Olá gente linda, hoje foi o dia que decidi colocar minha cabeça para pensar um pouco e inventar uma tag.
Não sei se já existe uma assim (até porque não cheguei a pesquisar), mas vamos ao que seria a tag:

  • Escolher aleatoriamente 6 livros;
  • Escolher o personagem de sua preferência que há no livro escolhido;
  • Pensar e mostrar uma música;
  • Nos dizer alguma semelhança que há entre esse personagem e a música que você escolheu para fazer a comparação (lembrando que a sua comparação é livre)
Contando que deixarei uma pergunta a você também: Qual a sua música?

Primeiro livro que peguei foi "Laranja Mecânica" (resenha aqui).
O personagem a quem escolhi foi o Alex, um cara todo problemático e ao mesmo tempo culto, fã de clássicos.
A única coisa que me vem a mente é a música usada na adaptação ao cinema feita pelo Kubrick.
A música se chama "Music of funeral of Queen Mary", feita por Henry Purcell.








Quem leu "Eleanor e Park" (resenha aqui) sabe que Park amava punk (e Eleanor odiava).


Levemos em consideração aqui a sua banda favorita, os Sex Pistols.













Estou a ler esse livro, e Charlie já citou muito a música "Asleep" do The Smiths. (AMO THE SMITHS).

Asleep é bem depressiva, assim como Charlie está sendo nesse momento.














O próximo livro é "As virgens suicidas" (resenha).
Escolhi a personagem Cecilia Lisbon para comparar com a música "Insomnia Plague" da Sea Oleena.
Uma música que me remete morte e delicadeza ao ouvi-la.





Não me importa se May não participa diretamente no livro, mas ocorre que consigo gostar mais da May do que da Laurel.
A May para mim, apenas morreu porque ela perdeu o controle de tudo em sua vida.
Então, nada mais e nada menos que "She's lost control" de Joy Division para ela. (Ahhh clique aqui para ler a resenha)





Resolvi falar da Clarke.
Clarke é uma mulher que tem poder e ganha respeito dos outros jovens (resenha aqui).
Quando lembro da Clarke só me vem na cabeça "Bikini Kill", uma banda de riot grrrl, que fazia músicas punks sempre a favor das mulheres.











Então é isso, essa foi minha tentativa de tag. Ela é livre para qualquer um fazer (apenas não cometam a gafe de não colocar os créditos da tag ><).

Beijos!




Gente, gente, gente! 
Finalmente saiu um bookshelf tour por aqui! *yay*



Eu amo vídeos desse tipo, sempre procuro uns pra assistir e morro de inveja da estante dos outros. :/ HAHAHAH Mas, agora, criei vergonha na cara e gravei um, não muito completo pois só mostra metade dos meus livros. A outra metade está numa "mesinha de cabeceira que acabou virando estante improvisada com mais de 100 livros", mas enfim. Saiu! 
E aqui está pra vocês, o vídeo que mostra parte da minha estante. 



Espero que gostem e se inscrevam no canal. :) Beijo e divirtam-se!

Oi gente! 
Dia das mulheres é um dia especial pra mim. Sempre foi. Além de claro, ser importante por eu ser mulher, ainda é o dia do meu aniversário. :) Então sempre me liguei nessa data e "comemorei", querendo ou não! 
Hoje, com o blog e a maioria feminina (sorry, guys) vim trazer pra vocês livros que tem personagens femininas que eu adoro e também falar um pouco de autoras que estão se destacando nesse meio. Sei que os livros que irei citar não são apenas para serem lidos por meninas/mulheres, mas o que vale não é o "gênero" e sim as personagens que eu gosto :) 

Vamos lá!

- Maggie - Los Angeles
Margaret, ou melhor, Maggie, é a mais velha das irmãs Walsh e a mais careta. Mas nada disso é mostrado no livro Los Angeles, quando ela descobre que o marido a está traindo e voa para LA, deixando seus medos e traumas na Irlanda, junto com seu (ex)marido cafajeste, e se aventura como nunca havia feito. Toma riscos, vive a vida. E ainda melhor: sem homem, sem ninguém no seu pé, apenas com uma amiga e pouca-vergonha na cara. 






- Becky Bloom
Becky é aquele tipo de mulher está um pouquinho em cada uma de nós. Uma consumista sem reparo, Becky compra tudo que vê pela frente e ignora as contas do cartão de crédito. Ao longo dos livros (que são seis lançados no Brasil, com mais um à caminho) Becky aprende - bem pouquinho - a se controlar, graças ao casamento, mas ainda continua aquela shopaholic que tanto gostamos e no fundo, no fundo, desejamos ser. HAHA É a personagem mais divertida e uma das minhas favoritas ever!






- Angela Clark - Eu Amo NY
Angela saiu da Inglaterra depois de um fim de relacionamento trágico e enfrentou a grandiosidade da Big Apple como poucas. Conseguiu um emprego e aprendeu a não depender mais de homem nem de ninguém. Um exemplo que deve ser seguido.






- Alicia - Procura-se Um Marido
Alicia representa o tipo de mulher que vai contra tudo que uma "mulher" é posta a ser. Alicia não quer se casar, não cuida de casa, não sabe cozinhar e não pensa nem em ter filhos. Conquista, aos poucos, um lugar no ambiente de trabalho e mostra que quem menos parece ter capacidade, é quem mais se desempenha! 









- Liesel - A Menina Que Roubava Livros
Mesmo não sendo propriamente "mulher", Liesel sempre foi uma criança que teve que se portar como adulta para enfrentar as situações em que a vida lhe botou. Uma personagem que com certeza deve ser lembrada. 






Autoras:

Sophie Kinsella



Sophie Kinsella, hoje com 44 anos, nasceu em Londres e era jornalista de economia, com especialização na área financeira. Aos 24 anos, ainda trabalhando como jornalista, publicou seu primeiro romance, porém com seu nome verdadeiro: Madeleine Wickham. Depois disso, publicou mais 6 livros como Madeleine e somente em 2000, com Os delírios de consumo de Becky Bloom, primeiro volume da série Shopaholic, passou a publicar como é conhecida mundialmente hoje em dia. Em 2009 foi lançado o filme baseado nessa série de Sophie.

(Fonte: universodosleitores.com)
O primeiro livro que li da autora foi da série Becky Bloom, lançado em 2000. Tenho mais um dela, mas ainda não passei os olhos. Todos são chic-lit, o que traz muitas mulheres engraçadas e fortes como principais. Sophie virá ao Brasil para a bienal do Rio 2015 (e eu não estarei lá :/).



Marian Keyes

Graduou-se em Direito na Dublin University, sem, contudo, jamais ter exercido a profissão. Morou em Londres por muitos anos, trabalhando ora como garçonete ora em escritórios. Neste mesmo período começou sua luta contra o vício do alcoolismo e inclusive uma tentativa de suicídio, depois de vencida a batalha, alcançou o sucesso como escritora.
Autora de vários best sellers do gênero Chick Lit, os seus livros exploram o universo feminino com muito humor e leveza. Seus temas centrais no entanto levam a tona muitos assuntos delicados, tais como: luto, depressão pós parto, violência domestica... As personagens criadas pela escritora possuem perfis realistas, que permitem com que o leitor se identifique com a trajetória de vida narrada.
(fonte: skoob)
Nunca fui de escolher autor(a), diretor(a), atriz, ator favorito, etc., mas não posso negar que a Marian me encanta. Suas personagens sempre modernas e ''traumatizadas'', suas tramas bem construídas e longas (eu amo livro longo) me chamou atenção e até hoje não paro mais de ler seus livros. É com certeza uma referência no gênero chic-lit e uma autora que tem tudo pra continuar com o sucesso. 

Carina Rissi 


Carina Rissi é uma leitora voraz, sempre lê a última página de um livro antes de comprá-lo e tem um fascínio inexplicável pelo tema “amores impossíveis”. Vê nas obras de Jane Austen uma fonte de inspiração.
Quando se desgruda dos livros – tanto dos que lê quanto dos que escreve –, Carina se diverte assistindo a comédias românticas ao lado da família e planejando viagens a lugares exóticos que não conhecerá tão cedo, devido ao seu pavor de avião. 
Ela nasceu em Ariranha, interior de São Paulo, onde mora atualmente com o marido e a filha, após ter vivido uma curta temporada na capital paulista.
Seu primeiro livro, Perdida: um amor que ultrapassa as barreiras do tempo, foi publicado na Alemanha, onde entrou para as listas de mais vendidos.
(Fonte: Perdidaolivro)
A brasileirinha que está conquistando o mundo aos poucos, inspira novos escritores nacionais (como eu, hehe) e tem talento para dar e vender. Li um de seus livros e o outros estou só aguardando a chegada. E assim, só com uma obra finalizada, já virei fã. :)


Lindsey Kelk 

Lindsey Kelk é uma escritora britânica e costumava ser editora de livros infantis. Quando não está escrevendo, lendo, ouvindo música ou assistindo mais TV do que é saudável, Lindsey gosta de usar sapatos, comprar sapatos e julgar os sapatos dos outros. Ela adora viver em Nova York, mas sente falta de Sherbert Fountains, Londres e beber Gin & Elderflower com seus amigos. Não necessariamente nesta ordem.
Descobri a Lindsey através de sua série de livros "Eu Amo/I Heart", com seus tres livros publicados no Brasil pela editora Fundamento. Hoje em dia, eu adoro tanto a autora que quase a "persigo" nas redes sociais e quase chorei quando ela curtiu uma foto minha no Instagram. Para quem não sabe, eu também escrevo, e meu estilo de escrita se parece muito com o da Lindsey, segundo eu mesma. HAHAHAHAH Eu me identifico demais e isso me faz querer ler mais e mais dessa coisa fofa. Sério gente, olha essa foto que coisa mais apertável. :)





Paula Pimenta


Paula Pimenta nasceu em Belo Horizonte – MG. Desde criança apresentou aptidão para a escrita e por esse motivo prestou vestibular para Jornalismo, embora tenha transferido para Publicidade, curso no qual se formou na PUC Minas. Estudou também Música na UEMG, deu aulas de violão e técnica vocal por vários anos, e é compositora.

Sua carreira de escritora começou em 2001, com o lançamento do livro de poemas “Confissão”, que foi relançado em 2013. Ficou realmente conhecida do grande público em 2008, quando lançou “Fazendo meu filme 1” pela editora Gutenberg. Publicou “Fazendo meu filme 2”, em 2009, “Fazendo meu filme 3”, em 2010, e “Fazendo meu filme 4”, em 2013, que - assim como o primeiro - são grandes sucessos juvenis. Em 2011 lançou uma nova série, “Minha vida fora de série”, que já conta com dois volumes. Em 2012 publicou também o livro "Apaixonada por palavras", uma coletânea de crônicas.
(fonte: skoob)
Eu confesso - com muito pesar - que ainda não li nenhum livro da Paula, mas morro de vontade de conhecer a série "Fazendo meu filme" que já foi traduzida para tantas linguas e é um sucesso até hoje aqui, no Brasil. A Paula é uma das autoras mais comentadas entre os jovens na atualidade, e não tem como tomá-la como exemplo. O Brasil precisa apoiar mais autores(as) e fazer-nos crescer. Quando vejo sucessos como o dela, fico realmente feliz e inspirada. É de mulheres assim que precisamos! 


Bom, gente! O especial de dia das mulheres foi esse. Queria muito me incluir nessa lista HAHAHAHA embora um dia ainda estarei em várias por aí (nunca se sabe e sempre se espera). Isso é tudo que tenho a falar, e também quero desejar um feliz dia das mulheres à todas nós blogueiras, escritoras, leitoras, e simplesmente mulheres. Que o dia de vocês seja repleto de alegria. <3 Beijo no coração. 

Selecionei alguns filmes que tratam sobre drogas que assisti e adorei. As sinopses vão vir com minhas opiniões, para estimular a assistir quem ainda não assistiu, ou a colocar sua opinião aqui também! Como quero fazer detalhado, não vou colocar todos os filmes aqui para deixar super grande e cansativo de ler. Fiquem com o sétimo filme. PODEM LER A VONTADE, ESTOU CONTANDO SOBRE O FILME, MAS SEM SPOILER. 

Bicho de 7 cabeças

É filme Nacional!

Como personagem principal temos um ator que AMO! Rodrigo (maravilhoso) Santoro.

É um filme bem pesado, e que mexe com os sentimentos, pois ele retrata justamente como são os tratamentos dos manicômios, com situações desumanas; e por ser um filme brasileiro, ele retrata as coisas (logicamente) daqui. É triste vermos como as coisas são em geral, mais triste ainda é ver a verdade esfregada em nossa cara, isso ainda deve ocorrer aqui. 

Como alguém já me disse enquanto estava a falar com ela sobre esse filme: "Parece um documentário, ou que tudo ocorreu mesmo, e temos uma câmera escondida gravando tudo"

Rodrigo Santoro é Neto no filme, e ele é internado pelo próprio pai. Diz o pai que Neto estava envolvido com as drogas e isso o incomodava tanto que chegava a desprezar o próprio filho.

O pai de neto fez tudo isso por apenas ter achado cigarros em suas coisas. E ele tinha uma família não muito boa: o pai sempre com atitudes de alguém da idade da pedra (todo conservador), uma mãe totalmente submissa, e uma irmã que está sempre a encher seu saco.

Era de dar agonia ver essa situação infelizmente tão comum: o pai nunca procurando ver o que estava a acontecer com o filho, e também nunca conversava, e na minha visão, Neto fazia tudo isso para chamar atenção de seus pais. Ele só estava na fase conturbada da adolescência, e ninguém ligava.

Ele sofre eletrochoque e outros terríveis métodos lá no manicômio.

Acontece mil e uma coisas com Neto e sua família.

 Justo o lugar que deveria "curá-lo" é o lugar que deixa ele mais louco ainda, mais paranoico.

O filme luta contra esses métodos. Um antimanicomial.

Para que privar a liberdade (em todos os sentidos) de uma pessoa? Só porque não se "encaixa" a sociedade? 

Todos temos que ser livres, e se quisermos ajudar alguém a se livrar de sua loucura, que não seja com outra loucura.




 

 

   

Oi, gente! 


Faz tempo que não faço uma postagem de Livro vs. Filme, então decidi voltar com esse "quadro" aqui no blog, agora que li e vi Simplesmente Acontece (nos cinemas do Brasil a partir desta quinta, dia 5 de Março). 
O post vai ser dividido entre Pontos Positivos e Pontos Negativos do filme.

Vamos primeiro às Sinopses: 


Sinopse livro: O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails, mensagens de texto, cartas, cartões-postais... Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.



Sinopse filme: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.


Bem, não há nada de muito diferente nas sinopses, mas já mostra um fato que muda do livro para o filme: Alex é chamado para cursar medicina em Harvard. No livro, Alex vai para Harvard bem no comecinho, e planeja voltar para ir até o baile de formatura com Rosie, mas algo dá errado... Essa é a primeira diferença, que não traz muita divergência para a história, mas essa é só a ponta. 

PONTOS POSITIVOS:

  • O roteiro foi muito bem adaptado! Tentei assistir o tempo todo com a visão de quem não leu o livro, e o filme ficou sensacional. Se tentarmos assistir assim sempre quando se trata de adaptação, iremos nos dar bem. O romance é bem construído na tela, e nem sempre é o centro, pois no livro acontece exatamente assim: nunca temos um "romance" rolando entre os personagens principais.
  • Outro ponto positivo foi a adaptação da vida do Alex. O livro conta a história de Rose, as cartas enviadas à ela, que no começo eram maioria do Alex, além de e-mails, sms, cartões de aniversário/natal/postal, etc. Nem sempre eram do Alex e nós só sabemos o que acontece na vida dele através do que ela conta, então as vezes ficamos meio perdidos. E as vezes passam-se meses e meses entre uma carta e outra, então temos que ficar bem atentos aos detalhes (no livro). 
  • Um outro ponto positivo que uns podem achar negativo: o filme encurtou o tempo da trama. O livro conta praticamente toda a vida da Rosie, mas o filme vai só até seus trinta anos, fazendo com que nada fique muito longo ou sem sentido. Algumas pessoas reclamaram da maquiagem dos atores, que não os envelheceu (ou a falta de maquiagem), mas eu só senti falta na Rosie, bem pouquinho. O Alex até aparenta estar mais velho. 
  • Os atores: Achei a escolha perfeita para interpretar os personagens principais e até mesmo a Ruby, que é uma personagem bem "maluca" e no filme vemos isso com seu visual e sua fala "debochada". 

PONTOS NEGATIVOS

  • As diferenças, é claro. Todo fã que leu o livro quando vê o filme, entorta o nariz quando vê que aquela cena não deveria ter acontecido, ou que aquele personagem não existe no livro. Nesse caso... Um personagem no filme toma lugar de dois do livro. Tô falando de (SPOILER) Brian Chorão, que sumiu no filme. É, no lugar dele aparece Greg, que também consta no livro, mas fizeram uma junção dos dois. Entendi o porquê disso, mas poxa, né?! HAHAHA. Fiquei confusa pensando: wait, Greg or Brian? 
  • E... bem, outro ponto negativo é: por que esse filme não foi lançado antes? O livro é de 2004 e só foi lançado no Brasil em 2014, o que é errado, por que nos privaram dessa história maravilhosa, e o filme deveria ter saído bem antes, por que a história é simplesmente maravilhosa! Não tenho mais o que falar de "negativo" no filme, pois fez jus ao livro e ao meu ver (minha opinião!) irá agradar quem leu e quem não leu. 
Pra quem leu o livro e não gostou do filme: acostumem-se! Um filme de livro nunca é tão bom quando. Algumas exceções, sim, mas, mas é raro né gente? Peço que vejam o filme de cabeça aberta pois a história é muito boa. E ficou ótima no cinema, ainda mais sendo protagonizada por Lily Collins e Sam Claflin. s2


É isso, gente! Espero que tenham gostado do post e curtam o filme! 
Beijos e até a próxima. 

Alguns livros têm o poder de nos cativar num piscar de olhos; no virar de uma página. E esse livro me cativou assim, rapidinho. Essa é a mais pura verdade. 

Sinopse: Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha. 
Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.


      Mais do que uma história cativante, A Mais Pura Verdade é uma história envolvente, acolhedora. Mark é o tipo de personagem que nos faz torcer por ele, do começo ao fim. E seu fiel escudeiro, Beau, um cachorro inteligente e quieto que está com ele todo o tempo, dá uma relevância maior à história. 
Doente de novo, Mark se vê sem forças para lutar com essa doença triste que leva as pessoas à hospitais. A única coisa que passa pela cabeça de Mark agora é escalar uma montanha. O Monte Rainier. 
Essa paixão por montanhas veio de seu avô que há muito tempo lhe deu um livro sobre escalada. Mark não pensa duas vezes antes de pegar apenas as coisas necessárias e sair rumo à sua grande aventura, a maior aventura de sua vida. 


Fazendo a mala para a maior aventura da minha vida. LEVAR: Máquina Fotográfica; Caderno e caneta; O Melhor Cachorro do Mundo; Equipamento de alpinismo; Passagem de trem (só de ida); Remédios. 

DEIXAR PARA TRÁS: Todo o Resto. 
      
      O que Mark deixou para trás ainda dói em seu pensamento. Sua família não merecia isso, nem sua melhor amiga, Jess, que está com ele desde que eram muito pequenos para lembrar. Mark vez ou outra lembra-se de quando tudo era mais simples e a vida era feliz, antes da doença. 
O que me chamou mais para continuar a ler foi a personalidade do personagem principal, o jeito que é contado a história e os capítulos pequenos, alternando entre a visão de Mark e de sua família. Em poucos minutos é possível ler um número elevado de páginas, fazendo a história evoluir sem nem ao menos percebermos. E qualquer livro que é capaz de nos deixar ligado na história merece nota mil. Essa é a mais pura verdade. 


Morrer e Viver, é tudo uma bagunça. Essa é a mais pura verdade. 

     Uma história envolta em muito drama e emoção, A Mais Pura Verdade vai fazer você querer abraçar forte o personagem principal - e seu fiel animalzinho, também. Uma lição sobre a vida e a morte, sobre não perder as forças para realizarmos nossos sonhos, e sobre nunca ser tarde demais para viver a maior aventura de nossa vida. 



E aí, ficou curioso para saber o que acontecerá com Mark e Beau? 
Lançamento: 23 de Março, pela editora Novo Conceito. 
Esperando ansiosa. <3



Livro cedido ao blog pela Editora Novo Conceito. Obrigada. :)


Título original: 

The secret life of bees



Ano: 2002


Autor: Sue Monk Kidd


Editora: Paralela


Nota: 10

Sinopse:

O mundo de Lily, uma menina de 14 anos, é marcado pela dor e culpa pela morte de sua mãe. Diante de um momento crítico, em que a única pessoa que lhe resta está em perigo, Lily vai iniciar sua aventura. Um romance sobre o autoconhecimento, no qual a solidariedade humana é a abelha rainha que consagra todos os corações à sua volta.



Se você quer um livro com uma histórias emocionante e cheia de controversas, e tem pouquíssimo tempo para ler, apresento-lhe "A vida secreta das abelhas".


O livro tem apenas 231 páginas, e mesmo eu querendo muito ler ele, eu não havia colocado muita expectativa nele.


A história é sobre a vida de Lily, uma garota de 14 anos que mora em Sylvan, junto com seu horroroso pai numa fazenda, onde eles cultivam pêssegos para o sustento.


Lily era uma menina repleta de qualidades que ninguém enxergava. Uma dessas qualidades era escrever, e sua professora era a única que incentivava, o que não valia de nada, pois Lily não acreditava tanto assim.

A garota era maltrata pelo
pai. Ele não gostava da menina, e a mesma não tinha 
mais a mãe, então restava para Lily apenas
Rosaleen, sua babá (e também trabalhadora no cultivo de pêssegos).


O fato de Lily não ter mais a mãe era um mistério, pois nunca ninguém falava nada sobre o ocorrido, quando falava, seu pai a atacava falando que Lily havia sido abandonada.


Era óbvio que Lily não acreditava nessa história.


Toda essa história se passa no verão de 1964. 1964, nos EUA ainda era época demuito (mas muito mesmo) preconceito ainda contra os negros.

Rosaleen era negra, e estava super feliz com o fato de agora os negros poderem tirar carteira de eleitor. Nessa
"viagem" até a cidade onde iria ser feita a carteira, Rosaleen sofre violência de três caras fortes  brancos. Lógico que Rosaleen tenta se defender o que a leva para a 

cadeia.

A história começa a fluir a partir daí. Lily e Rosaleen fogem, encontram August, June e May (três personagens que amei muitíssimo). Não irei contar como Lily achou elas, porque a graça está aí, e muito menos quais as suas importâncias (até porque se tentasse dizer, acabaria contando a história toda).

Cada uma das irmãs tem um lugar em meu coração. Elas têm um brilho (principalmente May).



Sim, as três irmãs tem o nome de meses do calendário, e acho o porquê lindo: é quando a primavera está perto (é o que diz no livro). Havia a April também, irmã gêmea de May. (April quase nunca citada por um certo motivo).


August era dona de uma grande fábrica de sucesso de mel, e a mesma tem uma relação que ajudará Lily a saber de tudo que precisa.


O livro não leva esse título por esse motivo, também por conta das metáforas e comparações entre as abelhas e as personagens.


Eu gostei muito dele, o que foi escrito e a construção da 
história achei perfeita. Também achei legal os tópicos que 
a autora colocou: diferentes religiões e crenças, ás vezes 
colocando as situações como obra divina e outras vezes como destino, e também o não-preconceito. E as três irmãs 
nos ensinam muitíssimo.


Normalmente sempre o final é revelador e chocante, nesse 
caso, a história inteira foi, porque esse livro não choca o leitor no final, e sim enquanto o livro crescia, ele 
ia revelando coisas.

Inspirou um filme, e é óbvio que irei assisti-lo (agorinha). 
Recomendo. Amei, amei.