Na sessão cinema de hoje vim apresentar pra vocês um gênero que eu gosto bastante e venho assistindo muito esses últimos tempos: Filmes indies! 
Não tenho uma definição pra esse gênero, mas são em sua maioria filmes não muito conhecidos (atualmente) e co, uma fotografia característica. Além da trilha sonora sempre maravilhosa. hehe

  • The Go-getter

Sinopse: É a história de Mercer White (Lou Taylor Pucci), um jovem de 19 anos que rouba um carro e sai em busca de seu meio irmão mais velho, que não vê em catorze anos. essa acaba sendo a viagem de sua vida.Ele mal deixa a cidade quando um celular deixado dentro do carro toca e ele se acha falando com sua dona, Kate (Zooey Deschanel). Daí em diante, nada se desenrola como o planejado. Em Reno, ele é seduzido por uma jovem misteriosa e tem encontros perigosos, bem humorados e esclarecedores.
No fim, é o percurso, a procura e o descobrimento de um amor que ele nunca imaginou que fazem dessa jornada a viagem de sua vida.


The Go-Getter é um filme que pode parecer parado pra alguns, mas eu adorei a introdução da história. O amor que é desenvolvido entre Mercer e Kate é interessante de ser visto. Como sou fã da Deschanel. o filme ganhou uns pontinhos a mais comigo, mas não deixa de ser bom. e a trilha sonora é toda composta por Black Keys!
  • Submarine

Sinopse: Em sua cabeça, o estudante galês de 15 anos Oliver Tate (Craig Roberts) é um gênio literário maneiro. Na realidade, ele é socialmente inepto e impopular. Oliver estabeleceu para si duas tarefas para o verão: perder a virgindade antes dos 16 anos e salvar o casamento de seus pais. Suspeitando que sua mãe (Sally Hawkins) esteja tendo um caso com sua antiga paixão, Graham (Paddy Considine), um evangelista da Nova Era, Oliver monitora a vida sexual de seus pais através do interruptor de luz e forja cartas de amor em nome de seu insuspeitado pai à sua mãe. Enquanto isso, Oliver tenta conquistar sua colega de classe, Jordana. Quando uma tentativa calculada de bullying o faz ganhar o afeto de Jordana, ela lhe apresenta as emoções da piromania e dita a ele o que ele deveria estar escrevendo sobre ela em seu diário.

Outro filme que conta com uma trilha sonora excepcional e história intrigante. A trilha é toda composta pelo Alex Turner, vocalista da banda indie Arctic Monkeys, que eu sou realmente muito fã. Confesso que assisti o filme só por que o Alex está envolvido, e 80% das pessoas fizeram o mesmo, mas o filme surpreende.
  • HappyThankYouMorePlease

Sinopse: Durante o caminho para um encontro com seu novo editor, Sam Wexley, um aspirante a escritor, acaba encontrando o garoto Rasheen. Quando Rasheen se recusa a ficar com as autoridades que poderiam tomar conta dele, Wexley decide abrigar o garoto por alguns dias. Rasheen acaba conhecendo os amigos de Wexley, Annie, uma moça que escolhe muito mal seus parceiros, o casal Mary-Catherine e Charlie, e Mississippi, uma aspirante a cantora que tenta tirar a fobia de relacionamentos de Sam. Aos poucos, Sam vai vendo que a vida adulta é diferente do que ele sempre imaginou.Dirigido, escrito e estrelado pelo ator Josh Radnor. Malin Akerman, Zoe Zakan, Pablo Schreiber, Tony Hale e Kate Mara completam o elenco do longa. Vencedor do prêmio do público no Festival de Sundance em 2010.

Só assisti esse por causa do Josh Radnor, que é o ator de How I Met Your Mother e faz papel principal nesse filme, além de ter escrito e dirigido. Esse fato me deixou curiosa. Adoro atores que fazem papéis múltiplos como esse, mostra uma inteligência a mais, etc. Fora isso, o filme é bom, com mais de uma historia central mas sem nos deixar perdidos. É emocionante e passa uma mensagem bonita no final de cada história. Vale a pena!
  • No Espaço Não Existem Sentimentos

Sinopse: Quando a namorada de Sam rompe o relacionamento, ele fica muito deprimido. Para animá-lo e fazer com que volte à sua vida normal, Simon decide ajudar o irmão a encontrar uma nova e perfeita namorada. Mas, vítima da Síndrome de Asperger, Simon percebe que a busca é muito mais complicada do que poderia imaginar e fica em dúvida se realmente poderá ajudar Sam.

Simple Simon é o nome do filme em inglês, mas na verdade ele é Sueco, como pode ver na capa ao lado, o título original é bem complicado. O filme é tão desconhecido que nem tem capa com o título em português. Não sei nem como consegui a legenda pra ele! Haha, mas que bom que consegui, por que esse filme é meu amorzinho pra sempre. A temática é diferente de outros que vi.

  • 500 Dias Com Ela
Sinopse: Quando Tom, azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado.
Suas reflexões acabam levando-o a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.

500 Dias é outro filme dessa lista que se tornou conhecido, e eu posso dizer que é pelos atores e/ou trilha sonora. O filme se tornou meu xodó, e eu o assisti assim que foi lançado, parcialmente pela Zooey Deschanel, que, se você acompanha um pouco o blog, sabe que é minha atriz favorita. Porém, o filme explodiu nas redes sociais em 2012, o que é um pouco estranho. Numa entrevista a Zooey é perguntada se esse é o filme que a deixou conhecida, e ela responde que sim, mas não sabe o por quê. 

A história é conta de uma forma diferente, com as cenas de ''expectativa vs realidade" ganhando grande destaque. A trilha sonora, assim como a de submarine, contribuiu 80% para seu posto de ''indie''. 


Essas são minhas 'dicas' de filmes indies, os meus favoritos e queridinhos :) 
Eu adoro o gênero, isso é de mim. Várias pessoas não gostam e isso é compreensível. Se você não se agradar com nenhum, paciência. 
Beijos e até a próxima!

Selecionei alguns filmes que tratam sobre drogas que assisti e adorei. As sinopses vão vir com minhas opiniões, para estimular a assistir quem ainda não assistiu, ou a colocar sua opinião aqui também! Como quero fazer detalhado, não vou colocar todos os filmes aqui para deixar super grande e cansativo de ler. Fiquem com o quarto filme. PODEM LER A VONTADE, ESTOU CONTANDO SOBRE O FILME, MAS SEM SPOILER.


Taking Woodstock  
     (Aconteceu em Woodstock)

Olá! Antes de tudo: ESSE FILME TEM LIVRO!

É um livro que ainda não tive oportunidade para lê-lo, mas é história real, de como conseguiram fazer um evento de Woodstock numa cidade literalmente pequena, e do interior dos Estados Unidos.

Para quem não sabe, o Woodstock uniu muuuuitas pessoas nos anos 70 (ou final dos anos 60).Era um movimento sem preconceito, e que o lema era igualdade e liberdade, e era pra lá de psicodélico. HIPPIES. ROCK.

É um livro de memórias do Elliot, e o filme conta exatamente os fatos.

Os pais de Elliot tinham um pequeno hotel, e eles seriam despejados se não cessarem todas as dívidas.

Elliot era o presidente (acho) da câmara de comércio da cidadezinha onde morava.

Eis que um dia estavam procurando um local para o concerto de rock, e lógico, Elliot se habilita.

No começo, ele tinha tinha oferecido um espaço dele que além de pequeno, estava mais para um pântano.

 A família fabricava leite, então, depois, o pasto ENORME deu origem ao Woodstock.

A história basicamente é comédia/drama, mas o que faz tudo ser engraçado são os efeitos das drogas em todas as pessoas e também a ignorância (não por querer) de todo o pessoal da cidade.

Eles, por serem algo um pouco de época e também por serem de uma cidade um pouco isolada, tinham certo preconceito com os hippies (até hoje tem), e também não curtia toda essa coisa de liberdade, música o dia inteiro, então o conflito entra aí, com todos querendo acabar com o Woodstock.

Há duas cenas que amo, uma a que julgo ser a mais linda e outra que julgo ser a mais engraçada. No gif ao lado, é a cena mais engraçada.

Os pais de Elliot, assim como todo o pessoal da cidade, não curtia essa ideia, mas só aceitaram por causa de todo dinheiro que estavam ganhando dos hippies, das bandas e de quem alugou o lugar enorme deles. IMAGINE QUANTO DINHEIRO, ERA QUASE QUE O ESTADOS UNIDOS TODO ALI.

Eles são mais do que caretas e chatos, e nessa cena estão super animadinhos porque, por um equivoco, ingeriram alguma droga.

Não achei fotos ou gifs da cena que achei linda, mas é quando os policias chegam, e os hippies colocam flores em suas armas e nos próprios policiais.

É um filme ótimo para se dar MUUUITAS risadas, para conhecer o movimento dos anos 70, e também ver como tudo era na época e até mesmo vários tipos de pensamentos, aqueles ruins e bons. E também para conhecer sobre algo real que gerou muitas histórias.

SEM CONTAR QUE EU SURTEI QUANDO VI QUE O EMILE HIRSCH FAZ PARTE DO ELENCO (aquele mesmo ator do "Into the wild" ("Na natureza selvagem)).

WALK ON THE HAPPY AVE. E ASSISTA AO FILME.

Beijos.

Título Original: The Invention of Hugo Cabret
Ano: 2007
Editora: SM
Autor: Brian Selznick
Nota: 5/5
Ilustrador: Brian Selznick
Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo cuida dos gigantescos relógios do lugar - escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas. A sobrevivência de Hugo depende do anonimato - ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto. Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos e do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.

 A trama de Hugo Cabret se passa na antiga Paris da década de 20. Conta a história de um menino (Hugo Cabret) que perdeu o seu pai em um tragico acidente, desde então Hugo foi passando por vários momentos difices em sua vida. Depois que o tio de Hugo tentou cuidar dele e acabou morto ele vem vivendo sozinho, por conta própria e sua vida não tem sido nada facil. Hugo trabalha na estação central do metro de Paris, cuidando do grande relógio.

O livro começa a nos prender quando Hugo tenta furtar um pequeno rato de brinquedo e o senhor dono do estabelecimento o pegou no flagra. Temos como figuras importantes na história os seguintes personagens: O dono da loja de brinquedos (Papa Georges), a menina Isabelle (amiga de Hugo), o inspetor da estação e o pai de Hugo

Ao aprofundarmos na trama iremos descobrir que Papa Georges foi um grande cineasta e guarda consigo diversos segredos que Hugo e Isabelle irão desvendar ao longo do livro.

Apesar do livro ser grosso, tem em sua maioria paginas com gravuras que nos deixa mais à par do que esta acontecendo e facilita a nossa leitura e imaginação. 
 Marie-Georges-Jean-Méliès foi um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema, que usava inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos. O garoto que interpreta Hugo no filme ficou muito parecido com o que vemos nas ilustrações do livro. Aliás, não só Hugo. Georges e Isabelle também.
O livro tambem nos passa uma imagem bem legal do cinema, nos ensina um pouco de como eram produzidos varios filmes antigos. O filme que mais se destaca no livro é Viagem à Lua do ano 1902 feito por Georges Méliès.

Marie-Georges-Jean-Méliès foi um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema, que usava inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos.
 

Achei muito interessante juntar um gênio da vida real e introduzi-lo na história fictícia, foi muito legal ficar sabendo de como era realmente feito os filmes e os efeitos visuais antigamente, para quem não conhece e gosta de cinema é muito bom ficar sabendo disso e para quem já conhece vai amar as cenas.

Foi muito divertido e fascinante essa leitura e poder ver o filme que ficou idêntico ao livro, o primeiro filme que vejo que não desvalorizou a historia e não cortou praticamente parte nenhuma. Eu recomendo é claro, primeiro ler o livro e depois ver o filme, mas para quem estiver com preguiça pode ver o filme que vai sentir as mesmas sensações do livro.

É isso, gente. Espero que gostem da resenha, uma das primeiras escritas por mim aqui no blog. Espero aparecer mais! 
Beijos e até a próxima. 



Eu havia esquecido de fazer um post sobre todas as coisas que comprei e recebi esses dias.

É uma emoção quando você pega aquela caixa do correio, e dentro tem a alegria em forma de livros.

Alguns deles já tem resenha aqui, os que ainda não tem, fiquem espertos que será postado aqui futuramente.

 Aqui estão os livros.
  • A vida secreta das abelhas - Sue Monk Kidd
  •  As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky
  •  Garota, Interrompida - Susanna Kayse
  • Deixe a neve cair - John Green, Maureen Johnson, Lauren Myracle
  •  As virgens suicidas - Jeffrey Eugenides
  • Clube da Luta - Chuck Palahniuk
  • A extraordinária garota chamada Estrela - Jerry Spinelli
  • Série "O guia do mochileiro das galáxias" - Douglas Adams

 NÃO SABIA QUE TINHA ADAPTAÇÃO PARA FILME (irei assistir depois que ler e "comparar")

O mundo de Lily, uma menina de 14 anos, é marcado pela dor e culpa pela morte de sua mãe. Diante de um momento crítico, em que a única pessoa que lhe resta está em perigo, Lily vai iniciar sua aventura, um experiência que a abrirá finalmente para o amor. Um romance sobre o autoconhecimento, no qual a solidariedade humana é a abelha rainha que consagra todos os corações à sua volta.




 Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras - são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.




Já tem resenha aqui!!

 Clique aqui para saber melhor






Na noite de Natal, uma tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para encontros românticos. Em Deixe a Neve Cair, bem sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. E provam que o amor verdadeiro pode acontecer quando e onde menos se espera.



A resenha aqui









O Clube da Luta é idealizado por Tyler Durden, que acha que encontrou uma maneira de viver fora dos limites da sociedade e das regras sem sentido. Mas o que está por vir de sua mente pode piorar muito daqui para frente.
O livro foi filmado em 1999, pelo vencedor do Oscar de melhor diretor, David Fincher (Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, A Rede Social), que conseguiu adaptar toda atmosfera do livro, o mundo caótico do personagem e o humor negro de Palahniuk em uma trama recebida com inúmeros elogios pela crítica e pelo público que conta com os atores Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter
.


A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela cativa totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução por liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la - ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e comovente sobre os percalços da necessidade de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.



No final da década de 1970, quando os primeiros capítulos de O Guia do Mochileiro das Galáxias foram enviados para a rádio BBC em Londres, ninguém imaginava que seria um sucesso estrondoso em pouco tempo. A combinação bem sucedida de ficção e comédia harmonizou perfeitamente. Na sequencia, Douglas Adams escreveu a lendária série de cinco livros que vendeu mais de quinze milhões de cópias pelo mundo. Mestre da sátira, Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da alta cultura e de diversas instituições atuais. Seus livros, que tratam em última instância da busca do sentido da vida, não só divertem como também fazem pensar.



É isso aí, estou super feliz, a minha próxima resenha de livros ainda não vai ser nenhum desses aí, vai ser sobre (... surpresa!).

Beijos! 


 1- O melhor livro
Aristóreles e Dante Descobrem o Segredo do Universo
Gente, dentre tantos escolhi esse por que me deixou tão emocionada... quem viu o post que fiz de melhores livro do ano sabe que coloquei outro como primeiro, mas esse é o que me vem à cabeça agora.

2-O pior livro
Não consigo pensar num pior, por que sabe... quando eu termino um livro nunca consigo achar ele ruim, por que se eu terminei é por que eu gostei pelo menos de algo dele... mas bem, escolhi esse por que eu só consegui terminar ele por que li muito rápido. Acho que se não fosse isso eu teria abandonado ele! Resenha aqui. 

3-O livro com a capa mais bonita
O Guia do Mochileiro das Galáxias. Gente, Galáxias.

4-O livro com a capa mais feia
Querido John... não que seja tão feia, eu só não gosto de pessoas em capa e também não consegui pensar em mais nenhuma alksasalkslkas

5-O livro mais decepcionante
O Amor não é Para Mim, de novo. Nossa. Só terminei ele por que tive muuuuita força de vontade. Hahahaha

6-O livro mais surpreendente
Garota interrompida. Me surpreendeu bastante a simplicidade desse livro. Eu pensei que não ia gostar 100%, mas amei. Resenha aqui.

7-O livro mais grosso
Tem Alguém Aí?, da Marian Keyes. Os livros dessa mulher não podem ter menos de 400 páginas JKHSJKAHS E esse tem umas 700, se me lembro bem. Resenha aqui. 

8-O livro mais fino
Como treinar o seu viking. 88 páginas. Sim, isso mesmo. Oitenta e oito

9-O livro que você demorou mais tempo pra ler 
Ai... O Projeto Rosie eu demorei bastante mas foi por que eu não tinha tempo pra ler :( Resenha aqui.

10-O livro que você devorou sem vergonha
Ahhhh, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom. Um dia sem vergonha dentro dos delírios da Becky! E até hoje sou grudada nessa personagem. Devorei sem vergonha e sem medo de ser feliz! <3 Resenha aqui. 

Eu sei que o ano acabou faz tempo e que 2015 está aí com tudo, mas, me diz, qual foi o melhor livro que você leu ano passado? E o pior? Se identificou com algumas das respostas? :) comenta aqui! 

Beijos e até a próxima.

Selecionei alguns filmes que tratam sobre drogas que assisti e adorei. As sinopses vão vir com minhas opiniões, para estimular a assistir quem ainda não assistiu, ou a colocar sua opinião aqui também! Como quero fazer detalhado, não vou colocar todos os filmes aqui para deixar super grande e cansativo de ler. Fiquem com o terceiro filme. PODEM LER A VONTADE, ESTOU CONTANDO SOBRE O FILME, MAS SEM SPOILER.

Aos treze

"Aos treze" é um filme de 2003 que nos mostra aquela fase em que queremos descobrir o que somos.

Tudo começa com Tracy (a loira aí do gif). Ela sempre foi uma adolescente normal, era boa filha e boa aluna, sempre fazia tudo certo.

Quando ela começa o colegial, ela conhece Evie (a morena, óbvio).

Evie sempre foi a mais popular da escola, a mais linda, e a que mais ganhava atenção. Todos queriam a atenção dela também, tanto as garotas que queriam ser ela, quanto os garotos que queriam ela. Tracy foi uma dessas garotas.


Tracy fazia tudo certo e nada ganhava com isso, ela preferia ser errada como Evie e ser lembrada como a mesma.

Daí me perguntam: como uma "zé ninguém" vai fazer amizade com a mais popular?

Um belo dia, Tracy estava numa loja e viu Evie e uma amiga roubando coisas, e com isso Tracy sai de lá porque não gosta muito. Encontra uma mulher distraída e rouba sua carteira só para se exibir para Evie. Elas gastam todo o dinheiro e Tracy entra para o grupo.


Tracy depois disso muda da água para o vinho.

Abandona as antigas amigas, usa roupas um pouco mais vulgar, fuma, bebe e usa drogas mais pesadas (nesse gif ela está sob efeito). 

Tracy tem umas desavenças com o namorado da sua mãe que é ex-dependente químico que volta a morar lá.



Evie não tinha pais e morava com a tia.

Ela não dava muito moral para ela, e foi morar com Tracy ( a mãe de Tracy era liberal)

Tracy sempre imitava Evie. Seja com atos que ela não queria fazer, mas mesmo assim ela faz (como ficar com garotos). Mas ela meio que gostava até demais da Evie.


Tracy é uma adolescente típica. Havia momentos de euforia  e momentos até de depressão, SÓ QUE ÓBVIO, COM MUITO EXAGERO.

Daí a mãe de Tracy não quer mais Evie morando lá. Até aí, Evie e Tracy tinham brigado. EU TO MORRENDO DE VONTADE DE CONTAR O FINAL DESSE FILME, MAS NÃO POSSO, SÓ DIGO QUE: EU ATÉ HOJE SINTO RAIVA DO QUE EVIE FEZ COM TRACY POR "VINGANCINHA".

Esse filme é todo na base sobre drogas, mas eu acho mesmo que o foco foi ser a influência sobre outra pessoa. Não achei um filme pesado, mas foi muito bom de assistir :)

No primeiro post sobre Coisas que Aprendi com FRIENDS  listei 25 lições que são passadas no seriado. 
Nessa parte II vou listar mais coisas que me vieram à cabeça depois do primeiro post feito. 
Friends foi bom em todos os sentidos, e como toda boa coisa nos traz boas lembranças e ensinamentos, com FRIENDS não é diferente!

26. Todo casal deve ter uma lista de "5 pessoas famosas com quem pode dormir" e o outro não pode ficar bravo. 
29.
27. Nunca minta num curriculum. 
28. Massagistas não são prostitutas. 
29. Conselhos amorosos com Ross e Rachel (Abraço-para-ela-giro-pra-você)
30. Nunca fale com o perseguidor da sua irmã gêmea. Nem o persiga. 
31. Nada melhor do que fazer geleia quando se está triste com o fim de um namoro. 
31.
32. Ficar vestida de noiva com as amigas é a melhor coisa a fazer quando está se sentindo pra baixo. 
33. Nunca termine um namoro no dia dos namorados. Nem no ano novo.
34. Bolos de aniversário são bons. Flã não, não é bom.
35. Arvores de natal 'mortas' também são legais. 
36. Falar "Feliz Natal" em várias linguas.
37. Não é por que o ferido não saiu da forma que você queria, que ele está arruinado. Quando se está com amigos, até misto quente fica bom. 
38. Meninos não brincam de Barbie. 
39. Só por que um homem está ajoelhado com um anel na sua frente não quer dizer que ele está te pedindo em casamento. 
40. Ter duas festas de aniversário não é tão divertido quanto parece. 
44.
41. Ficar com a irmã do seu melhor amigo sempre dá problema. (well, nem sempre)
42. Aprendi a fazer um kit de sobrevivência caso fique presa num quarto com um casal brigando do lado de fora. 
43. Sempre que um cachorro gigante inflável sair voando, saia pra ver!
44. Se uma modelo te oferece chiclete, ACEITE! 
45. NUNCA persiga sua ex correndo atrás dela na rua. Nem no supermercado. 
46. Se achar que o seu vizinho está morto, cutuque-o. 
47. Não se contente com 1/4 do coração de ninguém. 
48. Mesmo que dure 10 anos, se a pessoa que você ama tem que estar com você, ela vai estar 
49. Não se bebe cerveja enquanto está velejando. 
50. Sexo ajuda na gestação. [contribuição de Gabriel Scalon no post I)


E aí, o que mais você aprendeu com FRIENDS? Comenta aqui. 

Título: The Virgins Suicides
Ano: 1993
Editora: Companhia das Letras
Nota:10
Autora: Jeffrey Eugenides
Sinopse:
Num típico subúrbio dos Estados Unidos nos anos 1970, cinco irmãs adolescentes se matam em sequência e sem motivo plausível. A tragédia, ocorrida no seio de uma família que, em oposição aos efeitos já perceptíveis da revolução sexual, vive sob severas restrições morais e religiosas, é narrada pela voz coletiva e fascinada de um grupo de garotos da vizinhança. O coro lírico que então se forma ajuda a dar um tom sui generis a esta fábula da inocência perdida.
Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, publicado em 34 idiomas e agora em nova tradução, o livro de estreia de Jeffrey Eugenides logo se tornou um cult da literatura norte-americana contemporânea. Não por acaso: essa obra de beleza estranha e arrebatadora, definida pela crítica Michiko Kakutani como “pequena e poderosa ópera no formato inesperado de romance”, revela-se ainda hoje em toda a sua atualidade. 


 "As virgens suicidas" foi uma das primeiras obras de Jeffrey Eugenides, e que conta uma história completamente única.

Não é spoiler nem nada, até porque o título e a sinopse já conta que o foco da história são os suicídios das 5 irmãs.

Essa história se passa com a família Lisbon, com as irmãs Therese Lisbon (17 anos), Mary Lisbon (16), Bonnie Lisbon (15), Lux Lisbon (14) e Cecilia Lisbon (13).

 Elas são filhas de um professor de matemática (na qual dá aulas na mesma escola das filhas) e de uma dona de casa.

Aparentemente elas levam uma vida normal, vão à escola, vão à igreja, e vivem nos seus mundinhos (digo assim porque elas eram do tipo que andavam sempre juntas, sem exceção).

O livro ele tem uma narrativa ótima que me surpreendeu, ele é narrado não por uma pessoa, e sim por várias. Não é "escalação" que cada hora alguns dos garotos falam, eles falam todos juntos, é uma voz coletiva. São garotos da mesma vizinhança que elas e da escola, e que já admiravam as garotas, e passaram a amá-las mais ainda depois do suicídio de Cecilia. E é legal observar que depois de anos, eles dizem ainda amá-las, não conseguem esquece-las.

Depois do suicídio da caçula, todos ficam abalados, e então os pais, para não verem as garotas tristes, concedem que elas vão ao baile da escola (eles são super protetores, e não deixam nada). Nesse baile coisas acontecem.

 A história se passa nos anos 70, porém é contado num tempo presente (sem dada), apenas nos dá uma ideia de que aqueles garotos têm em média uns 30 ou 40 anos.

Eles contam o que ocorreu em forma de memórias e entrevistas que eles fizeram agora, e é incrível a sensação que nos trás; ás vezes parece alguma coisa contada para nós, e ás vezes parece como se fosse algo gravado. Exemplo: há partes em que os garotos dizem "Tudo bem, agora coloque tal coisa no lugar para não quebrar" (, e sim, eles colecionam coisas que eram das meninas).

Não é um livro em que a "graça" era saber quem se suicida, porque na real, a "graça" é saber o porquê.

E também não venha na expectativa de ter um propósito esse livro, porque o propósito são vocês quem fazem. O autor coloca vários motivos: se mataram porque proteção demais sufoca tanto que a única liberdade é estar morta, ou se mataram porque elas não queriam mais viver nesse mundo cheio de falhas, ou se mataram porque a única coisa que precisaram era amor ou no caso, Cecilia se matou porque era louca e as outras se mataram por causa do trauma que se sucedeu.

"As virgens suicidas" como título não tem nenhum apelo sexual, é um metáfora que há no livro.

Gostei que o Jeffrey usa os cheiros para mostrar a decadência da família depois que os suicídios começam, e eles se trancam lá, e fica um cheiro horrível, a delicadeza a partir do perfume delas, o jeito de Lux a partir do chiclete de melancia... E é bastante realista, você até consegue sentir.

O livro também foi adaptado para o cinema, E É UMAS DAS PRIMEIRAS ADAPTAÇÕES QUE GOSTEI DE VERDADE.

Conheci tudo a partir do filme, que é uns dos meus amores.

Mas a única coisa que achei que pecaram, é que no livro, tudo bem a Cecilia no começo ter ganhado destaque, e o restante do livro Lux ter ganhado destaque, mas acontece que as outras irmãs tiveram seus momentos também, deixando que descobríssemos sobre cada uma.

No filme isso não ocorre, a destaque todo vai para Lux (tanto é que no trailer só mostra ela). Mas tudo bem, perdoamos, até porque foi uns dos melhores filmes já visto por mim, e eu pretendo ver mais filmes da mesma diretora.

Assistam ao filme, leiam ao livro.