Oi, gente! ♥


Como estão?

Há muito tempo venho trazendo pro blog resenhas e comentários sobre os livros da série Os Bridgertons, romances de época escritos por Julia Quinn, a Nova Iorquina que encantou o mundo dando vida a personagens amáveis, tagarelas, encantadores e inesquecíveis. 
Hoje, o livro resenhado é o sétimo da série, e o penúltimo (em romances; Felizes Para Sempre traz histórias dos personagens de todos os livros anteriores, "segundos epílogos", então não conta ((para mim)) como parte da cronologia). Embora a Julia já esteja escrevendo outra série que tem relação com Os Bridgertons, dar adeus a esses personagens, um a um, não tem sido fácil, e saber que o próximo será o último... isso tem me dado até um pouco de medo de ler. A sensação de finalizar uma série sempre nos deixa divididos, né? E com essa, que foi uma das únicas que me fez ler, devorar os livros assim que eu terminava o anterior, não vai ser fácil. 




Mas... vamos aproveitar enquanto o sétimo ainda está aqui e falar um pouco da trama de Hyacinth, a oitava filha Bridgerton.
 

Livro: Um Beijo Inesquecível 
Título Original: Its In His Kiss
Autor (a): Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 272

Sinopse: "Toda a alta sociedade concorda que não existe ninguém parecido com Hyacinth Bridgerton. Cruelmente inteligente e inesperadamente franca, ela já está em sua quarta temporada na vida social da elite, mas não consegue se impressionar com nenhum pretendente. Num recital, Hyacinth conhece o belo e atraente Gareth St. Clair, neto de sua amiga Lady Danbury. Para sua surpresa, apesar da fama de libertino, ele é capaz de manter uma conversa adequada com ela e, às vezes, até deixá-la sem fala e com um frio na barriga. Porém Hyacinth resiste à sedução do famoso conquistador. Para ela, cada palavra pronunciada por Gareth é um desafio que deve ser respondido à altura. Por isso, quando ele aparece na casa de Lady Danbury com um misterioso diário da avó italiana, ela resolve traduzir o texto, que pode conter segredos decisivos para o futuro dele. Nessa tarefa, primeiro os dois se veem debatendo traduções, depois trocando confidências, até, por fim, quebrarem as regras sociais. E, ao passar o tempo juntos, eles vão descobrir que as respostas que buscam se encontram um no outro... e que não há nada de tão simples – e de tão complicado – quanto um beijo."

♡

Hyacint Bridgerton é destemida. Fala o que lhe vem à cabeça, não parece se importar com os comentários maldosos que rondam sobre sua personalidade, e nada neste mundo a convence de que não estar casada (e não receber propostas de casamento) é um fato negativo. Ela não dá muita corda para bobagens e é conhecida por isso. Hyacinth é a mais forte das irmãs Bridgertons, mesmo sendo a mais nova, e isso é rapidamente mencionado nos livros anteriores, como uma espécie de introdução à personagem. A gente sabe que vai ler sobre alguém diferente, sobre uma pessoa que não deixa um comentário sem resposta, e isso foi maravilhoso para mim. 

Sempre comentei nas resenhas de praticamente todos os livros da série, que as personagens femininas eram muito queridas por mim, pois eu me identificava com elas em aspectos semelhantes, e com Hyacinth não foi diferente - se algo, foi até mais do que com as anteriores. Eu sei que se identificar com personagens é essencial na leitura de um livro, e várias delas tem características parecidas, isso foi bom para mim durante todas as leituras. Mas Hyacinth... há algo de diferente nela. E esse algo, tão forte em uma mulher, tem um par. Um equivalente, um espelho: Gareth St. Clair. 

Quando todos os homens da sociedade Londrina parecem querer distância de Hyacinth, Gareth a conhece e tem uma reação diferente de todos os outros. Ele quer estar perto dela, porque adora os joguinhos e sempre ri de seus comentários ora maldosos, ora inteligentes (ora um mix dos dois!). Ele é o par perfeito para a nossa heroína, o seu igual. 

Um Beijo Inesquecível talvez tenha sido o livro que mais gostei de ler, mesmo nessa série que eu adorei e devorei todos eles, sem exceção, mas o romance de Hyacinth e Gareth me veio como o mais sincero e lento de todos, com um propósito, um motivo que os uniu até o final. Achei bem construída a história envolvendo os dois, o que os fez manter uma relação além daquela romântica já esperada. Aliás, o livro trata muito mais da amizade entre os dois personagens do que no romance, com um toque suave de cenas perfeitamente conduzidas romanticamente. It's In His Kiss é o sétimo livro da série Os Bridgertons e mostra que a Julia não perdeu o fio da meada. Ela continua - e continuará - com o mesmo senso de humor na narrativa, a mesma linha de pensamento, o mesmo que fez todo o mundo se encantar com seus livros. 

Lido, favoritado e recomendado. Se você ainda não leu a série, adianta logo! Vale super a pena, e vem mais por aí. O que está esperando? ♥


Oooi! 

Por um longo tempo fiquei sem postar no blog por muitos fatores e um deles foi por grande parcela de culpa do meu TCC e foi ele que me inspirou a estar escrevendo aqui. 
Meu TCC teve como tema "A mulher no mercado de trabalho" (faço técnico em administração), e hoje mesmo ao terminar com ele li algo sobre o "chick-lit", um gênero literário que está ganhando muito espaço no mundo dos livros. Numa tradução rápida, o gênero tende a focar em uma protagonista do gênero feminino e "chick" é uma forma de se referir a alguma mulher e comumente usado pelos gringos como "xingamento" (tal como aquele cara "MULHERZINHA"). O caso é: eu li aleatória e rapidamente algo sobre um tal de "sick-lit" que seria uma forma satirizada de se referir ao gênero já citado acima (vide que "sick" significa doente), dado que o nome seria especialmente por se tratar, em opiniões alheias, de um gênero literário passageiro, modinha e sem importância. E com uma ligeira opinião digo que o mundo chick-lit não veio para mostrar um mundo cor-de-rosa a todos e sim tratar de problemas seríssimos, mas pouco retratados e mais comum com mulheres. 
Foi aí que decidi trazer a todos uma lista com 6 mulheres fortes da ficção (livros/filmes).

Katniss Everdeen (Jogos vorazes) 
Resultado de imagem para Katniss EverdeenUma heroína que não está para agradar todos e que faz aquilo que acha correto, que mata quando é preciso e tem piedade quando necessário (e seja talvez por isso que, ironicamente, faça com que a maioria das pessoas amem ela; por outro lado é o mesmo motivo por não gostarem, aliás, onde já se viu uma heroína sem os famigerados decotes? Além de que ela como foco de tudo chega a ficar meio forçado... ~~ tom de ironia).

Daenerys Targaryen (As crônicas de gelo e fogo)
Resultado de imagem para daenerys targaryen dragons



A vida toda sempre sofreu com o apoderamento de seu irmão cruel para com ela e no começo de seu casamento - forçado - com o Drogo sofria frequentemente de abusos. Porém tudo isso só fez com que a mesma ressurgisse forte, corajosa e decidida, além de ser respeitada e admirada por muitos.


                    Princesa Leia (Star Wars)
Resultado de imagem para Princesa LeiaEla foi praticamente a única personagem feminina dos primeiros filmes de Star Wars com um papel realmente importante. Principalmente em "O Império Contra-Ataca" e "O Retorno de Jedi", pois Leia é muito participativa em vários momentos decisivos (vamos tentar ignorar a cena do biquíni dourado, foi desnecessário desfocalizar a Leia Heroína para a Leia-a-musa-de-todos-os-nerds, erotizar a mulher em momentos que não cabem nunca será bem vindo). "Não seja uma escrava como eu era. Lute pelo seu figurino. Continue lutando contra o traje de escrava", relembre dessa frase da Carrie Fisher sempre que reassisti-la com um biquíni dourado e acorrentada pelo pescoço pelo Jabba.

       Beatrix Kiddo (Kill Bill)
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Beatrix é um exemplo para todas as pessoas que têm que aturar situações inconvenientes. Após sua vida ter sido arruinada ela se vingou, mas o ponto é: ela é realmente uma grande imagem de uma mulher forte.











      
      Éowyn (Senhor dos Aneis)

Imagem relacionada

Mesmo proibida, Éowyn foi para a guerra e o irônico é que se ela não estivesse lá tudo se transformaria em desastre. Além disso, ela expressa que não vai ser qualquer coração partido a sua "kriptonita". Essa é uma mensagem bem hard de ser cumprida, é meio difícil, mas serve como concelho.










       Mathilda (O profissional)

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Aos 12 anos já possuía uma personalidade forte (o que já diferenciava da própria família) e, ao acontecer uma tragédia em sua vida, é aí que a mesma se liberta e se esforça para fazer o que realmente quer: dar início a sua vingança. Mas tenho que admitir que o que realmente interessa é o fato de que é uma personagem que insinua ter a dependência em suas mãos.

E é isso aí! Voltamos com tudo! Até o próximo post.



Oi, gente <3


Como estão? Presumo que bem, já que a sexta-feira está aí e é comprovado que todo mundo é mais feliz nas sextas-feiras. Pra animar mais ainda, trouxe uma playlist criada por mim no Spotify, com músicas para animar o fim de semana. Vamos lá?!

Cool Girl - Tove Lo

⏩ No, let's not put a label on it; let's keep it fun
We don't put a label on it, so we can run free, yeah
I wanna be free like you ⏪

Rihanna feat. Calvin Harris - This Is What You Came For
[Gostaria de adicionar] Taylor Swift - 22
Dancing Shoes - Arctic Monkeys

⏩ Get on your dancing shoes, you sexy little swine ⏪

Carry Out - Timbaland feat. Justin T.
Dance With Me Tonight - Olly Murs
Cool For The Summer - Demi
Only Girl - Rihanna

⏩ Want you to make me feel like I'm the only girl in the world, like I'm the only one that you'll ever love, 
like I'm the only one who knows your heart
Only girl in the world... ⏪


Duele el Corázon - Enrique Iglesias 
New Perspective - Panic! At The Disco
Lonely Boy - The Black Keys

⏩ I got a love that keeps me waiting... 
I'm a lonely boy, I'm a lonely boy ⏪


Parachute - Kaiser Chiefs
Don't You (Forget About Me) - Simple Minds
Losing My Religion - R.E.M
No You Girls - Franz Ferdinand



⏩  If we've only got one parachute
You know I’d give it to you, you ⏪






Baby Don't You Lie To Me - The Fratellis
Girls Just Wanna Have Fun - Cyndi Lauper
Dog Days Are Over - Florence + The Machine


Se você quiser ouvir mais playlists, algumas das quais já postei no blog ou irei postar em breve, é só seguir o perfil do Spotify da playlist acima! (está no nome Vinicius Rocha). 

E então? Prontos para o fim de semana? 

Deixa aqui as músicas imperdíveis para aproveitar o seu, quem sabe não estará numa próxima Trilha Sonora? 

♡

xoxo, 
até a próxima! 

Oi, gente!


Como estão?


Hoje, dia 15 de novembro, marca a metade do desafio NaNoWriMo. Já vi muita gente que bateu a meta dos 50.000 antes disso, gente que está na meta, gente que está acima, e quem também está abaixo da meta. Onde eu me encaixo nisso aí? 

Então...

O meu primeiro post sobre o NaNoWriMo foi no primeiro dia, eu estava empolgada (ainda estou, mas...) escrevendo um livro que prometia várias emoções. Elas podem até ter vindo para os personagens, mas para mim, não! Conclusão: no quarto dia de desafio, larguei tudo para o alto e comecei algo totalmente novo. Loucura? Talvez, mas isso acontece muito quando estamos escrevendo "sob pressão". 

Agora, assim está meu gráfico:


A base de escrita em 1.091 palavras por dia é uma média estimada pela quantidade de palavras que já escrevi, embora eu tenha escrito em média 2.000 palavras diárias, realmente. O problema é que não tenho escrito todos os dias, e isso atrapalhou a meta, atrapalhou o que eu tinha imaginado para o NaNoWriMo. Eu não esperava que uma viagem fosse tirar tanto tempo do meu dia como está sendo, por isso estou tão atrasada assim. 

O planejamento agora é escrever todas as palavras atrasadas no final do mês, quando volto para a rotina que tinha, a escrita diária intensa, o comprometimento... em dez dias irei tirar as mais de trinta mil palavras que preciso, e sim, é possível! 

O desafio do NaNoWriMo é romper barreiras e escrever, escrever, escrever. E embora eu não esteja escrevendo, escrevendo, escrevendo diariamente, estou planejando, planejando, planejando, e isso também faz parte do desafio. 

Hoje só trouxe um desabafo 💔 porque não queria deixar o mês inteiro sem postar nada. O planejamento para o blog está em andamento também! Então, a bagunça vai acabar em dezembro. ❤ 

E você, está escrevendo no NaNoWriMo? Conhece alguém que está? Pretende participar nos próximos anos? Deixa aqui nos comentários! <3

xoxo, 
até a próxima. ♡

Oi, gente!



Como estão? 

Eu estou muitíssimo animada com o NaNoWriMo deste ano, que consegui me organizar certinho, planejar e me adiantar sobre muitas coisas. HAHAHA Ano passado eu participei, mas não consegui cumprir o objetivo, e além de tudo comecei no quarto dia, o que me atrasou bastante (a vida é assim mesmo né hahahaha) 





Primeiramente, os esclarecimentos: 

O que é o NaNoWriMo?

Nacional Novel Writing Month é um "desafio" criado em 1999 e consiste em escrever um romance de 50 mil palavras em trinta dias (o mês inteiro de novembro, anualmente). 

O desafio é bem organizado, e não só no mês de dezembro acontecem os trabalhos. Depois de alguns meses nos preparamos para a revisão dos livros, etc., etc., porque nem só da escrita nasce um grande romance. 

Qualquer um pode participar?

Sim, sem exceções: qualquer um. De qualquer país ou para escrever qualquer gênero; o negócio são as 50 mil palavras. 

Como faço para me inscrever?

Clicando aqui você vai para o site e faz seu cadastro. É rápido e não exige nada mais que seus dados pessoais, (nome, sobrenome, uma bio etc) e depois, é só criar seu livro! Capa, nome, sinopse...  só para registrar suas palavras escritas por dia e participar do desafio! Agora, é só adicionar uns amiguinhos e acompanhar o desempenho de cada um. :) 

Meu NaNoWriMo:

Ano passado, 2015, participei, mas entrei na metade do primeiro tempo e não consegui escrever tudo! Saíram 27 mil palavras durante o desafio, o que não é nem um pouquinho satisfatório. Este ano, como estou me programando antes, quero fazer tudo certo. Meu perfil é este aqui e vou atualizar diariamente, além de posts semanais aqui no blog!

O livro que escreverei durante o NaNoWriMo:

(Capa provisória);
Nenhuma sinopse disponível por enquanto; 
Total de palavras até agora: 0

Vai ser um começo bem do zero mesmo, e eu espero conseguir cumprir com o desafio. E aí, você escreve?

Sabia que vários autores famosos começam seus livros no NaNoWrimo? Entre eles, até o John Green já participou, e a Stephanie Perkins sempre fala sobre. Inclusive, ela escreveu o primeiro rascunho de seus livros no NaNo! 

Eu encaro o "desafio" como algo pessoal. Eu quero me superar, quero tentar, e vou conseguir. Não há premiação, não há nada a não ser nossa força de vontade e o incentivo de ver tantas pessoas participando de uma corrente tão boa. Realmente, o clima entre os participantes do NaNo é sempre bom, não há ganhador entre todos, há ganhador entre você e você mesmo! :D  

Eu aconselho todos que escrevem e querem se superar a tentarem o desafio. Quando pensamos no dia-a-dia, 1667 palavras por dia acaba sendo pouco, e um mês passa rapidinho. Depois, podemos mudar tudo, o que vale é escrever o rascunho de seu livro ali, na adrenalina dos 30 dias. 

E então, vamos escrever?!



Oi, gente!


Como estão? ♥

Mais uma resenha aqui no blog, dessa vez do livro "Uma Noite com Audrey Hepburn", o primeiro de uma trilogia que promete reviver as maiores atrizes de Hollywood.

•••

Título Original: A Night In With Audrey Hepburn
Autora: Lucy Holliday
Editora: HarperCollins
Nº de páginas: 272
Sinopse: A atriz Libby Lomax encontrou seu refúgio no mundo dos filmes clássicos, nos quais as deusas imortais favoritas da tela parecem oferecer muito mais romance do que a ida real. Depois de um dia terrível no set de filmagens, onde ela passou a maior vergonha de todos os tempos na frente do elenco inteiro e, pior, do astro sexy e notório bad boy Dillon O’Hara, tudo o que Libby consegue fazer é se jogar no sofá e assistir a Bonequinha de luxo pela milionésima vez. De repente, ela se surpreende ao ver a estrela do cinema, Audrey Hepburn, sentada bem ao seu lado, em seu vestidinho preto, clássicos óculos escuros e cigarrilha vintage, cheia de conselhos para dar. Mas será que Libby realmente é capaz de transformar sua vida de fracasso em um incrível blockbuster? Talvez, com um pouquinho da ajuda mágica de Audrey, ela até consiga.

•♥•

Um Noite Com Audrey Hepburn é um livro de romance com aquela pitada de humor inglês que eu gosto bastante, e conta a história de Libby Lomax, uma mulher beirando os trinta anos, atriz, mas sem sorte nenhuma na carreira. 

Logo no começo, Libby narra um fato de sua adolescência – aos treze anos – quando ela conhece seu futuro melhor amigo, Olly, da família Walker, famosos por “fazerem” bons atores e atrizes. Libby, desde este momento, não tem muita sorte nos palcos – tampouco na TV. Ela sabe, claramente, que aquele papel não será seu, e sua mãe não ajuda: está sempre colocando sua irmã mais nova para os melhores papéis.

Dando um salto no tempo, encontramos Libby aos vinte e nove anos, no primeiro dia de gravações do seu primeiro papel “importante” na TV – ela será figurante de um seriado de ficção científica onde o personagem principal é interpretado pelo galã Dillon O’Hara. E, logo nesse início de gravações, antes mesmo de as câmeras começarem a filmar, ela se depara com o tão falado Dillon. E o desastre começa! Libby parece não ter sorte nenhuma em suas tentativas de se destacar como atriz, e com uma confusão hilária, consegue ser demitida do emprego sem nem antes atuar.

Sem esperanças, num apartamento minúsculo e com uma vizinhança duvidosa, Libby está no fundo do poço. E, para piorar, todos os seus móveis foram confundidos por tralhas de um brechó, o que inclui um sofá fedido a cachorro e encardido. Querendo apenas assistir um de seus filmes favoritos – Bonequinha de Luxo – e dormir até esquecer os eventos daquele dia, Libby tem a alucinação que nos leva à fantasia: o fantasma – ou a visão – de Audrey Hepburn está ali, ao seu lado, falando, andando, agindo como a mesma!

Qual será a explicação para isso?

•♥•

Uma Noite com Audrey Hepburn foi uma surpresa divertidíssima! Um livro despretensioso, que nos pega de jeito sem ao menos nos deixar perceber. Em um único dia é possível terminar as aventuras de Libby e pedir por mais. Além de mexer com o fanatismo de quem adora a Audrey Hepburn, também traz questões amorosas, familiares e sobre a vida depois dos vinte e poucos anos, mostrando como nem sempre o caminho que traçamos pela maior parte da vida tem que ser o certo.

Tenho que dizer que estou ansiosa demais para ler o segundo – que já foi lançado no Brasil – com as aventuras de Libby e ninguém menos que Marilyn Monroe! Esperamos que o terceiro seja lançado logo em seguida, né?!

Recomendo o livro para quem curte romance nada profundo, um livro para divertir, entreter e passar o tempo – mas sem decepcionar. Uma Noite Com Audrey Hepburn é delicioso, fantasioso e imperdível.

Nota: ★★★★

É isso, gente! Até a próxima ♥

xoxo, 
Renata.

Oi, gente!

Se você é um fã da série de livros mais triste que já existiu, aquela que conta a história dos órfãos Baudelaire, Desventuras em Série, você ficará tão empolgado quanto eu! 


A Netflix, que está produzindo uma série baseada nos livros, divulgou hoje (04/10/16) um teaser mostrando um pouco do cenário e nos aconselhando a NÃO assistir a série, pois a história é triste demais para ser vista. O que nos deixa mais ansiosos ainda, né?!

Assista o teaser abaixo:



PS.: O Neil cantando ao fundo!

Estreia: 13 de Janeiro.

Já marquei no calendário! 

E aí, curiosos? 


Desventuras em série é uma série de treze livros escrita por Lemony Snicket (pseudônimo de Daniel Handler) e ilustrada por Brett Helquist. A série se trata das aventuras de três crianças, os órfãos Baudelaire, após a morte de seus pais em um incêndio. A ambientação da história é anacrônica, e a série é repleta de alusões literárias e culturais. Vale lembrar que Uma adaptação para o cinema dos três primeiros livros da série foi lançada no dia 14 de dezembro de 2004.

○○○♥○○○

Oi, gente!


Como vão?


Há alguns meses, talvez um ano, conheci uma série que me fez mudar o olhar quanto a séries Médicas. Eu não sou tão fã assim de séries inteiramente passadas em hospital (só assisti alguns episódios de House MD até hoje e nada de Greys Anatomy), mas TNS me deixou apaixonada e me fez mudar bastante esse pensamento/gosto.

A noite cai, o dever chama.

A série segue uma equipe de médicos que trabalham no horário noturno do pronto socorro (de meia-noite às 8h) no San Antonio Medical Center, um hospital do Texas. Além de focar no dia a dia do profissional de saúde, a série mostra a batalha constante que eles vivem entre salvar vidas e manter a política de gerenciar um hospital urbano.

THE NIGHT SHIFT estreou na TV em 27 de maio de 2014 e, sinceramente, não fez o estrondo necessário. Para mim, pelo menos, a série só apareceu quando terminei de assistir Merlin e pesquisei sobre os atores. Eoin Macken, que fazia o papel de Sr. Gwaine em Merlin, aparece em TNS como o personagem principal, o encrenqueiro, inteligente e adorável TC Callahan, um ex soldado do exército, já mandado para a guerra como soldado e médico do exército, e nessas experiências, sofreu traumas irreparáveis, além de ter quebrado relacionamentos importantes em sua vida, de todos os níveis.

Embora a série acompanhe a vida de TC, com flashbacks da época de guerra ou de seu relacionamento com Jordan - chefe da enfermaria do San Antonio Memorial, a série também conta a história de outros médicos, alguns também voltados da guerra - o hospital é cercado de médicos ex-soldados prestando serviço depois da volta do combate - como Topher e Drew, além de enfermeiros que moldam sua história dentro do SA Memorial. 

Com um clima eletrizante, envolvendo bombardeios e casos de acidentes graves, doenças quase desconhecidas (por mim) e somando tudo isso ao fato de que tudo acontece à noite, a série promete não deixar você parar. É um episódio melhor do que o outro, já recheando três temporadas de 8, 14 e 13 episódios, respectivamente. 

Tiroteio, ataque terrorista no hospital, tentativa de assassinato, suborno e situação de reféns, doutor/soldado homossexual, relacionamento complicado, personagens autodestrutivos, lutando contra depressão, contra racismo, pressão social, traumas do passado, etc., etc., tudo isso você encontra em The Night Shift. Pode parecer que não, falando de forma tão direta, mas, em meio a tanta tragédia, o bom humor nunca deixa de caminhar pelos corredores do SAM, divertindo os personagens e os telespectadores. 

Trata-se de uma série dramática, depois de tudo, e que surpreende. Seja porque não estamos acostumados a vê-la por aí em qualquer feed de notícias ou porque é só mais uma série médica, mas o principal aqui é: The Night Shift se destaca em vários aspectos, e se mostra diferente em pelo menos uma base do enredo. Você precisa assistir!

E, se nada do que escrevi aqui te convenceu de assistir ao seriado, que tal esse elenco?

Eoin Macken como TC Callahan.
Brendan Fehr e Luke Macfarlane como Dr. Drew e o soldado Rick.
Brendan Fehr (Dr. Drew), Jeananne Goossen (Krista) e Jill Flint (Dr. Alexander)
Jill Flint, Jeananne Goossen, Robert Bailey Jr (Dr. Paul) 
Jill Flint, Jeananne Goossen, Brendan Fehr e Freddy Rodriguez.
Jeananne, Robert Bailey Jr., Jill Flint, Brendan, Eoin, J. R. Lemon (Kenny) e Ken Leung (Dr. Topher)
Elenco unido é garantia de boa química no set, e bons momentos na série. 50% de um bom projeto começa com as pessoas certas, e em TNS conseguimos ver bem como isso passa para a tela. É mágico. s2

Recomendo altamente. 
Arruma a almofada, estoura a pipoca e traz uns lencinhos. Vai ser preciso enquanto a maratona rola. <3

Bem, gente, é isso!
Espero que gostem da recomendação e assistam. Vale mesmo a pena. 

Xoxo, até a próxima.