Você provavalmente conhece a Soirse da adaptação do livro da Stephanie Meyer, mesma autora de Crepúsculo, A Hospedeira. Foi um filme bem falado em 2013, não sei se pelo bom ou pelo ruim, já que não assisti, pois não li o livro, e sinceramente não fazia meu estilo. Quando vi anunciando esse filme, não percebi que já conhecia a Saoirse de algum lugar, e foi só depois de rever os filmes dela que percebi. Veio aquele sininho: nossa, é aquela atriz. E depois disso eu passei a prestar mais atenção na Ronan. A atriz sempre fez filmes que me chamaram atenção (com exceção de A Hospedeira), e eu gosto da atuação da irlandesa. Por isso, depois de reunir meus 3 filmes favoritos com a atriz, eu resolvi voltar com o "quadro" 3 Filmes Para Conhecer. Vamo lá?


Saoirse Una Ronan é uma atriz irlandesa radicada nos Estados Unidos. Levantou-se ao estrelado ainda criança e ganhou destaque internacional em 2007, após coestrelar o filme Atonement, pelo qual ganhou suas indicações para o prêmio BAFTA de Melhor Atriz coadjuvante em cinema, o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante e um Óscar, também de Melhor Atriz Coadjuvante. Saoirse foi indicada ao Oscar 2016 na categoria de melhor atriz pelo filme Brooklyn. Venceu o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical por sua atuação no filme Lady Bird.



Desejo e Reparação


Quando você olha a capa desse filme, com certeza você se lembra da Keira Knightley e do James McAvoy, mas cadê a Saoirse aí? Então, pode não parecer, mas a Saoirse está lá, e o papel dela é fundamental na adaptação do romance de Ian McEwan. É ela quem desencadeia os acontecimentos principais da história, e em um ponto de vista, é a protagonista. Ou antagonista? Bem, você precisa assistir para tirar as conclusões. Esse filme quebrou meu coração em milhões de pequenos pedaços, jogou tudo num ensopado e bebeu de canudinho. Sério, se prepara, leva um lencinho, ou talvez uma caixa. É um romance que te deixa no chão. 

Lady Bird: a Hora de Voar


Lady Bird ganhou meu coração logo de cara. O filme se passa nos anos 2000 e fala sobre a adolescência/descoberta da vida adulta de uma garota no interior dos Estados Unidos, querendo abraçar o mundo e ganhar independencia, mesmo que todos a digam o contrário. Autointitulada de Lady Bird, Christine deixa claro sua vontade de querer ser livre, descobrir quem é e voar com as próprias asas. O filme foi indicado ao Oscar em 2018 e rendeu a Ronan um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical. Vale muito a pena, principalmente se você tinha a mesma faixa de idade da Christine em 2005/2006. O filme aquece nosso coração e gera muita identificação por tratar de assuntos típicos do fim da adolescência, como namoro, virgindade, "primeiras vezes" e os próximos passos para o futuro. É pessoalmente um dos meus favoritos. Vale ressaltar que é dirigido pela incrível Greta Gerwig, atriz de Frances Ha e Mistress America.

Um Olhar do Paraíso


Com certeza você conhece esse filme. Um dos primeiros que colocou de vez a jovem Saoirse, The Lovely Bones é um filme de 2009 que conta a trágica história de Susie Salmon (como o peixe) que é sequestrada e morta enquanto voltava da escola. O longa nos leva numa jornada junto com a personagem, para lhe trazer justiça e ajudar aos que ficaram na terra a descobrir quem fez uma coisa dessas com uma garota tão adorável quanto Susie. O filme é adaptação do livro de mesmo nome, de Alice Sebold. 


Saoirse Ronan é, para mim, uma das melhores atrizes dessa geração talentosa, cheia de filmes grandes nas costas, indicação ao Oscar e prêmios importantes na prateleira. Se você não a conhecia, da uma chance a um desses filmes! Não vai se arrepender.

⭐ Menções Honrosas 


É isso, gente!
Espero que tenham gostado do post. 

Já viu algum filme com a Saoirse? 

Está intrigado sobre como se pronuncia o nome dela? Clica aqui pra aprender! hehe É tipo "Sôrcha" e significa "liberdade". 


Beijos! até o próximo,



Oi, gente!

Oi, Rafa. 

Tudo bem com vocês? A resenha de hoje é de um dos melhores livros que li em Janeiro, e um nacional, pra ser ainda melhor. Tô falando de O Sorriso da Hiena, do Gustavo Ávila. Se liga na resenha:


Autor: Gustavo Ávila || Editora: Verus || Ano: 2017 (pela editora) || Sinopse: É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem? Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no desenvolvimento delas. Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos? Em O sorriso da hiena, o leitor ficará fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.
Ano novo, gênero literário favorito novo, pode ser? AHAHAHA

Depois de começar o ano com Caixa de Pássaros, os thrillers começaram a aparecer mais na minha frente, e minha vontade de lê-los só aumentava. Quando participei da Maratona Literária de Verão All Star e o tema para mim caiu Thriller, não hesitei na hora de escolher O Sorriso da Hiena, um thriller nacional que eu só tinha ouvido falar coisas boas. E não me arrependi. 

O livro já começa com um soco no estômago. Quando li o prólogo, fechei o livro e parei por um instante para processar que aquela seria minha próxima leitura, e me preparar para o que viria em seguir. Gustavo não poupa detalhes e não quer saber de estômago fraco de leitor quando cria cenas em que o terror está explicito e a crueldade humana são expostos sem passar o pano. Temos nesse livro a história de três homens, David, William e Arthur, cada qual com seu envolvimento na série de assassinatos que está acontecendo na cidade, vinte e quatro anos depois daquele primeiro crime cruel com um casal aparentemente inocente. David, o assassino; William, o psicólogo; e Arthur, o detetive
Quando a gente entende a dor, para de sentir medo dela e consegue encará-lade frente, argumentar com ela e fazer com que vá embora, ou pelo menos fique em silêncio.
Foi muito interessante acompanhar esse trio de personagens, porque cada um tinha um interesse diferente diante dos acontecimentos. Cada um tinha uma motivação que o levava em direções opostas, mas que sempre acabavam se ligando. Foi um jogo de Gato e Rato com um espectador atento no meio (William), mas um jogo sério demais, que acabava com uma criança traumatizada e orfã. 

Preciso ressaltar aqui meu apego pelo Arthur. O detetive qeu acompanha o caso é um homem de trinta e poucos anos, com Síndrome de Asperger, o que o faz ser sincero, atento e direto até demais. Essa "condição" proporcionou até algumas cenas ou falas engraçadas no livro, quase que sem querer, tirando um pouco - mas só um pouco - o clima de tensão envolvendo a trama. Foi com certeza meu personagem favorito, e fiquei muito feliz em saber que o Gustavo lançará um próximo livro com o detetive envolvido!
"O mal é um estado natural do ser humano, que nasce sem a noção de certo e errado, sem consciência moral, agindo para saciar suas necessidades, movido apenas por seus instintos selvagens."
 Enfim, o Sorriso da Hiena é um romance eletrizante, que te prende do começo ao fim (literalmente desde a primeira página), e te faz perder o fôlego enquanto torce pelos personagens e tenta, juntamente à outros, descobrir a origem do mal e até que ponto vai a crueldade humana. 

Recomendo demais!

Sobre o autor:

Gustavo Ávila ingressou no mundo da escrita ao iniciar no mercado publicitário como redator, há mais de dez anos. Nascido em 1983, cresceu no interior paulista, trabalhou por anos em São Paulo, capital, e hoje vive em Florianópolis. Foram mais de três anos escrevendo O sorriso da hiena, que, em 2016, teve os direitos de adaptação comprados pela TV Globo.

É isso, gente!
Espero que tenham gostado, 
até a próxima <3



Oi, gente!

Oi, Rafa!

Tudo bom com vocês?

Hoje vim trazer a resenha de um livro nacional que descobri por acaso na amazon. Já tinha ouvido falar da autora pois sigo a página da Editora Coerência, por isso quis ler. O livro é curto (208 páginas), nacional e chick-lit, e era justamente o que eu queria ler na hora! Pá-pum, em poucas horinhas, acabei. 

Título: Boa Sorte, Barbie || Autor(a): Aline Cabral || Páginas: 208 || Série? Acima do Salto Agulha || Ano: 2018 || Disponível no Kindle Unlimited. || SinopseAcredita-se que exista uma ordem natural na vida: Faculdade – emprego – casamento e depois… filhos. Não para Bárbara, que aos 17 anos ficou grávida de um cara que sumiu. Hoje, 14 anos depois, a designer de crochê e coordenadora de um clube da 3ª idade, sabe que às vezes a melhor escolha nem sempre é a mais fácil.
No entanto, a vida de Barbie, que parece estar entrando nos eixos, vira de pernas pro ar com a volta de Adam, o pai da sua filha.
Boa sorte, Barbie é um livro divertido e emocionante sobre as aventuras de uma mãe solo, que segura a onda o tempo todo, mantém as boas amizades, mas precisa aprender a enfrentar seus medos.
Em Boa Sorte, Barbie, conhecemos Bárbara, uma mulher com interesses diferentes da maioria das mulheres da sua idade. Ela passa seus dias fazendo crochê, conversando e jogando cartas com os idosos do clube da 3ª idade, e se inturmando com sua filha e melhor amiga de quatorze anos, Liz. Esses interesses de Barbie a fazem ser dona de uma personalidade amorosa e amigável, o que lhe faz também atrair homens para perto, mas nunca de forma mais... sensual. Barbie está há 14 anos cuidando de uma criança, sem o pai e antigo amor da sua vida por perto, e acha que não quer que isso mude. 

O livro é narrado pelo ponto de vista de Barbie e Adam, o casal que se desencontra logo no início do livro, quando Adam é levado para longe de Bárbara por vontade de terceiros. O jovem casal é afastado e nunca mais se vêem, tendo o destino colocado armadilhas em seus caminhos para que esse amor fosse destruído. Mas será um amor tão forte facilmente derrubado pela distância e pelo tempo?
Boa Sorte, Barbie é um livro curtinho e gostoso de ler, sobre, acima de tudo, a relação mãe-e-filha de Barbie e Liz. As duas têm conversas sinceras, são brincalhonas uma com a outra e são aquilo que toda mãe/filha quer num relacionamento desses, o mais forte e próximo que pode existir. Depois disso, é sobre os mal-entendidos e sobre as conversas que não aconteceram entre um casal destinado a ficar junto, mas que, por obra de pessoas que acham que podem abusar do "poder", foram separados. Vê-los juntos novamente é bonito, e ainda mais quando a filha fruto desse amor adolescente está ali, na margem, torcendo para que tudo dê certo dessa vez. 

Barbie é uma personagem muito divertida de acompanhar, com dilemas de uma mulher já adulta, com preocupações reais e uma péssima mão na cozinha. 

Se você estiver querendo ler algo rapidinho e adorável, o livro está disponível no Kindle Unlimited!

P.S: Só quando eu acabei de ler, percebi que na capa diz que o livro é SPIN-OFF de outro livro da Aline, que eu já ouvi falar, aliás: Acima do Salto Agulha. HAHAHAHA Eu sou muito demente mesmo, como chamaria meu pai. Mas, li o livro sem saber que tinha ligação com o outro e mesmo assim amei, não senti hora alguma que estava faltando alguma coisa... então já posso dizer que pode ser lido sem ter lido o "primeiro".



Sobre a autora:


Aprendeu a ler em casa, com seus pais, e desde então nunca mais parou. A paixão pelos livros só podia dar nisso: na adolescência começou a escrever músicas, mas logo desistiu já que não aprendeu a tocar nenhum instrumento. Escreveu seu primeiro romance aos dezessete anos, mas só depois dos trinta anos assumiu que escrevia e decidiu levar adiante o sonho de publicar um livro. Além de escritora, é professora do ensino fundamental e artesã. Nasceu no ano de 1984 em Criciúma Santa Catarina. Adora viajar com seu marido, mas sempre volta pra sua terra natal e suas duas gatas.


Enfim, é isso, gente! Espero que tenham gostado. 

beijos, e até a próxima!


Oi, gente!

Oi, Rafa!


Tudo bem com vocês?
No Canal do Youtube eu fiz um unboxing da caixa de assinatura do Clube Skoob, tema Colégio, do mês de Janeiro. Vou deixar o vídeo abaixo para vocês verem Aqui vim mostrar qual foi o livro e falar um pouco sobre ele!

O livro do mês:



Kay Donovan é uma jogadora de futebol cujo grupo de lindas e populares amigas comanda uma escola particular, mas guarda segredos sombrios que se esforça para não respingarem no presente. No entanto, quando o corpo de uma garota é encontrado no lago da instituição, a vida cuidadosamente construída de Kay começa a desmoronar.
Repleta de escândalos e tragédias, esta narrativa apresenta uma visão sombria e emocionante sobre amizades femininas, as pressões para alcançar sucesso acadêmico e também sobre saúde mental. Garotas como nós é uma história clássica, assustadora e com um final surpreendente.





As pessoas nos conhecem. As pessoas nos temem.


O livro foi lançamento de Janeiro da editora Universo dos Livros. 








Oi, gente!


Oi, Rafa!

Que tal uma TAG literária que combina dois amores: Netflix e Livros? Não precisa nem explicar o título AHAHAH A tag consiste em relacionar as categorias da netflix com um livro e recomendar leituras baseadas nisso para vocês. Acho que todo mundo já viu essa TAG, não é nova... eu vi no canal A Clockword Reader, e vocês podem conferir clicando aqui. 

Agora, vamos às perguntas!



1. Recentemente assistidos: o último livro que você terminou de ler.
O Zen e a Arte da Escrita, de Ray Bradbury. É um livro sobre escrita, do mesmo autor de Fahrenheit 451, um dos meus livros favoritos, então eu adorei. 

2. Principais escolhas para você: um livro recomendado a você baseado em suas leituras anteriores.
A Garota do Trem. Como estou na vibe de thrillers, esse é um bem recomendado, e acho que será uma das minhas próximas leituras.

3. Adicionados recentemente: o último livro que você comprou ou ganhou.
Comprei Uma Dama Fora dos Padrões, da Julia Quinn <3 Entrei na Saraiva a fim de comprar uns dois livros com R$30 (iludida) e saí com um só, no valor de 29,90. E nem foi na Saraiva, na verdade. :/

4. Em alta: livros que todo mundo conhece (1 que você leu e 1 que você quer ou não ler).

Que eu já li
: Tartarugas até lá embaixo. (já li)
Que eu não li: Garota Exemplar. (quero muitíssimo ler!)

5. Comédias: um livro engraçado.
Qualquer um da Sophie Kinsella!

6. Dramas: um personagem que seja muito dramático.
Não consegui pensar em nenhum. </3

7. Animações: um livro com desenhos na capa.

Como Treinar o Seu Dragão. Tanto na capa quanto na diagramação, o livro é cheio de ilustrações. E é perfeito pra essa categoria, já que foi adaptado para os cinemas como animação, e também como série na própria netflix!

8. Assistir novamente: um livro ou série que você deseja reler.

 A Resposta. Eu. Amo. Esse. Livro! Não gosto muito de releituras, o único que reli várias vezes foi A Menina Que Roubava Livros. Mas "A Resposta" eu preciso.

9. Documentários: um livro de não-ficção que você recomenda a todos.
Sejamos Todos Feministas, da Chimamanda. Tem post sobre ele aqui.

10. Ação e Aventura: um livro cheio de ação.


Caixa de Pássaros. Embora curto, é um livro que prende nossa respiração a cada capítulo. (lido no Kindle)

11. Novos lançamentos: um livro que acabou de ser lançado ou que está próximo de ser e que você não vê a hora de ler.
Um Marido de Faz de Conta, da Julia Quinn <3 É a sequência de Uma Dama Fora dos Padrões, e eu não vejo a hora de ler os dois!
Bem, gente, foi isso! Espero que tenham gostado. A TAG é bem curta, mas foi divertida. E vocês, já responderam? Deixa aqui no comentário uma das suas respostas :) ♥ 

xoxo, até a próxima! 

Categorias:

Oi, gente!

Oi, Rafa. 
Tudo bem?! Hoje vim trazer a resenha de um livro que devorei em pouco mais de 24 horas, e precisava falar com alguém sobre. Talvez isso não queira dizer que o livro foi cinco estrelas, excepcional... então, como será que foi essa leitura? Segue lendo a resenha pra descobrir



Título Original: A Simple Favor || Ano: 2017 || Editora: BertrandBrasil || Autora: Darcey Bell || Gênero: Thriller || Sinopse: Quando sua melhor amiga, Emily, pede a Stephanie para buscar seu filho Nicky na escola, ela alegremente concorda. Nicky e seu filho, Miles são melhores amigos — exatamente como ela e Emily. Mas Emily não volta. Ela não atende ao telefone ou responde às mensagens. Stephanie sabe que algo está terrivelmente errado. Aterrorizada, ela busca ajuda nos leitores do seu blog. Até que ela e Sean, marido de Emily, recebem notícias chocantes: Emily está morta. O pesadelo de seu desaparecimento finalmente chegou ao fim. Ou será que não?

Quando sua melhor amiga some, você naturalmente entra em desespero. É o que Stephanie faz ao perceber que Emily, sua amiga e mãe do melhor amigo do seu filho está desaparecida há dias, depois de lhe pedir que cuidasse de Nicky por uma noite antes que ela voltasse de uma emergência no trabalho. Seria só mais um pedido normal, mas algo estranho está acontecendo —  Stpehanie sente isso. E ela começa a escrever em seu blog sobre o sumiço da amiga. Antes, só escrevendo com a inicial E., agora Stephanie se vê na obrigação de contar a suas "mães-amigas" o que está acontecendo, e fornecer o máximo de informações possíveis para que alguma de suas leitoras possam ajudá-la a encontrar Emily. 

Ao decorrer da histórias, passamos a conhecer um pouco mais sobre Stephanie - uma mãe solitária que encontrou em Emily a amiga que precisava, depois que seu marido morreu e ela se viu sem ninguém para dividir a vida com o filho, Miles. Descobrimos o passado de Stephanie, e como ela guarda diversos segredos sórdidos, e como via em Emily um espelho de comportamento e de mãe. A amizade de Stephanie e Emily, pelos olhos da primeira - em seu blog - é pintada como perfeita. Mas, no blog, Stephanie pincela tudo com um toque de perfeição. Será que aquilo é mesmo verdade? Será que a perfeita e elegante Emily não tem seus segredos sujos? Será que Stephanie está mesmo simplesmente preocupada com a amiga, ou há outros interesses por baixo do pano?
Bem, agora às minhas impressões. 

O livro começou muito promissor, com uma história que eu estava investida e muito disposta a ler e me surpreender. A metade do livro, a parte 1, é contada pelo ponto de vista somente da Stephanie, e a gente começa a perceber alguns furos no caráter da personagem depois de alguns capítulos, mas ainda acreditamos em toda sua "pureza" — será que podemos dizer assim? — e continuamos querendo saber o que diabos aconteceu com a Emily

Talvez tenha sido isso — o fato de o livro ter revelado o mistério na metade — 
que fez tudo desandar. Depois que descobrimos o que aconteceu com Emily, a melhor amiga perfeita, esperamos algo inovador, uma bomba atrás da outras... mas isso não acontece. Temos então o ponto de vista agora de três personagens: Stephanie, Emily e Sean, o marido de Emily. E também um pouco dos posts no blog de Stephanie. 

É cansativo, porque tudo o que os personagens fazem é se explicar. Explicar por que fizeram isso, por que pensaram aquilo, por que achavam isso outro. A gente já sabe, agora queremos a vingança. Cadê? O livro promete essa personagem forte, foda, destemida e imperdoável, Emily, mas nos dá uma pessoa que faz telefonemas no meio da noite, de dentro da mata, como um jeito de assustar a "melhor amiga" que achava que ela estava morta. Boo. Em vez de uma personagem foda, temos alguém que forjou a própria morte para viver felizes para sempre com o marido + o dinheiro do seguro (2 milhões) em algum país tedioso da Europa. Temos alguém com a mente doentia, que nos faz prender a respiração sempre que aparece, mas no final, se continuarmos nos privando do ar, vamos morrer asfixiados, pois nada acontece. 

Não posso dizer que o livro foi difícil de ler, porque não foi. Foi envolvente, porque eu sempre estava esperando algo, e por isso me senti quase traída ao não receber um final digno. Foi decepcionante ler com tanta adrenalina pra nada demais. Nos envolve, nos prende, a escrita é gostosa — mas, cuidado, não vá esperando um crime impressionante, um thriller de tirar o fôlego — ele até tira, mas não te devolve mais.



Sobre a autora:

Darcey Bell nasceu em 1981 e cresceu em uma fazenda de gado leiteiro no oeste de Iowa, Estados Unidos. Ela é professora de pré-escola em Chicago. "One Simple Favor" é seu primeiro romance.

É isso, gente!
Espero que tenham gostado. Você já leu o livro? Ou viu o filme? Me conta aqui! 
beijos, 
até o próximo!



Oi, gente!


Como cês estão? Hoje vim trazer o famoso ''wrap up'' do mês, com as minhas leituras de janeiro, e falar um pouquinho só de cada. As que tiverem resenha, vou deixar o link ♥

O Mês foi recheado, e com ele vieram muitas surpresas. Algumas boas, uma decepção, e alguns livros só bons, mas que valeram a pena a leitura. Eu geralmente começo o ano com muita energia pra ler, mas, mesmo nos anos anteriores, eu não li tanto assim. Participei de maratonas, li com amigos próximos, fiz vários sprints de leitura e consegui engatar vários livros. O número se aproximou de 10, o que é um ótimo número para mim, e embora qualidade seja mais priorizada do que quantidade por aqui, eu li livros que queria ler e que estava a fim, não apenas livros rápidos para aumentar o número. Enfim, vamos ver o que eu li esse mês?

1. Caixa de Pássaros

Comecei o ano já no meio dessa leitura, que tinha começado no dia 31/12. Então, esse foi o primeiro livro que finalizei em 2019, mas não o primeiro que comecei a ler em 2019! HAHAHA Não fiz resenha dele, mas falei um pouco sobre a leitura no vlog, é só clicar aqui e ver. Em geral, gostei bastante. 

2. Por Isso A Gente Acabou. 


Esse sim foi minha primeira leitura iniciada no ano. E não podia ter sido melhor! Me apaixonei pela leitura, e já tem resenha no blog! Clica aqui pra ler. ♥

3. Azeitona


Ih, essa foi a primeira grande decepção do ano, e talvez até a maior em muito tempo. O que ferrou tudo foram minhas expectativas. Sabe o que dizem, né? Nunca faça nada com expectativas muito altas. Foi o que eu fiz com esse livro e me dei mal. Detestei, sinceramente. :/ Cada página foi um sufoco e eu terminei de ler arrastando o máximo, pulando parágrafos e páginas. Uma pena. 

4. Terra das Mulheres

Depois de uma decepção, uma maravilha. Esse livro me salvou de entrar naquela ressaca infeliz depois de Azeitona, e assim que ele chegou na caixa dos correios, já comecei a ler. Eu estava a fim havia um bom tempo, depois de ouvir a Bia Paludetto falando tão bem dele, e não me arrependi. Esse foi um caso em que a expectativa encontrou a realidade e eu adorei o resultado! 

5. O Sorriso da Hiena, de Gustavo Ávila


Quem diria que Thrillers se tornariam meu gênero favorito? Só quero ler isso, só quero saber de resolver mistérios e encontrar os assassinos HAHAHA O Sorriso da Hiena foi o primeiro thriller nacional que li, e que começo incrível! Cinco estrelas sem nem pensar duas vezes. Só digo uma coisa: leiam!

6. Vox

Bem, esse livro eu comecei em janeiro, mas parei na melhor parte, porque estava muito presa àquele mundo, e eu precisava de um pouco de ar. Ainda não o finalizei (enquanto escrevo o post), mas não tenho a intenção de abandonar. Até agora (página 172) está sendo uma leitura cinco estrelas; eu só precisava de um tempinho pra absorver os acontecimentos do livro, que estavam me deixando com raiva e angustiada, até voltar. HAHA 


7. Um Pequeno Favor


Aqui está a resenha. Um livro que li em pouco mais de 24horas, me prendeu no sofá até não poder mais, que me fez ler cada página com mais vontade que a outra, mas que me decepcionou um pouquinho no final. Acabou sendo uma leitura três estrelas, mas que valeu a pena o investimento de tempo. Me diverti lendo e com as expectativas do que aconteceria. Pena que não foi LÁ ESSAS COISAS. 


8. O Verão que Mudou Minha Vida. 


Quem diria que eu iria gostar de um livro da Jenny Han? Depois de "Olho Por Olho", "Dente Por Dente" e "Lara Jean" (não gostei de nenhum) eu devia ter abandonado a autora... mas que bom que persisti! O Verão que Mudou Minha Vida foi a leitura levinha que eu precisava pra encerrar o mês cheio de tramas brutais. Adorei a leitura, voou num piscar de olhos e eu fiquei de coração quentinho, querendo pular numa piscina ou sentir a areia nos pés. 

Foi isso, gente! E vocês, o que leram esse mês? Foi um bom mês de leituras? Me conta aqui!


Oi, gente!

Oi, Rafa!

Tudo bem?! Hoje vim trazer aqui a resenha de um livro que estava na minha Lista de leituras há muito tempo, e desde que o achei num sebo, fiquei me preparando para ler. Eu sabia que ia gostar do livro desde que o abri no ônibus, na volta pra casa, e só fechei quando quase perdi meu ponto. Foi aí que eu me apaixonei pela Min, e pela sua - trágica - história com o Ed. Aqui vai a resenha de Por isso a Gente Acabou, do Daniel Handler. 

Titulo original: Why We Broke Up || Ano: 2012 ||  Editora: Cia das Letras || Sinopse: Por isso a gente acabou trata, com a comicidade típica de Daniel Handler, nome verdadeiro de Lemony Snicket, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, tristeza e incerteza que essa vivência pode gerar. Min Green e Ed Slaterton estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação. Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas desse romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou.
"Por Isso a Gente Acabou" conta a história de um relacionamento que já chegou ao fim, e nos deixa a par dos porquês deste mesmo não ter tido um "felizes para sempre". Final feliz seria um pouco como pedir demais para um livro com esse título, né? A gente já entra na narrativa da personagem sabendo aonde aquilo vai parar, mas não querendo hora nenhuma frear a leitura. 

"Estou contando por que a gente acabou, Ed. Estou escrevendo, nesta carta, toda a verdade sobre o que aconteceu. E a verdade é que, porra, eu te amei demais"

A Mim está a cargo da narrativa, e é ela que nos conta os porquês desse relacionamento não ter ido para a frente, por meio de cartas que escreve ao próprio Ed, antes de colocá-la numa caixa e despejar em frente à porta do ex-namorado, junto a todos os pertences que a faz lembrar desses motivos. 

Do começo ao fim, o livro nos dá a sensação de estar conversando com uma amiga, ouvindo-a contar sobre todas as coisas que deram certo e que deram errado naquele relacionamento, querendo por vezes consolá-la e abraçá-la. A forma em cartas de conduzir o livro ajuda nessa sensação de proximidade com a protagonista, pois nos sentimos lendo as cartas como se as tivéssemos achado em algum lugar e começado a ler despretensiosamente, para já no final estarmos nos mordendo para saber o que foi o estopim daquele namoro adolescente que, desde o início, já dava indícios de ruir rapidamente, mas que para quem estava dentro - a própria Mim - parecia um conto de fadas moderno.

"Você nunca viu de verdade os filmes da minha cabeça, Ed, e foi por isso que a gente acabou"


A Mim é apaixonada por cinema antigo, e muitas vezes isso entra na narrativa, quando ela conta sobre os filmes que já viu, e como aquilo que aconteceu com ela e o Ed se parece com tal filme, ou aquele outro de 1937. Pessoalmente, eu adorei esse toque "vintage" que o autor colocou na personagem, pois quando eu era adolescente (e até hoje, sim), eu era apaixonada por filmes, e sempre adorei a história do cinema. Já o Ed é o típico adolescente popular, cheio de ex-namoradas e amigos do futebol, que sabe todas as festas badaladas, vive falando sobre tecnicalidades de jogos, e acha que tudo com um pouco de sentimento é "gay demais". É o tipo oposto de Mim, mas como a famosa frase diz: os opostos se atraem, e às vezes a gente não entende bem o porquê disso. Só acontece. E na maioria das vezes - como aqui - o final não é bonito.

"Eu te amava e aqui vão as suas coisas, para longe da minha vida onde você deve ficar, o sorriso é por isso"

Como disse o próprio autor do livro, numa entrevista engraçadíssima, esse livro é a triste história de duas pessoas que eram simplesmente diferentes, não se entendiam. Com uma boa dose de realidade, Daniel Handler nos mostrou todas as facetas de um relacionamento, desde o início incerto, passando pela felicidade apaixonada, até o final conturbado e as razões complicadas, tudo isso com o adicional drama e paixões adolescentes.  É um livro engraçado, ao mesmo tempo que muito real. Todo mundo já teve um Ed na vida, todo mundo já foi a Min, todo mundo já quis escrever uma carta para o(a) ex explicando todos os mínimos detalhes e lembranças daquele namoro que poderia ter dado certo, mas acabou em pedaços. 

A narrativa em cartas da Min é direta, às vezes se prolongando em uma cena ou outra, mas nem isso me fez largar o livro e me sentir cansada. Vi algumas resenhas no Skoob falando sobre esse aspecto, e apontando como algo ruim, mas eu vi apenas como a autenticidade da personagem ao não medir palavras para expor suas lembranças e sentimentos. Ao escrever a carta, Min está vulnerável e cansada - cansada de ter que carregar tudo aquilo para si, e escreve mesmo tudo o que já sentiu e o que está sentindo, todos os detalhes do que está dentro dela. E eu simplesmente adorei isso. 

Foi o primeiro livro que li no ano, e já entrou para meus favoritos. Recomendo para quem já se apaixonou alguma vez, e viu esse mesmo paixão se deteriorar. Você provavelmente vai se identificar com a Min. Quem não?


É isso, gente! Espero que tenham gostado. 
Até a próxima!