Oi, gente!


Como estão?
Começo do ano chegando, e o que vem com ele? sim, a MLV! Para os que não estão familiarizados: Maratona Literária de Verão, que acontece todo começo de ano, por duas semanas. A Maratona é organizada pelo Vitor do Canal Geek Freak, envolve brincadeiras, sorteios, sprints e mais. É bem divertido e já dá um boost nas leituras no começo do ano. Vamos participar?

No vídeo abaixo eu mostro pra vocês os livros que escolhi pram inha TBR (To Be Read, ou seja, lista de livros para ler durante as duas semanas).

A maratona acontece dos dias 11/01 ao dia 25/01.


Espero que tenham gostado.


Oi, gente!

oi Rafa

Como estão?

A pocket resenha de hoje é de um livro nacional que li no começo do mês. Em uma sentada, terminei, sem nem perceber. O livro é de Juan Julian, publicado em 2018 pela editora transversal, e está disponível no Kindle Unlimited. Atualmente (15/10/19) é o livro/ebook mais vendido na categoria LGBT da Amazon.
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Este livro reúne as cartas Dele, um jovem gay, cuja vida está sendo definida por um catastrófico acontecimento: seu ex namorado virou, da noite para o dia, a maior celebridade do país. || Por mais que tente, de todas as formas, fugir da memória e imagem do seu (não tão querido) ex, ele continua sendo perseguido por ela onde quer que vá. Nos outdoors? Ele está lá. Na televisão? Ele está lá. No Instagram? Ele está lá também. Como se livrar de um passado que insiste em ser seu presente? || "Querido ex," é um registro do luto, caos e poder que vem com o fim de um relacionamento abusivo. As dificuldades da vida acadêmica, a solidão, os encontros entre o racismo e a homofobia e a dor e libertação do descobrir a si mesmo são colocados no papel, enquanto Ele refaz os caminhos pelos quais se perdeu, enquanto amava alguém que agora é somente um estranho com milhões de seguidores.
Esse foi um dos livros que li no comecinho de outubro e esqueci de comentar. Não porque é ruim, ou porque não gostei, simplesmente esqueci. Foi uma leitura muito rápida, em uma manhã eu finalizei, e indico que seja lido assim. O livro tem uma narrativa fluida e a temática da história nos deixa curioso para saber o desfecho (que chega numa pancada e nos pega e surpresa). 

Ele (que não sabemos o nome), o personagem principal, está escrevendo cartas para seu ex-namorado que, como diz o subtítulo, virou uma subcelebridade e agora está em todos os lugares para que ele veja seu sucesso. O narrador tem muito a falar sobre isso. 

Uma coisa que me enganei sobre o livro, pois gosto de começar a ler sem ler sinopses ou muita coisa sobre a obra, é que eu achei que as coisas iriam mais pelo lado comédia romântica, PELO TÍTULO, do que para o lado mais dramático que foi... não é uma coisa ruim, eu só me enganei, e poderia ter parado de ler o livro caso não estivesse no clima para drama. Mas eu continuei porque a história me prendeu mesmo assim!

As cartas são cheias de intimidades, xingamentos e mágoa, referências inteligentes e perguntas sem respostas. Vamos acompanhando sua jornada em tentar superar o ex, seja encontrando um novo romance ou se libertando das correntes desse antigo relacionamento para ser independente.

O final é brusco, mas não de uma forma mal feita. Nos pega de surpresa e torna o livro memorável.

Algumas coisas me incomodaram durante a leitura, como a quantidade cansativa de referências a cultura pop, algumas vezes me deixando perdida durante aquelas comparações com tal série ou tal música (e eu sou uma pessoa que gosto de referências). Outra coisa foi a narrativa muitas vezes melodramática, tentando demais parecer poética. Eram cartas para um ex-namorado, nem sempre iríamos escrever com floreios e rodeios poéticos. Ooooutra coisa foi a inserção de informações sobre o mundo LGBT de forma quase forçada na narrativa, como se estivesse escrevendo um monólogo para uma palestra de conscientização sobre temas como AIDS e o vírus HIV, por exemplo. O tal ex-namorado também era gay, então ele sabia de todas essas informações, não faz sentido estarem numa carta. Foi claramente colocado ali para servir de informação para o leitor, que poderia não ser ciente de tudo aquilo, mas não coube na narrativa, na minha opinião. Poderia ser uma nota no final do livro, e estaria ótimo.

Por fim, eu  indico livro pra quem quer uma leitura rápida, sobre um assunto atual, e está ciente de que terá o coração partido algumas vezes ao final da última página.




Oi, gente!

Oi, Rafa.
Tudo bem com vocês?

Hoje vim responder uma TAG divertida com perguntas sobre meus planos pros próximos meses até o fim do ano.

Perguntas:
Qual livro que você começou a ler esse ano e que ainda precisa terminar?
Tem algum livro com vibes de verão pra te ajudar a entrar no clima de fim de ano?
Qual lançamento do último trimestre você está ansioso/a?
Quais três livros você precisa ler até o fim do ano?
Tem algum livro que você acha que ainda vai te surpreender e se tornar um favorito?
Você já começou a fazer planos para o próximo ano de leituras?
As respostas estão no vídeo:


Espero que vocês gostem! 

<3

Oi, gente!

oi, rafa!

Como estão?
Hoje vim trazer uma resenha que tô devendo há meses. Li esse livro há um tempo e nunca escrevi sobre ele. Então, aqui está! espero que gostem <3

Título Original: All We Ever Wanted || Ano: 2018 || Autora: Emilly Giffin || Sinopse: Casada com um membro da elite de Nashville, Nina Browning leva a vida com que sempre sonhou. Recentemente, o marido ganhou uma fortuna vendendo seu negócio de tecnologia e o filho adorado foi aceito em Princeton. No entanto, às vezes Nina se pergunta se ela se afastou dos valores com que foi criada em sua pequena cidade natal. Tom Volpe é um pai separado que se divide entre vários empregos para criar a filha, Lyla. Ele finalmente começa a relaxar depois que a menina ganha uma bolsa de estudos na escola de maior prestígio de Nashville. Filha de uma brasileira e de origem menos abastada, Lyla nem sempre se encaixa em meio a tanta riqueza e privilégios, mas, na maioria das vezes, ela é uma adolescente típica e feliz. Então uma fotografia, tirada em um momento de embriaguez em uma festa, muda tudo. À medida que a imagem se espalha, as opiniões da comunidade se dividem. No centro das mentiras e do escândalo, Tom, Nina e Lyla são forçados a questionar seus relacionamentos mais íntimos, percebendo que tudo que sempre quiseram talvez não fosse tão perfeito assim.
O mundo dos ricos sempre foi cheio de sujeira, por baixo dos panos. A gente sabe disso, mas não vê, pois o dinheiro inibe essa visão deturpada da riqueza. Mas Tom Volpe não é uma dessas pessoas ricas cobrindo a sujeira, colocando para debaixo do tapete. Ele é só um pai solteiro de uma adolescente, tentando fazer com que sua filha tenha um futuro melhor do que o seu. Lyla estuda num colégio de elite de Nashville, vive no meio dos adolescentes abastados.

Nina Browning é esposa de um membro da elite de Nashville, e seu filho está na melhor fase da vida, quase saindo do ensino médio e com um futuro promissor pela frente. No início, Nina não entende que tudo o que seu filho tem é fruto do mar de dinheiro em que ele foi jogado desde o nascimento.

Quando uma foto não consentida de Lyla é espalhada pelo colégio, saída do celular de Finch, filho de Nina, há muito mais do que uma foto para ser debatida. Há muito mais do que o não-consentimento. Os assuntos abordados no livro vão de dinheiro, privilégio e caráter até abandono, família e a vida moderna.
Eu nunca tinha lido nada da Emily Giffin. Ganhei esse livro do Clube Skoob, e fiquei surpresa com a caixinha. Não sabia do lançamento, e acho que não acompanharia, pois não sou ligada na autora. Mas fiquei muito feliz de ter a oportunidade de ler esse livro.

O que mais gostei na história contada pela Emily foi a humanidade dos personagens. Nem todo mundo é bom ou ruim. Há pessoas mau-caráter, há pessoas boas, mas que se entregaram à sujeira do mundo privilegiado. Nós lemos sobre pessoas muito ricas, que não sabem o valor do dinheiro, e sentimos ódio de como essas pessoas sempre tentam resolver tudo com um pouco mais de dinheiro jogado na cara dos menos privilegiados.

A foto infeliz de Lyla levanta muita discussão sobre a falta de maturidade nos adolescentes, e ainda mais os adolescentes que sabem que nada muito grave lhes acontecerá, pois eles têm como sair dali com dinheiro fácil. Estou falando muito de dinheiro, mas não posso deixar de lado o quanto a riqueza faz parte desse livro. Por sorte, nós vemos o lado da Nina, mãe do adolescente inconsequente, Finch, e podemos ver como Nina não foi 100% contagiada por essa riqueza descontrolada. Ela usa a razão em frente ao coração, mesmo quando isso lhe dói horrores, por ir contra o filho e o marido. Nós conhecemos um pouco do passado da Nina, entendemos suas raízes e torcemos para que ela consiga resgatar essa sua parte menos… apodrecida.

Uma única coisa que me incomodou no livro foi a mãe da Lyla. Ela é brasileira, mas abandonou a filha e o marido anos antes. O retrato de Beatriz (se me lembro bem o nome dela) é muito estereotipado. É muito a visão dos norte-americanos sobre o Brasil. Beatriz é descrita como uma mulher exibida, sexy, livre, que gosta de beber e não se importa com os “amigos” homens dando em cima dela o tempo todo. Essa visão me deixou incomodada. E tenho certeza que se ela fosse de outra origem, os problemas para ter abandonado a família teriam sido outros, e não a bebida e o gosto por festas e danças. Enfim.

O livro foi uma ótima surpresa, uma leitura gostosa e rápida. Além de nos fazer refletir sobre os danos da nossa sociedade tão engajada na tecnologia. 


oi, gente!

oi, Rafa.
como estão?

Vem aqui ver a lista de filmes que vi nos últimos dias. Tem umas dicas muito boas! Se liga:

Infiltrado na Klan (2018)

Dei a sorte de ligar a tv no momento em que o filme estava começando, e nem planejava passar duas horas em frente à tevê, mas foi impossível desgrudar, depois dos primeiros minutos. O filme conta uma história real sobre um policial negro que, por meio de ligações, consegue contato com membros da KuKluxKlan. É um filme MUITO importante, que todos deveriam assistir. O filme se passa na década de '70, mas no final temos cenas reais dos dias ATUAIS, e é aterrorizante só de pensar que essas coisas continuam acontecendo.

Era Uma Vez... em Hollywood (2019)

O mais novo filme do Tarantino, seu nono filme, estreou em agosto, e eu fiquei muito emplogada em ir ao cinema assisti-lo. O filme conta com grande elenco, que inclui como principais Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie. Se você não conhece nenhum dos três, provavelmente você não se importa muito com filmes. Mas são atores e uma atriz incrível, que vale super a pena ver nas telas. O filme conta de sua própria forma uma história real, mas com o twist digno do Tarantino. Eu amei.

Nós (2019)

Ok, eu não sei nem por onde começar a falar sobre esse filme, e nem sei se dá realmente para falar sobre sem dar nenhum spoiler. O filme é um terror psicológico com elementos de ficção científica (da forma mais sutil) ou fantástica... não sei bem como colocar, só sei que há aquele twist que o Jordan Peele sabe muito como empregar em seus filmes, visto que o mesmo tipo de surpresa aparece em Corra!, filme do diretor vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original, em 2018. Corra (hehe) lá e vai ver Nós. Você com certeza não vai queres sequer piscar enquanto assiste.

Green Book - O Guia (2018)

Esse era um dos filmes que eu mais queria ver, na temporada passada do Oscar, mas foi um daqueles que foi ficando, foi ficando... e quando eu finalmente assisti, fiquei me perguntando POR QUE mesmo eu não vi antes. Eu tenho esse feeling sobre filmes, se vou gostar ou não, geralmente eu sei só de ver imagens do filme. E esse foi um certeiro, eu sabia. Green Book se passa em Nova Iorque, 1962, e acompanhamos uma família ítalo-americana no Bronx, e o pai da família, Tony, está precisando de qualquer trabalho para pagar as contas da família. É quando ele é chamado pelo Doutor Don Shirley para ser seu motorista. Só que Don não é um doutor convencional - ele é músico, um dos melhores pianistas da época. E é negro. Nos Estados Unidos dos anos '60, onde o racismo estava impregnado na sociedade, essa relação pode se tornar conturbada. Mas juntos numa viagem atravessando o país, os dois aprendem muitas lições um com o outro. Minha frase favorita do filme: "o mundo está cheio de gente solitária com medo de dar o primeiro passo." Recomendo demais!
E foi isso, gente! Eu amei todos os filmes, foram ótimas escolhas.
Espero que vocês tenham se interessado por algum, e eu recomendo que assistam. <3

Oi, gente!

oi, rafa!

Como vocês estão?

Quando se trata de leitores, há uma coisa que todos nós concordamos: ter uma estante cheia de livros é um sonho! E, por um tempo, eu pensava dessa forma: não importa quantos livros não lidos eu tenha na estante, uma hora vou ler todos, o que importa é estarem lá! Mas, até quando isso é realmente verdade?

O tempo passa rápido demais, e de repente a gente está olhando pra uma prateleira inteira de livros dentro de um gênero que não nos interessa mais. Parece que não, mas o tempo realmente voa. E o que não para? A publicação de novos livros. Semanalmente temos títulos novos e mais interessantes sendo lançados, livros que fazem mais o nosso estilo no momento, e que a gente sente mais vontade de ler, do que aqueles que estão na estante há 3 anos. 3 anos atrás eu queria ler fantasia, queria tentar ler distopia... Mas hoje em dia eu tô amando Thriller e nem sequer OLHO pra as fantasias na estante, pra fingir interesse.

Então, por que eu ainda os guardo?

Alguns livros eu não tenho mais a intenção de ler, e não me farão nenhuma serventia. Há pessoas que sei que vão amar, e que podem estar esperando essa oportunidade para lê-los. E eu não vou ler, então... 2+2, matemática simples.

Só que para chegar nessa conclusão não é tão simples assim. Leitores sempre vão querer livros! Sim, é verdade. Mas eu cheguei num ponto crítico. Estava sem espaço na estante, colocando livros em duas camadas, alguns eu nem sequer via, não tinha nem a desculpa que gosto de olhar pra eles (wtf né), e então comprei uma estante nova. Simples! Simples? Hum... A estante nova era duas vezes maior que a antiga, e mesmo assim não foi suficiente para todos os livros. Tive que manter a antiga e ainda instalar duas prateleiras. Uffa. E aí, tudo certo? Bem... Não. Eu ainda queria comprar mais livros. Eu sei, é um problema.

Quer dizer: era!

De repente, comecei a perceber que estava lendo MUITOS livros no Kindle. Kindle Unlimited, livros de graça, livros baratos, por menos de 5 reais... Livros em língua estrangeira, livros de gêneros que eu realmente quero ler, livros que só estão a um clique de distância! E eu amo o Kindle, amo essa praticidade. Mas mesmo comprando livros físicos, eu ainda estava lendo mais ebooks. 

Parece ÓBVIO agora, depois que eu tomei a decisão, mas antes era tão difícil pensar em me "livrar" dos livros (viu o que eu fiz ali? Hahaha?? enfim), e realmente, pensando desse jeito, eu nunca ia desocupar a estante. Mas, pensando por outro lado...

Resolvi, então, deixar na estante apenas livros que eu quero REALMENTE ler dentro de um ano (ou talvez 3, vai...) e também meus livros lidos e favoritos. Não se encaixa nessas categorias? Tchau! 

Assim, acabei tirando +/- 50 livros da estante! 50! Tipo, duas prateleiras de livros.  Tenho espaço na estante de novo! Não preciso comprar uma estante nova ou instalar prateleiras até o teto. Uffa!

Foi a melhor decisão que tomei desde que comecei a colecionar livros (esse termo colecionar, para livros, continua sendo estanho...). Com absoluta certeza ainda quero uma estante cheia. Mas quero uma estante cheia com livros que eu amo, ou que fizeram a diferença pra mim, ou livros que eu tenho um feeling que vou adorar ler. Depois disso, podem seguir em frente. 

Minha meta agora é comprar apenas ebooks, e desses, colocar na estante apenas os que se tornarem favoritos. Quero olhar e ver uma estante cheia de amor, e não algo que me dá ansiedade pensando em quando vou ler tudo aquilo... Ugh.

E você, já desapegou dos seus livros? Ou melhor, já admitiu que na estante tem pelo menos 10% de livros que você não tem mais a intenção de ler?


Bem gente, foi isso! Espero que tenham gostado do posto diferente de hoje hahaha

Beijos, até o próximo!