O segundo album, sem ser surpresa pra ninguém, fez tanto sucesso quanto o primeiro. Favourite Wrost Nightmare, mais bem elaborado, com músicas mais bem trabalhadas, o disco ficou completo. Alex se superava mais uma vez, levando a banda ao conhecimento mundial, principalmente com o lançamento do single Fluorescent Adolescent. Levemente diferente do primeiro album, FWN mereceu todo o conhecimento e a banda mereceu todo o sucesso que o disco lhe proporcionou.
Humbug, 2009. A banda já tinha o posto de queridinhos do Reino Unido quando foi lançado em meados de 2009, seu terceiro disco. Bruscamente diferente dos anteriores, Humbug foi o disco que trouxe para o Arctic Monkeys o título de banda Indie. As musicas do Humbug não soam tão cruas quanto as dos discos anteriores, tem um quê mais maduro, mais bem elaborado. Em uma entrevista, quando perguntado o que iria mudar no novo album, Alex respondeu: novos cortes de cabelo. De fato, ao passar dos anos e em cada lançamento de album, os cortes de cabelo estavam diferente; mas não só isso. O próximo album da banda, Suck It And See, lançado em 2011, além do corte de cabelo radical do Alex alá Danny Zuko, o som da banda evoluiu quase que cem porcento. Várias inovações inundaram o disco, letras mais enigmáticas, mais participações dos outros membros da banda -nesse caso, o Matt Helders, baterista, que ganhou uma faixa quase inteira pra si-, e uma drástica evolução no estilo do Alex, o que influenciou tudo que diz respeito ao AM.
Preocupados cada vez mais com a imagem, tanto pessoal quanto musical, com o lançamento do album também veio os videoclipes, que em uma sequencia de Suck It And See, Black Treacle e Evil Twin (B-side), pode-se ver o Matt atuando em algo que pode ser considerado um curta com uma história de amor e ódio, drogas, bebedeira e pancadaria, mais uma vez transmitindo a evolução da banda de "aquela com o clipe dos palhacinhos", pra algo mais badass.























