desejos incontroláveis e paranoias não tão paranoicas assim. 
Luke é o marido ocupado, sempre trabalhando, que não pode ficar muito com a esposa, mesmo estando grávida, mas faz o possível. Sempre foi assim, de modo que não sentimos muito a falta do personagem ao decorrer do livro. 

O que me agradou muito foi: a volta da Suze! No livro #4, A Irmã de Becky Bloom, Suze aparece muito pouco, e as vezes em situações chatas, como "trocando" Becky por outra amiga, Lulu - que vemos de outra maneira nesse volume. E eu AMEI vê-la mais vezes, sendo amiga de Becky, fazendo compras e tendo aquelas conversas loucas com a futura mamãe.

Esse foi o livro que mais senti a essência da Becky desde o primeiro, Os Delírios de Consumo. 

É um livro que, para os fãs da Becky, é ótimo. Para ler sem ter lido nada da série, acho que não funciona. 

A Sophie provou que não, não estamos cansados da personagem, e pode sim acontecer muito mais aventuras! Espero ansiosamente pelos próximos lançamentos, enquanto vou lendo os que tenho. :) 

É isso, gente! Beijos e até a próxima. ♥

Oi, gente!

Finalmente voltando com o Minha Série...
Ultimamente está difícil achar séries boas, mas muito boas, que captem minha atenção e me faça escrever um post falando no quanto aquela série é espetacular. 


Mas, desde o final da primeira temporada, uns meses atrás, eu juntei forças e baixei os episódios dessa série de super-herói que eu não dava muita coisa por... Algumas pessoas me diziam que era bem parecido com Smallville, dando ao super herói aquele ar meio adolescente, mas... Mesmo assim, eu apostei minhas fichas, e preenchi meu precioso tempo com Barry Allen e amigos. Ou inimigos?

E você já deve imaginar, é claro, por sua presença aqui no blog, que eu fiquei apaixonada pela série. 

Se você está num mundo alternativo, alguma realidade diferente da de todas as outras pessoas do planeta Terra-1 e não conhece The Flash, deixa eu te dizer do que se trata:


O seriado mostrará a história de origem do super-herói, um detetive que passou boa parte da vida buscando respostas para a misteriosa e aparente sobrenatural morte de sua mãe, e que, depois de ser atingido por um raio e passar nove meses em coma, vê-se, ele próprio, com superpoderes, enquanto deve continuar com seu dever de proteger a Central City dos vilões.
Via: minhasérie


Você pode não assistir à série, mas você sabe quem é o Flash, não sabe? 

Então. A série nos mostra todo esse universo do super-herói, com os super vilões, os amores platônicos, a infância sofrida e tudo o que envolve um dos personagens mais populares do mundo das HQs. 

The Flash é o herói criador da Liga da Justiça, o herói mais "famoso" da DC, o primeiro a ganhar atenção do público, antes mesmo do Batman ou Super Homem. Mas na série, essas coisas não importam. O que importa é a história ao redor de Barry Allen, o segundo The Flash. 


A série chamou a atenção do público por ser MUITO fiel aos quadrinhos. Você pode ler alguns on-line, ou conhecer a história do personagem em alguns sites que nos mostram uma "biografia", falando até do primeiro e do terceiro Flash (Jay Garrick e Wally West, os mais famosos). 
Se você ainda está um pouco perdido e quer saber a Origem do Flash, Clique Aqui.

É bom clicar. No seriado, agora na segunda temporada, é introduzido o Jay Garrick, ou seja, o primeiro homem a ser chamado de The Flash. Você vai entender muito mais do que se passa na série se antes souber como pode dois mundos colidirem dessa forma. 

Espero que, quem leia o post e ainda não viu a série, dê uma chance. Se você não gosta de super-heróis, veja também. Vale a pena. É engraçado, dramático e várias vezes bate lá nos feels. 

E ah! a série tem o melhor elenco. ♥

Recomendo demais. 
E como está só no começo da segunda temporada, dá pra fazer uma semana de maratona e assistir aos episódios que já foram ao ar em pouquíssimo tempo.

Boa sorte com a maratona. :) e até a próxima!